{"id":2040,"date":"2015-09-29T15:28:32","date_gmt":"2015-09-29T18:28:32","guid":{"rendered":"http:\/\/dcvcorp.com.br\/?p=2040"},"modified":"2015-09-29T15:28:32","modified_gmt":"2015-09-29T18:28:32","slug":"os-28-bancos-que-controlam-o-dinheiro-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/dcvcorp.com.br\/?p=2040","title":{"rendered":"Os 28 bancos que controlam o dinheiro do mundo"},"content":{"rendered":"<blockquote><p><a href=\"http:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/150922-Crise3.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-247907 size-medium\" src=\"http:\/\/dcvcorp.com.br\/wp-content\/uploads\/150922-Crise3-485x278.jpg\" alt=\"150922-Crise3\" width=\"485\" height=\"278\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>Livro aponta: oligarquia financeira subjugou bancos centrais, transferiu a Estados d\u00edvidas t\u00f3xicas e est\u00e1 prestes a provocar crise global ainda mais grave<\/em><\/p>\n<p><b>Fran\u00e7ois Morin<\/b>, entrevistado por <b><a href=\"http:\/\/www.liberation.fr\/auteur\/4003-vittorio-de-filippis\" target=\"_blank\">Vittorio De Filippis<\/a>\u00a0<\/b>| Tradu\u00e7\u00e3o:\u00a0<strong>In\u00eas Castilho<\/strong><\/p>\n<p><i>A transfer\u00eancia, para os Estados, das d\u00edvidas privadas t\u00f3xicas de 28 grandes bancos \u201csist\u00eamicos\u201d, durante a \u00faltima crise financeira, explica as pol\u00edticas de austeridade praticas na Europa.<\/i><\/p>\n<p><i>Francesas, europeias ou norte-americanas, todas as autoridades banc\u00e1rias asseguram: se o mundo viver uma nova crise financeira, compar\u00e1vel \u00e0 de 2007-08, nem os Estados, nem os contribuintes v\u00e3o pagar as consequ\u00eancias. \u00c9 poss\u00edvel acreditar?<\/i><\/p>\n<p><i>O economista Fran\u00e7ois Morin, professor em\u00e9rito da Universidade de Toulouse e membro do conselho do Banco Central franc\u00eas, tem uma resposta categ\u00f3rica: <\/i><i>n\u00e3o. Em <\/i><i><a href=\"http:\/\/www.luxediteur.com\/content\/lhydre-mondiale\" target=\"_blank\">L\u2019Hydre Mondial<\/a> [<\/i><i>A H<\/i><i>i<\/i><i>dra mundial<\/i><i>]<\/i><i>, um livro publicado em maio, e no qual <\/i><i>ele <\/i><i>menciona dados in\u00e9ditos, Morin mostra como 28 bancos de porte mundial constituem um oligop\u00f3lio totalmente distanciado do interesse p\u00fablico.<\/i><\/p>\n<p><i>Para colocar os cidad\u00e3os a salvo de desastres financeiros <\/i><i>futuros<\/i><i>, o autor considera que \u00e9 necess\u00e1rio destruir estes bancos, que ele compara a uma hidra, e <\/i><i>resgatar <\/i><i>a <\/i><i>moeda para a esfera <\/i><i>p\u00fablic<\/i><i>a<\/i><i>. <\/i><i>Eis sua entrevista:<\/i><\/p>\n<p><b>Como um punhado de bancos tomou a forma de uma hidra mundial?<\/b><br \/>\nDesde 2012, descobriu-se tamb\u00e9m que esses bancos muito grandes se entenderam entre si de forma fraudulenta a partir de meados dos anos 2000. A partir desse momento, esse oligop\u00f3lio transformou-se numa hidra devastadora para a economia mundial.O processo \u00e9 perfeitamente claro. Depois da liberaliza\u00e7\u00e3o da esfera financeira iniciada nos anos 1970 (taxas de c\u00e2mbio e de juros definidas pelo mercado e n\u00e3o mais pelos Estados, e liberaliza\u00e7\u00e3o de movimento do capital), os mercados monet\u00e1rios e financeiros tornaram-se globais em meados dos anos 1990. Os maiores bancos tiveram ent\u00e3o de adaptar a sua dimens\u00e3o a esse novo espa\u00e7o de interc\u00e2mbio, por meio de fus\u00f5es e reestrutura\u00e7\u00f5es. Reuniram-se as condi\u00e7\u00f5es para o surgimento de um oligop\u00f3lio em escala global. O processo assumiu rapidamente escala internacional e tornou-se gigantesco: o balan\u00e7o total dos 28 bancos do oligop\u00f3lio (50,341 trilh\u00f5es de d\u00f3lares) \u00e9 superior, em 2012, \u00e0 d\u00edvida p\u00fablica global (48,957 trilh\u00f5es de d\u00f3lares)!<\/p>\n<p><b><a href=\"http:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/150922-Hidra-e1442965010633.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft  wp-image-247910\" src=\"http:\/\/dcvcorp.com.br\/wp-content\/uploads\/150922-Hidra-485x703.jpg\" alt=\"150922-Hidra\" width=\"218\" height=\"316\" \/><\/a><\/b><\/p>\n<p><b>Em que esses bancos s\u00e3o sist\u00eamicos?<\/b><\/p>\n<p>Estes 28 bancos foram declarados, acertadamente, \u201csist\u00eamicos\u201d pela reuni\u00e3o do G20 de Cannes, em 2011. A an\u00e1lise das causas da crise financeira da crise iniciada em 2007-2008 n\u00e3o podia deixar pairar qualquer d\u00favida sobre a responsabilidade desses bancos no desencadeamento do processo. Est\u00e3o em causa os produtos financeiros <a href=\"http:\/\/www.infomoney.com.br\/educacao\/guias\/noticia\/231004\/mercado-derivativos-entenda-melhor-seu-funcionamento\" target=\"_blank\">\u201cderivativos\u201d<\/a>, que espalharam-se na \u00e9poca e ainda continuam a ser difundidos em todo o mundo. Lembremo-nos de que estes derivativos s\u00e3o produtos que visam oferecer garantias a seus possuidores, em caso de dificuldades econ\u00f4micas \u2013 e alguns deles t\u00eam car\u00e1ter muito especulativo. Sua convers\u00e3o em dinheiro pode tornar-se catastr\u00f3fica, em caso de uma crise. No entanto, apenas 14 bancos com import\u00e2ncia sist\u00eamica \u201cfabricam\u201d estes produtos, cujo valor imagin\u00e1rio (o montante dos valores segurados) chega a 710 trilh\u00f5es de d\u00f3lares \u2014 ou seja, mais de 10 vezes o PIB mundial!<\/p>\n<p><b>E voc\u00ea afirma que eles praticam acordos fraudulentos?<\/b><\/p>\n<p>M\u00faltiplas an\u00e1lises demonstraram que esses bancos ocupam posi\u00e7\u00f5es dominantes sobre v\u00e1rios grandes mercados (de c\u00e2mbio, de t\u00edtulos de d\u00edvida e de produtos derivados). \u00c9 caracter\u00edstico de um oligop\u00f3lio. Mas desde 2012, as autoridades judiciais dos Estados Unidos, brit\u00e2nicas e a Comiss\u00e3o Europeia aumentaram investiga\u00e7\u00f5es e multas que demostram que muitos desses bancos \u2013 sobretudo onze entre eles (Bank of America, BNP-Paribas, Barclays, Citigroup, Cr\u00e9dit Suisse, Deutsche Bank, Goldman Sachs, HSBC, JP Morgan Chase, Royal Bank of Scotland, UBS) \u2013 montaram sistematicamente \u201cacordos organizado em bandas\u201d. A imposi\u00e7\u00e3o de multas de muitos bilh\u00f5es de d\u00f3lares, contra a manipula\u00e7\u00e3o do mercado de c\u00e2mbio ou da Libor [taxa de refer\u00eancia para juros interbanc\u00e1rios, estabelecida em Londres], demonstra que esta pr\u00e1tica existe.<\/p>\n<p><b>O mundo est\u00e1 sentado sobre uma montanha de bombas-rel\u00f3gio financeiras montadas unicamente por este punhado de bancos?<\/b><\/p>\n<p>H\u00e1 v\u00e1rias evid\u00eancias de muitas bolhas financeiras que podem estourar a qualquer momento. As bolha do mercado de a\u00e7\u00f5es s\u00f3 pode ser explicada pelas enormes inje\u00e7\u00f5es de liquidez, por parte dos bancos centrais. Mas, acima de tudo, h\u00e1 a bolha da d\u00edvida p\u00fablica que atingiu todas as grandes economias. As d\u00edvidas privadas t\u00f3xicas do oligop\u00f3lio banc\u00e1rio foram maci\u00e7amente transferidas para os Estados, na \u00faltima crise financeira. Este superendividamento p\u00fablico, devido exclusivamente \u00e0 crise e a esses bancos, explica as pol\u00edticas de \u201crigor\u201d e \u201causteridade\u201d praticadas em cada vez mais pa\u00edses. Este superendividamento \u00e9 a amea\u00e7a principal, como se v\u00ea na Gr\u00e9cia.<\/p>\n<p><b>Regula\u00e7\u00e3o de derivativos \u2013 inclusive de cr\u00e9dito \u2013, luta contra o \u201csistema banc\u00e1rio da sombra\u201d, refor\u00e7o dos fundos pr\u00f3prios, separa\u00e7\u00e3o entre bancos de dep\u00f3sito e de investimento\u2026 n\u00e3o se pode dizer que nada foi feito para estabelecer algum controle sobre os bancos.<\/b><\/p>\n<p>Vamos olhar mais de perto. O \u201csistema banc\u00e1rio sombra\u201d, ou seja, o sistema financeiro n\u00e3o regulamentado, n\u00e3o pare de crescer \u2013 notadamente atrav\u00e9s do oligop\u00f3lio banc\u00e1rio \u2013 para escapar das normas de supervis\u00e3o e, em primeiro lugar, para negociar com derivativos. O refor\u00e7o de capital pr\u00f3prio dos maiores bancos foi ridiculamente baixo. E em nenhuma legisla\u00e7\u00e3o em vigor h\u00e1 uma verdadeira separa\u00e7\u00e3o \u201cpatrimonial\u201d das atividades banc\u00e1rias. Em suma, o lobby banc\u00e1rio, muito organizado em escala internacional, tem sido eficaz, e o oligop\u00f3lio pode continuar na mesma l\u00f3gica financeira delet\u00e9ria que praticava antes da crise.<\/p>\n<p><b>Como os Estados tornaram-se ref\u00e9ns do oligop\u00f3lio sist\u00eamico que s\u00e3o os bancos?<\/b><\/p>\n<p>Depois dos anos 1970, os Estados perderam toda a soberania monet\u00e1ria. Eles s\u00e3o respons\u00e1veis. A moeda agora \u00e9 criada pelos bancos, na propor\u00e7\u00e3o de cerca de 90%, e pelos bancos centrais (em muitos pa\u00edses, independentes dos Estados) para os restantes 10%. Al\u00e9m disso, a gest\u00e3o da moeda, atrav\u00e9s de seus dois pre\u00e7os fundamentais (as taxas de c\u00e2mbio e taxas de juros) est\u00e1 inteiramente nas m\u00e3os do oligop\u00f3lio banc\u00e1rio, que tem todas as condi\u00e7\u00f5es para manipul\u00e1-los. Assim, os grandes bancos t\u00eam nas m\u00e3os as condi\u00e7\u00f5es monet\u00e1rias para o financiamento dos investimentos, mas sobretudo do para o financiamento dos d\u00e9ficits p\u00fablicos. Os Estados n\u00e3o s\u00e3o apenas disciplinados pelos mercados, mas sobretudo ref\u00e9ns da hidra mundial.<\/p>\n<p><b>H\u00e1 portanto uma rela\u00e7\u00e3o quase destrutiva desses bancos com rela\u00e7\u00e3o aos Estados<\/b><\/p>\n<p>Essa rela\u00e7\u00e3o \u00e9, de fato, devastadora. Nossas democracias esvaziam-se progressivamente, em raz\u00e3o da redu\u00e7\u00e3o (ou da aus\u00eancia) de margem de manobra para a a\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Al\u00e9m disso, o oligop\u00f3lio banc\u00e1rio deseja instrumentalizar os poderes dos Estados, para evitar eventuais regula\u00e7\u00f5es financeiras, ou limitar o peso das multas \u00e0s quais deve fazer face quando \u00e9 pego com a boca na botija. Quer evitar especialmente processos de repercuss\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n<p><b>Mas os bancos n\u00e3o permitem aos Estados financiar os d\u00e9ficits or\u00e7ament\u00e1rios?<\/b><\/p>\n<p>N\u00e3o devemos esperar que os bancos privados defendam interesses sociais! Os bancos veem primeiro os seus lucros, que eles podem realizar por meio de suas atividades financeiras particulares, ou de suas atividades especulativas. Seus gestores olham para os Estados como para qualquer outro ator econ\u00f4mico endividado. Medem os riscos e a rentabilidade de um investimento financeiro. As d\u00edvidas do Estado s\u00e3o vistas por eles como um ativo financeiro, tal como qualquer outro \u2013 que se compra ou se vende, e sobre o qual \u00e9 igualmente permitido especular.<\/p>\n<p><b>Na mitologia grega, H\u00e9rcules \u00e9 o encarregado deve matar a hidra. E em nosso mundo: onde est\u00e1 o H\u00e9rcules capaz de matar a hidra banc\u00e1ria mundial?<\/b><\/p>\n<p>Sobre isso, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas. Nosso H\u00e9rcules de amanh\u00e3 ser\u00e1 um ator coletivo, uma futura comunidade internacional, de legitimidade democr\u00e1tica incontest\u00e1vel, libertada de seus dogmas neoliberais, e suficientemente consciente de seus interesses de longo prazo para organizar o financiamento da atividade econ\u00f4mica mundial. Dito de outra forma, um ser ainda imagin\u00e1rio! Um primeiro passo seria dado, contudo, se um novo Bretton Woods fosse convocado para criar uma moeda comum em escala internacional, e n\u00e3o apenas no contexto das soberanias monet\u00e1rias nacionais restauradas.<\/p>\n<p><b>Voc\u00ea aposta na intelig\u00eancia pol\u00edtica?<\/b><\/p>\n<p>Sim, certamente! Mas, sobretudo, aposto na intelig\u00eancia dos cidad\u00e3os do nosso planeta. As redes sociais podem ser instrumentos formid\u00e1veis para criar esta intelig\u00eancia pol\u00edtica, de que temos extrema necessidade hoje.<\/p>\n<p><b>Estariamos caminhando para um desastre de escala sem precedentes?<\/b><\/p>\n<p>Ele est\u00e1 diante de n\u00f3s. Todas as condi\u00e7\u00f5es est\u00e3o maduras para um novo terremoto financeiro ocorrer, quando os Estados est\u00e3o exangues. Ele ser\u00e1 ainda mais grave do que o precedente. Ningu\u00e9m pode desej\u00e1-lo, porque seus efeitos econ\u00f4micos e financeiros ser\u00e3o desastrosos e suas consequ\u00eancias pol\u00edticas e sociais podem ser dram\u00e1ticas. Podemos v\u00ea-los na Gr\u00e9cia. Urg\u00eancia democr\u00e1tica e lucidez pol\u00edtica tornaram-se indispens\u00e1veis e urgentes.<\/p>\n<p><b>Os bancos est\u00e3o todos podres? As finan\u00e7as, necessariamente perversas?<\/b><\/p>\n<p>Quando um oligop\u00f3lio superpoderoso administra o dinheiro como um bem privado, n\u00e3o podemos ser surpreendidos pela l\u00f3gica financeira que resulta da\u00ed. Os bancos buscam metas de lucro, com a tenta\u00e7\u00e3o recorrente, entre os maiores, de fazer acordos oligopolistas. A hidra banc\u00e1ria nasceu h\u00e1 cerca de dez anos, e j\u00e1 tomou conta de todo o planeta. O confronto de poderes, entre bancos avassaladores e poderes pol\u00edticos enfraquecidos, parece agora inevit\u00e1vel. Um resultado positivo desta luta \u2013 a priori desigual \u2013 s\u00f3 pode ocorrer por meio mobiliza\u00e7\u00e3o de cidad\u00e3os que estejam plenamente conscientes do que est\u00e1 em jogo.<\/p><\/blockquote>\n<p>Fonte: <em><a href=\"\/\/outraspalavras.net\/destaques\/os-28-bancos-que-controlam-o-dinheiro-do-mundo\/\" target=\"_blank\">Os 28 bancos que controlam o dinheiro do mundo<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Livro aponta: oligarquia financeira subjugou bancos centrais, transferiu a Estados d\u00edvidas t\u00f3xicas e est\u00e1 prestes a provocar crise global ainda mais grave Fran\u00e7ois Morin, entrevistado por Vittorio De Filippis\u00a0| Tradu\u00e7\u00e3o:\u00a0In\u00eas Castilho A transfer\u00eancia, para os Estados, das d\u00edvidas privadas t\u00f3xicas de 28 grandes bancos \u201csist\u00eamicos\u201d, durante a \u00faltima crise financeira, explica as pol\u00edticas de austeridade [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[32,19,18],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/dcvcorp.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2040"}],"collection":[{"href":"http:\/\/dcvcorp.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/dcvcorp.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/dcvcorp.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/dcvcorp.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2040"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/dcvcorp.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2040\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2043,"href":"http:\/\/dcvcorp.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2040\/revisions\/2043"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/dcvcorp.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2040"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/dcvcorp.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2040"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/dcvcorp.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2040"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}