Reflexões Sobre A Nação De Israel

Eu tenho visto alguns vídeos compartilhados recentemente onde alguns buscam dizer que a nação de Israel que vemos hoje não é o mesmo Israel da aliança com o Senhor e afins.

Para estes que fazem tal alegação gostaria de colocar o seguinte, observe que o Eterno sempre preservou para si um remanescente e isso pode até significar um único indivíduo (lembre de Noé). Quando Elias reclamou ao Senhor que apenas ele restara, o próprio Senhor lhe informou que guardou para si outros 7.000, sendo assim, quem pode afirmar que, ao longo dos séculos, o Senhor não guardou para si um remanescente fiel entre os judeus?! Eu não seria arrogante a ponto de afirmar que não, sendo assim, a aliança perpétua do Senhor, afirmada nas Escrituras, é com esses fiéis e basta apenas um para que ela se mantenha válida. Lembre que no deserto, o Senhor sugeriu recomeçar o povo a partir de Moisés apenas, ou seja, basta uma semente fiel. Dessa forma, como você pode afirmar com toda certeza que a nação de Israel que vemos hoje não pode ser continuação do mesmo Israel do passado?! Para ser fiel à Sua aliança, o Senhor poderia sim recriar a nação em benefício de apenas um único fiel dentro do meio deles e em favor à Sua aliança e assim cumprindo a Sua palavra. Lembre novamente que o Senhor já mostrou que, ao longo dos séculos, sempre preserva um remanescente e pode muito bem ter feito o mesmo nesses últimos milênios.

Muitos julgam o Israel atual observando os que não são fiéis à aliança com o Eterno, mas o Altíssimo observa a Sua aliança apenas com os justos e fiéis e virá apenas para eles, ou seja, estão olhando pelo ângulo errado, condenam todo um grupo observando aos infiéis à aliança do Senhor, mas esquecem o remanescente, e o Senhor é fiel ao Seu remanescente. Sendo assim vejo muitos atribuindo a Satanás a criação da atual nação de Israel, só digo isso, CUIDADO, eu teria muito temor de fazer tal afirmação, pois você pode estar atribuindo ao inimigo algo que foi realizado pelo SENHOR e há muitas evidências que concordam com essa possibilidade, basta observar os sinais. Eu estudei profundamente toda a questão da nação de Israel desde a sua dispersão e os movimentos sionistas que começaram a partir do século 19 em diante que culminaram na criação da atual nação de Israel. Há várias evidências da Mão do Senhor para tal, portanto, eu não teria a coragem e a audácia de ser arrogante a esse ponto de afirmar o contrário, visto a fidelidade do Senhor à Sua palavra e as evidências do remanescente fiel ao longo dos séculos, como é visto nas Escrituras.

Então, concluindo, aos que negam a descendência de Israel, assim como o seu direito de possuirem a terra e de serem uma nação, eu, humildemente, lhe peço que informem com precisão a data em que não houve mais o remanescente fiel, mostrando quando esse último fiel da linhagem faleceu e que ali terminou a aliança do Senhor, dê o nome desse último e o dia, mês e ano onde veio a terminar esse remanescente entre os judeus e também a resposta das condições dadas pelo Eterno para tal, pois provavelmente já o sabem bem e com muita precisão para afirmarem isso, como está em Jeremias 31:37:
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“Assim diz o SENHOR: Se puderem ser medidos os céus lá em cima e sondados os fundamentos da terra cá embaixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o SENHOR.”
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Portanto, você pode colocar as respostas nos comentários, por favor; o número da medida dos céus com até 8 casas decimais, em metros, não peço muito, e dos fundamentos, basta um descritivo de cada estrato geológico a cada 1 metro cúbico com a sua composição, mas em 3D, pois há variações pelo globo. Claro que o Eterno não vai ser tão errático como eu, provavelmente Ele lhe pedirá bem mais que 8 casas decimais e um detalhamento em nível atômico ou ainda menor do que isso.
Quanto aos outros argumentos que tenha, eles só valem após a resposta destes acima, pois se você já falhar nestes, que são puramente matemáticos e geológicos, que dirá nos demais que dependem da miserável e limitada, por vezes orgulhosa, mas vazia, interpretação humana.

Fonte: Dionei Vieira – Eu tenho visto alguns vídeos compartilhados…

O Rabino Yehuda Glick Encontra-se Com Líderes Muçulmanos Na Turquia – O Messias E O Monte Templo Estavam Na Pauta

ATENÇÃO: O Rabino Yehudah encontrou-se recentemente com o intelectual Islâmico Adnan Oktar, isso é um fato incrível e pode representar um grande evento profético que se descortina, pois há quase um ano traduzi uma entrevista de Adnan Oktar onde ele enfatiza que apoia a reconstrução do Templo ao lado da Mesquita de Omar e ele, como líder Islâmico na Turquia, buscava influenciar outros líderes islâmicos para apoiarem a construção do Templo. Esse encontro entre ambos é significativo e um grande indicativo.

 

 

Aqui está o vídeo que traduzi no meu canal onde Adnan fala da construção do Templo, recomendo que assista. Logo no primeiro minuto da entrevista Adnan já comenta sobre isso: https://www.youtube.com/watch?v=SZWjNYhBZOw

Aqui o artigo que fala do encontro do Rabino ativista do Monte Templo e Adnan Oktar e outros líderes: http://www.breakingisraelnews.com/44498/temple-mount-activist-yehuda-glick-travels-turkey-ramadan-peace-middle-east/#8MHgFr1TvQhDGjjK.97

No artigo, tradução abaixo, veja o que Adnan fala para o Rabino: “Sua missão ainda não acabou, sua missão continua, vamos ver o Mashiach (Messias), vamos ver o Templo de Salomão, vamos todos juntos orar lá, se Deus quiser”.

Segue a tradução do artigo:
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O ativista do Monte do Templo e chefe do Templo do Monte Heritage Foundation, rabino Yehuda Glick, está atualmente (02/07) em Istambul, Turquia, em um encontro com líderes religiosos muçulmanos e juntando-se como um convidado de honra na celebração do feriado do mês do Ramadã.

Várias personalidades religiosas e muftis tinham estendido a mão para Glick, convidando-o para visitar mesquitas turcas e participar de condenações públicas conjuntas do terror e da violência em nome do Islã.

Glick é um israelense de origem americana é dedicado a vida em aumentar o acesso ao Monte do Templo em Jerusalém, o local mais sagrado do judaísmo. Uma figura controversa, ele sobreviveu a uma tentativa de assassinato em outubro, quando um terrorista palestino atirou quatro vezes no seu peito à queima-roupa.

Discutindo a sua decisão de viajar para a Turquia, a qual nos últimos anos não tem sido amigável para com Israel, Glick explicou em uma declaração exclusiva à Israel News, “nos últimos anos tenho estado envolvido na promoção do diálogo entre os crentes em Um e Único Deus. Quando faço uma chamada para a liberdade de culto, dos direitos humanos, o respeito a todas as outras pessoas, eu quero dizer isso. Esta missão está profundamente ligada à visão de nossos profetas que tornaram o Monte do Templo em uma casa de oração para todas as nações”.

Glick condenou a justificativa religiosa usadas por terroristas para realizarem seus atos de violência. “Há muitos líderes religiosos amigáveis que compartilham essa crença de que não só é qualquer uso da violência que não se justifica, mas quando é feito em nome de Deus, é uma desgraça total de Seu Nome”, afirmou Glick.

Refletindo sobre a tentativa de assassinato de sua vida, Glick disse ao Israel News, “logo depois que eu fui ferido, muitos desses líderes vieram condenar publicamente este atentado muito ferozmente, e eles tinham me convidado para expressar essas palavras para mim pessoalmente. Agora, oito meses após a tentativa de assassinato contra a minha vida, eu sinto que, embora eu não estou completamente de volta, a minha saúde atual me permite responder positivamente a esses convites”.

Considerando as atuais tensões políticas e religiosas em Israel, Glick explicou que ele sentiu que esta viagem poderia promover o diálogo e a paz. “Desta vez, eu senti que eu não podia dizer não. Embora nestes dias os muçulmanos estão desonrando o nome de Deus e realizando ataques terroristas ao redor de Israel, fui convidado pelos líderes muçulmanos para comemorar como um convidado de honra durante o mês do Ramadã. Eu fui convidado para vir para suas mesquitas e ouvi-los pregar publicamente para condenar qualquer tipo de terror e violência.

“Esta semana eu estarei reunido com diversos muftis que compartilham essas crenças. Espero que eu esteja fazendo a minha pequena parte na promoção da paz no mundo, em nome de Deus, cujo nome é Shalom (paz), e em nome da cidade de Shalom – Jerusalém”.

Quinta à noite, Glick é esperado para se juntar a representantes de diferentes religiões em uma grande cerimônia celebrando a refeição fast-break tradicional de iftar, que é comido cada noite na conclusão do diário de jejum do Ramadã.

“Encontrei-me com um grande Mufti de Istambul – Ideen Hyman, da Mesquita Dulmabache. Eu também me reuni com o governador de Istambul”, disse Glick.

Em uma entrevista com Adnan Oktar, um proeminente autor e anfitrião de televisão no canal A9 por satélite que falou no passado sobre a fraternidade entre judeus e muçulmanos, Oktar expressou sua admiração de Glick e reafirmou sua condenação da violência.

“A tentativa de assassinato foi terrível”, disse Oktar. “Foi o terrorismo. Denunciamos de forma muito poderosa. Nenhum muçulmano normal pode pensar isso ou fazer isso”.

Agradecendo Oktar por falar em nome de Deus contra a violência, Glick encorajou outros a defenderem a verdade contra o Islã radical.

“Quando alguém faz [a violência] em nome de Deus, e nós sabemos que Deus é a vida eterna, que Ele não pode ser usado para matar, Ele é para a vida, então é isso que é tão doloroso, e é isso que nós, pessoas que são fiéis em Deus, devemos falar contra”, afirmou.

“Eu acho que o Sr. Oktar está a fazer isso todos os dias, chamando as pessoas e dizendo que Deus não é o Deus do mal, Deus é um Deus de misericórdia, isso é tão importante, porque temos de preparar a humanidade para estes dias especiais”.

Falando sobre o verdadeiro custo do terror islâmico, Glick acrescentou: “O dano destas pessoas que estão fazendo [a violência] em nome do Islã não é um prejuízo para nós, é principalmente um dano ao Islã. Nós sabemos que o Alcorão fala sobre o povo judeu como o Povo do Livro, da Terra Santa, e essas pessoas que estão falando em nome do Islã, eles estão causando danos acima de tudo para o nome do Islã”.

Oktar concordou, dizendo: “Você está certo, eles atacam Islã e o Corão, desta forma, fazendo algo parecido com isto. Vamos ver muito belos dias, se Deus quiser. Veremos que os filhos de Abraão irão se abraçar na Terra Santa, e vamos ver o Mashiach (Messias)”.

“Nós consideramos você como um herói”, acrescentou. “Sua missão ainda não acabou, sua missão continua, vamos ver o Mashiach (Messias), vamos ver o Templo de Salomão, vamos todos juntos orar lá, se Deus quiser”.

Fonte: Dionei Vieira – Fotos da Linha do Tempo

A Profecia Dos 10 Jubileus

Este post é apenas para lembrar aos que gostam de estudar profecias que 3/4 da profecia de Judah Ben Samuel já se cumpriram. Judah Ben Samuel foi um piedoso judeu alemão que viveu entre 1140 e 1217, e que antes da sua morte (em 1217) profetizou acerca de Jerusalém e da nação de Israel o seguinte (vide imagem abaixo):

Quando os otomanos (turcos) – que ainda estavam se desenvolvendo no tempo de Judah Ben Samuel – conquistarem Jerusalém eles vão governar Jerusalém durante oito jubileus (1517 a 1917). Depois Jerusalém se tornará terra de ninguém por um jubileu (1917-1967) e, em seguida, no décimo jubileu irá voltar para a posse da nação judaica (1967-2017??) – o que significaria o início do tempo messiânico do fim dos tempos.

Existem várias referências antigas sobre a profecia de Judah Ben Samuel, o que denota que a mesma não teve como ser “fabricada”, seguem algumas: Rabbi Isaac Ben Solomon Luria, fazendo uma abordagem mística sobre o mundo messiânico (Jerusalem, 1531-1572, Safed); Joseph Solomon Delmegido (1591 Candia – 1655 Prague), um matemático e astrônomo (“Mazref le-Chochma”), Azulai I (1724-1806), um famoso bibliógrafo; Samuel David Luzzatto (1800-1865), um estudante das Escrituras; o historiador Heinrich Graetz (1817-1891); e o estudioso da Torah Jacob Epstein (1925-1993).

Sendo assim, não parece ser ao acaso que tantos Rabinos tem vindo a público colocando que a vinda do Messias é esperada para breve. Quem tem acompanhado o que acontece entre o povo Judeu, percebe o que disseram vários Rabinos nas últimas décadas e nos últimos anos, tais como Kaduri e tantos outros, falando e apregoando de que a era messiânica se aproxima. Será que Judah Ben Samuel, que teve 3/4 de sua profecia cumprida com perfeição, teria errado justamente na última parte e a mais importante?! Pessoalmente, eu acho pouco provável, ainda mais com tantos eventos proféticos sendo cumpridos justamente nessa época atual … de qualquer forma logo o saberemos … se o 1/4 restante vier a se comprovar, você está preparado?!

Fonte: Dionei Vieira – Profecia dos 10 Jubileus

04 de julho, 17 de Tamuz No Calendário Judaico – Momento De Vigiar E Orar

Amanhã, 04 de julho, é 17 de Tamuz no calendário judaico. Um dia marcado por cinco grandes catástrofes que ocorreram na história judaica:

(1) Moisés quebrou as tábuas no Monte Sinai, em resposta ao Bezerro de Ouro que foi construído.
(2) As ofertas diárias no Primeiro Templo foram suspensas durante o cerco de Jerusalém, no século 5 aC.
(3) As muralhas de Jerusalém foram violadas, antes da destruição do Segundo Templo em 70 EC.
(4) Antes da Grande Revolta, o general romano Apostamos queimou um rolo da Torá – estabelecendo um precedente para a horrível queima de livros judaicos ao longo dos séculos.
(5) Uma imagem idólatra foi colocada no Templo Sagrado – um ato insolente de blasfêmia e profanação.

Os dois Templos que foram destruídos tiveram suas quedas iniciando no mês de Tamuz, a partir das brechas que ocorreram nos muros, e o seu ápice ocorreu no mês de Av, no dia 9 (dia 25 de julho neste ano). Assim como em 17 de Tamuz houve a brecha na muralha do Segundo Templo, o mesmo ocorreu em 9 de Tamuz (26/06/2015) no Primeiro Templo, sendo que o dia 17 de Tamuz acabou incorporando a lembrança desse evento para os dois fatos.

Neste ano, nos EUA, no dia 9 de Tamuz houve a decisão pela Suprema Corte sobre a questão do casamento homossexual, um evento marcante, visto que nos dias de Noé e Ló, essa é uma das características do povo dessa época que marcou o seu comportamento antes de sua destruição, além da violência na terra (veja Gênesis 6:11,13).

Curiosamente, 4 de julho é comemorado nos EUA pelo Dia da Independência e neste ano está sendo marcado também pela crescente ameaça terrorista (violência). Por isso, pelas “coincidências” das datas do calendário judaico com eventos neste ano, e nisso posso citar também os vários eclipses solares e lunares de 2015 que também foram e ainda serão em datas significativas do calendário judaico, é importante observar se esses outros dias históricos podem ser marcados, na atualidade, por outros fatos que venham a ser históricos e importantes no mundo. É um momento para se vigiar e orar …

Fonte: Dionei Vieira – Amanhã, 04 de julho, é 17 de Tamuz no calendário…

O Fim da Era Judaico-Cristã na América

A recente decisão do Supremo Tribunal Americano sobre a redefinição do casamento sela o fim da era cristã na América como os fundadores protestantes nos EUA haviam imaginado.

Desde bem antes de 1776 até a segunda metade do século 20, os valores morais dos Estados Unidos foram enraizados na Bíblia e no seu Deus.

Ao contrário da Europa, que se definiu como exclusivamente cristã, a América se tornou a primeira sociedade judaico-cristã. Os fundadores americanos eram cristãos – quer teologicamente ou culturalmente – mas eles estavam enraizados nas Escrituras Hebraicas. Até mesmo os americanos que não poderiam afirmar a teologia cristã ou judaica tradicional afirmaram a centralidade de Deus com a ética. Americanos, desde os seus fundadores, entenderam que, sem Deus, não há nenhuma verdade moral – e assumiram que essas verdades eram para ser adquiridas a partir da Bíblia mais do que em qualquer outro lugar.

Começando com a proibição da Suprema Corte sobre a oração em escolas não denominacionais em 1962, a decisão do casamento do mesmo sexo tem, essencialmente, a completa secularização do estado na sociedade americana. Isso é uma coisa sobre a qual ambos, de direita e esquerda, religiosa e secular, podem concordar. Um lado pode se alegrar com o fato, e os outros podem chorar, mas é um fato.

E o que substituiu o judaísmo, o cristianismo, os valores judaico-cristãos e a Bíblia? A resposta é: SENTIMENTOS.

Mais e mais americanos confiam em sentimentos ao tomar decisões morais. A vontade do coração humano tomou o lugar dos princípios morais das Escrituras Sagradas de Deus.

Anos atrás, eu gravei uma entrevista com uma estudante de graduação sueca. Comecei perguntando-lhe se ela acreditava em Deus. Claro que não.

Será que ela acredita em religião? Claro que não.

“Onde, então, você começa a sua noção de certo e errado?”, Perguntei.
“Do meu coração”, ela respondeu.

É por isso que cinco membros da Suprema Corte têm redefinido o casamento igualitário entre pessoas do mesmo sexo. Eles consultaram seus corações, suas vontades.

Isso é compreensível. Qualquer conservador religioso que não reconhece a perseguição histórica a homossexuais não pode entender que eles desejam casar-se, principalmente, devido a falta de compaixão.

Mas devemos ser honestos. Esta falta de compaixão é mais do que compensada pela mesquinhez expressa pelos defensores do casamento homossexual. Eles tornaram aqueles que acreditam que a instituição homem-mulher como essencial a família e o casamento tradicional, como o grupo mais retrógrado ou reacionário na América hoje.

É o coração – não a mente, e nem mesmo milênios de experiência humana, nem qualquer órgão secular ou religioso da sabedoria – que determinou que o casamento não deve mais ser definido como a união de um homem e uma mulher.

É do coração, não da mente, que concluiu que o gênero não tem nenhum significado. Essa é a essência do Brave New World ser levados a esse caminho. Pela primeira vez na história, sociedades inteiras estão anunciando que o gênero não tem nenhum significado. O casamento do mesmo sexo é, acima de tudo, a afirmação de que homens e mulheres não significam nada, são completamente intercambiáveis, e, sim, nem sequer existem objetivamente, porque você é apenas o sexo que você sente que você é. Isso explica o “T” em “LGBT”. O caso para o casamento do mesmo sexo é dependente da negação das diferenças sexuais.

É do coração, não da mente, que concluiu que tudo que uma criança precisa é ‘amor’, não um pai e uma mãe.

E é aí que reside um dos motivos que a noção de obediência a religião é tão rejeitada pela esquerda cultural. O Judaísmo e o cristianismo bíblico reprovam repetidamente que o coração humano seja como um guia moral. Além disso, a guerra para substituir Deus, os valores judaico-cristãos e a Bíblia como guias morais estão longe de terminar. O que isso leva?

Aqui estão três possíveis cenários:

1. Tornando-se cada vez mais como a Europa Ocidental, que mais ou menos criou as primeiras sociedades sem Deus e sem religião na história. Entre as consequências estão menos casamentos e nascimento de filhos.

2. Mais e mais ‘rejeição (?)’ – eventualmente a ‘proíbição’ – de judeus religiosos e cristãos, clérigos e instituições em se recusarem a realizar casamentos do mesmo sexo. Gerando um clima social de repúdio e desconfiança em relação as instituições fundamentadas na Bíblia.

3. Uma América cada vez mais guiada pelo coração das pessoas.
Se você confia na sua própria consciência e no coração humano, você deve se sentir confiante em relação ao futuro. Mas se você não confia nisso então você deve estar com medo do futuro. Valores judaico-cristãos fizeram da América, apesar de suas falhas, um mundo exclusivamente livre, democrático, próspero e a maior força para o bem no mundo. Sem esses valores fundamentais, tudo isso vai mudar.

http://www.dennisprager.com/the-formal-end-to-judeo-christ…/

Tradução: Edward Davis

 

The U.S. Supreme Court’s ruling on the redefinition of marriage seals the end of America as the Founders envisioned it. From well before 1776 until the second…
DENNISPRAGER.COM

Fonte: Dionei Vieira – O FIM DA ERA JUDAICO-CRISTÃ NA AMÉRICA A recente…

Corte de Jerusalém defende oração judaica no Monte do Templo

por Jeremy Sharon,

 

 

Ativistas saudaram o que foi rotulado como uma vitória histórica nesta segunda-feira, após o Tribunal de Jerusalém emitir uma decisão ostensivamente apoiando as reivindicações de que os judeus estão autorizados a rezarem no Monte do Templo.

O ativista Yehuda Glick tinha feito um processo judicial contra a Polícia de Israel por causa de o proibirem de visitar o local por dois anos, devido as provas de vídeo dele orando no Monte do Templo.

Glick, que ficou gravemente ferido em uma tentativa de assassinato no ano passado por um extremista palestino, foi banido do Monte do Templo, entre 2011 e 2013, depois que ele foi visto proferindo uma oração judaica no local, em uma transmissão pelo Canal 10.

Os serviços de segurança proíbem não-muçulmanos de rezarem ou de praticarem outras formas de culto no Monte do Templo, alegando que Leia Mais