Uma Curiosidade sobre a Tétrade das Luas de Sangue de 2014/2015 e os Eclipses de 2015

Uma curiosidade sobre a Tétrade das Luas de Sangue de 2014/2015 e os eclipses solares de 2015 (todos eles ocorrendo em datas significativas do calendário judaico) …

Mapeando os locais da tétrade e dos eclipses solares, escolhendo os pontos com base na localização da melhor vista de cada eclipse e colocando cada ponto no mapa, para surpresa, ele forma uma estrutura similar a estrela de Davi! Parece que estes sinais sempre apontaram para Israel, caso você ainda tivesse alguma dúvida.

 

 

 

Mais dados neste artigo: http://us10.campaign-archive2.com/?u=0d3a158f375a98ab1256d201e&id=47d4ab6640

Fonte: Dionei Vieira – Fotos da Linha do Tempo

Setembro – Para os que dizem que nada aconteceu … 

Um monte de gente esperava que algo grande viesse a acontecer em setembro e acham que, em última análise, nada aconteceu. Mas, sem dúvida, algumas coisas muito importantes aconteceram em setembro. Estamos testemunhando o colapso financeiro mundial mais significativo desde o final de 2008.

Todos os maiores mercados de ações do mundo estão caindo simultaneamente e, até agora, a quantidade de riqueza que tem sido dizimada em todo o mundo é superior a 5 trilhões de dólares [ 11 trilhões de dólares nos últimos 90 dias ]. Além das ações, os títulos de alto risco também estão caindo. recentemente o Bank of America disse que isso é como um “trem desgovernado em movimento lento que parece estar se acelerando” ( veja a declaração do banco aqui: http://www.zerohedge.com/…/bofa-issues-dramatic-junk-bond-m… ).

Graças à queda dos preços de commodities, muitos dos maiores comerciantes de commodities do planeta estão agora implodindo. A Glencore entrou numa espiral de morte. Nesta terça-feira, o preço das ações do maior operador de commodities na Ásia, o Grupo Noble, caiu como uma pedra e a gigante de comércio de commodities, a Trafigura, parece estar em pior forma do que a Glencore ou o Grupo Noble. O colapso total de qualquer um deles poderia facilmente ser um evento maior do que a implosão do Lehman Brothers em 2008.

Então, eu sinceramente não entendo a multidão de pessoas que diz que “nada está acontecendo”. É preciso muita ignorância em um nível quase inacreditável para tentar afirmar que “nada está acontecendo” no mundo financeiro no momento. E isso não é o fim do problema … é apenas o começo!

Mais detalhes neste artigo: http://theeconomiccollapseblog.com/…/this-is-for-the-nothin…

Fonte: Dionei Vieira – Um monte de gente esperava que algo grande viesse…

O Bilionário Investidor Carl Icahn Alerta: “PERIGO A FRENTE!”

Segundo declaração do bilionário investidor Carl Icahn, este é o destino para onde caminha a “festa” dos Títulos de Risco, Títulos de Alto Rendimento, ETFs e outros motivados pelas baixas taxas dos EUA …

Ao final ele declara que esse destino será tão ruim que fará as pessoas sentirem saudades dos tempos das crises passadas …

Infelizmente não dá para discordar, pois não há movimentos para nenhuma segunda via.

As declarações podem ser vistas no vídeo, por volta dos 12 minutos em diante, que foi disponibilizado em seu site oficial, aqui: http://carlicahn.com/

Fonte: Dionei Vieira – Fotos da Linha do Tempo

Mark Zuckerberg fala que o Facebook irá censurar posts anti-migração

Cada vez mais as coisas complicam e vemos que, de todas as formas, se busca concluir uma agenda global extremamente perigosa para o futuro das nações mundiais e sempre favorecendo tanto as forças globais islâmicas quanto de esquerda. Vivemos tempos muito difíceis e isso tende a ficar cada vez mais complicado e perigoso, principalmente para quem defende valores que vão contra essa agenda que está sendo realizada.

Segue o artigo traduzido:
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O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, foi pego discutindo a censura de mensagens anti-migrantes na reunião das Nações Unidas no último sábado ao falar com a chanceler alemã Angela Merkel.

De acordo com a CNBC ( aqui: http://www.cnbc.com/2015/09/27/angela-merkel-caught-on-hot-mic-pressing-facebook-ceo-over-anti-immigrant-posts.html ), os dois foram pegos por um microfone aberto depois de Merkel confrontar Zuckerberg sobre as mensagens de mídia social críticas sobre “a onda de refugiados sírios que entram na Alemanha”.

Depois de ser perguntado sobre os esforços do Facebook para restringir esse discurso, Zuckerberg declarou: “Precisamos fazer algum trabalho”, confirmando que ele já tinha começado a estudar formas de dificultar comentários em oposição à postura de imigração de Merkel.

“Você está trabalhando nisso?”, Perguntou Merkel. “Sim”, respondeu Zuckerberg antes de seu microfone ser cortado.

Em resposta à revelação chocante, os meios de comunicação, tais como o Bloomberg saltaram imediatamente para a defesa da gigante de tecnologia, insinuando que qualquer crítica da resposta do governo alemão para a crise dos migrantes seria “racista” e “xenófobo”.

Só na semana passada, um artigo da Infowars de Kit Daniels examinando os comentários controversos do Papa sobre a imigração em massa foi puxado e impedido pelo Facebook sem explicação.

Desde que a crise dos migrantes começou, as agências de notícias em todo o mundo têm procurado encobertar fatos cruciais, especificamente da responsabilidade da OTAN em desestabilizar a Síria, e saiu de seu caminho para ignorar abertamente quaisquer histórias que destacam os atos criminosos de migrantes.

A tendência de Zuckerberg para censurar esse discurso considerado politicamente incorreto não é surpreendente dada a sua reunião no final do ano passado com Lu Wei, o czar do sistema autoritário de censura na Internet da China.

Facebook CEO tells German chancellor “we need to do some work.”
INFOWARS.COM

Fonte: Dionei Vieira – Cada vez mais as coisas complicam e vemos que, de…

Os 28 bancos que controlam o dinheiro do mundo

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Livro aponta: oligarquia financeira subjugou bancos centrais, transferiu a Estados dívidas tóxicas e está prestes a provocar crise global ainda mais grave

François Morin, entrevistado por Vittorio De Filippis | Tradução: Inês Castilho

A transferência, para os Estados, das dívidas privadas tóxicas de 28 grandes bancos “sistêmicos”, durante a última crise financeira, explica as políticas de austeridade praticas na Europa.

Francesas, europeias ou norte-americanas, todas as autoridades bancárias asseguram: se o mundo viver uma nova crise financeira, comparável à de 2007-08, nem os Estados, nem os contribuintes vão pagar as consequências. É possível acreditar?

O economista François Morin, professor emérito da Universidade de Toulouse e membro do conselho do Banco Central francês, tem uma resposta categórica: não. Em L’Hydre Mondial [A Hidra mundial], um livro publicado em maio, e no qual ele menciona dados inéditos, Morin mostra como 28 bancos de porte mundial constituem um oligopólio totalmente distanciado do interesse público.

Para colocar os cidadãos a salvo de desastres financeiros futuros, o autor considera que é necessário destruir estes bancos, que ele compara a uma hidra, e resgatar a moeda para a esfera pública. Eis sua entrevista:

Como um punhado de bancos tomou a forma de uma hidra mundial?
Desde 2012, descobriu-se também que esses bancos muito grandes se entenderam entre si de forma fraudulenta a partir de meados dos anos 2000. A partir desse momento, esse oligopólio transformou-se numa hidra devastadora para a economia mundial.O processo é perfeitamente claro. Depois da liberalização da esfera financeira iniciada nos anos 1970 (taxas de câmbio e de juros definidas pelo mercado e não mais pelos Estados, e liberalização de movimento do capital), os mercados monetários e financeiros tornaram-se globais em meados dos anos 1990. Os maiores bancos tiveram então de adaptar a sua dimensão a esse novo espaço de intercâmbio, por meio de fusões e reestruturações. Reuniram-se as condições para o surgimento de um oligopólio em escala global. O processo assumiu rapidamente escala internacional e tornou-se gigantesco: o balanço total dos 28 bancos do oligopólio (50,341 trilhões de dólares) é superior, em 2012, à dívida pública global (48,957 trilhões de dólares)!

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Em que esses bancos são sistêmicos?

Estes 28 bancos foram declarados, acertadamente, “sistêmicos” pela reunião do G20 de Cannes, em 2011. A análise das causas da crise financeira da crise iniciada em 2007-2008 não podia deixar pairar qualquer dúvida sobre a responsabilidade desses bancos no desencadeamento do processo. Estão em causa os produtos financeiros “derivativos”, que espalharam-se na época e ainda continuam a ser difundidos em todo o mundo. Lembremo-nos de que estes derivativos são produtos que visam oferecer garantias a seus possuidores, em caso de dificuldades econômicas – e alguns deles têm caráter muito especulativo. Sua conversão em dinheiro pode tornar-se catastrófica, em caso de uma crise. No entanto, apenas 14 bancos com importância sistêmica “fabricam” estes produtos, cujo valor imaginário (o montante dos valores segurados) chega a 710 trilhões de dólares — ou seja, mais de 10 vezes o PIB mundial!

E você afirma que eles praticam acordos fraudulentos?

Múltiplas análises demonstraram que esses bancos ocupam posições dominantes sobre vários grandes mercados (de câmbio, de títulos de dívida e de produtos derivados). É característico de um oligopólio. Mas desde 2012, as autoridades judiciais dos Estados Unidos, britânicas e a Comissão Europeia aumentaram investigações e multas que demostram que muitos desses bancos – sobretudo onze entre eles (Bank of America, BNP-Paribas, Barclays, Citigroup, Crédit Suisse, Deutsche Bank, Goldman Sachs, HSBC, JP Morgan Chase, Royal Bank of Scotland, UBS) – montaram sistematicamente “acordos organizado em bandas”. A imposição de multas de muitos bilhões de dólares, contra a manipulação do mercado de câmbio ou da Libor [taxa de referência para juros interbancários, estabelecida em Londres], demonstra que esta prática existe.

O mundo está sentado sobre uma montanha de bombas-relógio financeiras montadas unicamente por este punhado de bancos?

Há várias evidências de muitas bolhas financeiras que podem estourar a qualquer momento. As bolha do mercado de ações só pode ser explicada pelas enormes injeções de liquidez, por parte dos bancos centrais. Mas, acima de tudo, há a bolha da dívida pública que atingiu todas as grandes economias. As dívidas privadas tóxicas do oligopólio bancário foram maciçamente transferidas para os Estados, na última crise financeira. Este superendividamento público, devido exclusivamente à crise e a esses bancos, explica as políticas de “rigor” e “austeridade” praticadas em cada vez mais países. Este superendividamento é a ameaça principal, como se vê na Grécia.

Regulação de derivativos – inclusive de crédito –, luta contra o “sistema bancário da sombra”, reforço dos fundos próprios, separação entre bancos de depósito e de investimento… não se pode dizer que nada foi feito para estabelecer algum controle sobre os bancos.

Vamos olhar mais de perto. O “sistema bancário sombra”, ou seja, o sistema financeiro não regulamentado, não pare de crescer – notadamente através do oligopólio bancário – para escapar das normas de supervisão e, em primeiro lugar, para negociar com derivativos. O reforço de capital próprio dos maiores bancos foi ridiculamente baixo. E em nenhuma legislação em vigor há uma verdadeira separação “patrimonial” das atividades bancárias. Em suma, o lobby bancário, muito organizado em escala internacional, tem sido eficaz, e o oligopólio pode continuar na mesma lógica financeira deletéria que praticava antes da crise.

Como os Estados tornaram-se reféns do oligopólio sistêmico que são os bancos?

Depois dos anos 1970, os Estados perderam toda a soberania monetária. Eles são responsáveis. A moeda agora é criada pelos bancos, na proporção de cerca de 90%, e pelos bancos centrais (em muitos países, independentes dos Estados) para os restantes 10%. Além disso, a gestão da moeda, através de seus dois preços fundamentais (as taxas de câmbio e taxas de juros) está inteiramente nas mãos do oligopólio bancário, que tem todas as condições para manipulá-los. Assim, os grandes bancos têm nas mãos as condições monetárias para o financiamento dos investimentos, mas sobretudo do para o financiamento dos déficits públicos. Os Estados não são apenas disciplinados pelos mercados, mas sobretudo reféns da hidra mundial.

Há portanto uma relação quase destrutiva desses bancos com relação aos Estados

Essa relação é, de fato, devastadora. Nossas democracias esvaziam-se progressivamente, em razão da redução (ou da ausência) de margem de manobra para a ação pública. Além disso, o oligopólio bancário deseja instrumentalizar os poderes dos Estados, para evitar eventuais regulações financeiras, ou limitar o peso das multas às quais deve fazer face quando é pego com a boca na botija. Quer evitar especialmente processos de repercussão pública.

Mas os bancos não permitem aos Estados financiar os déficits orçamentários?

Não devemos esperar que os bancos privados defendam interesses sociais! Os bancos veem primeiro os seus lucros, que eles podem realizar por meio de suas atividades financeiras particulares, ou de suas atividades especulativas. Seus gestores olham para os Estados como para qualquer outro ator econômico endividado. Medem os riscos e a rentabilidade de um investimento financeiro. As dívidas do Estado são vistas por eles como um ativo financeiro, tal como qualquer outro – que se compra ou se vende, e sobre o qual é igualmente permitido especular.

Na mitologia grega, Hércules é o encarregado deve matar a hidra. E em nosso mundo: onde está o Hércules capaz de matar a hidra bancária mundial?

Sobre isso, não há dúvidas. Nosso Hércules de amanhã será um ator coletivo, uma futura comunidade internacional, de legitimidade democrática incontestável, libertada de seus dogmas neoliberais, e suficientemente consciente de seus interesses de longo prazo para organizar o financiamento da atividade econômica mundial. Dito de outra forma, um ser ainda imaginário! Um primeiro passo seria dado, contudo, se um novo Bretton Woods fosse convocado para criar uma moeda comum em escala internacional, e não apenas no contexto das soberanias monetárias nacionais restauradas.

Você aposta na inteligência política?

Sim, certamente! Mas, sobretudo, aposto na inteligência dos cidadãos do nosso planeta. As redes sociais podem ser instrumentos formidáveis para criar esta inteligência política, de que temos extrema necessidade hoje.

Estariamos caminhando para um desastre de escala sem precedentes?

Ele está diante de nós. Todas as condições estão maduras para um novo terremoto financeiro ocorrer, quando os Estados estão exangues. Ele será ainda mais grave do que o precedente. Ninguém pode desejá-lo, porque seus efeitos econômicos e financeiros serão desastrosos e suas consequências políticas e sociais podem ser dramáticas. Podemos vê-los na Grécia. Urgência democrática e lucidez política tornaram-se indispensáveis e urgentes.

Os bancos estão todos podres? As finanças, necessariamente perversas?

Quando um oligopólio superpoderoso administra o dinheiro como um bem privado, não podemos ser surpreendidos pela lógica financeira que resulta daí. Os bancos buscam metas de lucro, com a tentação recorrente, entre os maiores, de fazer acordos oligopolistas. A hidra bancária nasceu há cerca de dez anos, e já tomou conta de todo o planeta. O confronto de poderes, entre bancos avassaladores e poderes políticos enfraquecidos, parece agora inevitável. Um resultado positivo desta luta – a priori desigual – só pode ocorrer por meio mobilização de cidadãos que estejam plenamente conscientes do que está em jogo.

Fonte: Os 28 bancos que controlam o dinheiro do mundo

Em Nova Iorque, o Papa Francisco Abraça o Crislam e Lança Fundamentos p/ Religião Única

Eu não tenho como traduzir todo o artigo agora, mas coloco uma parte importante do artigo sobre o tema que o mesmo aborda. Segue abaixo o trecho:
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O que o Papa Francisco tinha para dizer na Catedral de St. Patrick, em Manhattan, tem recebido pouca cobertura da mídia dominante, mas foi extremamente significativo. Assim ele começou seu discurso:
Eu gostaria de expressar dois sentimentos para os meus irmãos e irmãs muçulmanos: Em primeiro lugar, as minhas saudações enquanto eles celebram a festa do sacrifício. Eu desejaria que a minha saudação fosse mais quente. Meus sentimentos de proximidade, os meus sentimentos de proximidade em face da tragédia. A tragédia que ocorreu em Meca.

Neste momento, eu dou garantias de minhas orações. Uno-me com todos vocês. A oração ao Deus todo-poderoso, todo misericordioso.

[ o texto completo do discurso do Papa pode ser acessado aqui: http://abcnews.go.com/…/read-pope-francis-yorks-st-p…/story… ]

Ele não escolheu essas palavras por acidente. No Islã, Deus é conhecido como “o todo-misericordioso”. Se você duvida disso, basta fazer uma pesquisa no Google.

E esta não é a primeira vez em que o Papa Francisco tem usado esse tipo de linguagem. Por exemplo, o trecho seguinte vem de observações que ele fez durante o seu primeiro encontro ecumênico como Papa ( aqui a fonte:
http://www.zenit.org/…/pope-s-address-to-representatives-of… )

Além disso, saúdo cordialmente e agradeço a todos vocês, queridos amigos que pertencem a outras tradições religiosas; primeiro a todos os muçulmanos, que adoram o Deus único, vivo e misericordioso, e chamam-nO em oração e a todos vocês. Eu realmente aprecio a sua presença: nele eu vejo um sinal tangível da vontade de crescer na mútua estima e na cooperação para o bem comum da humanidade.

A Igreja Católica está ciente da importância de promover a amizade e o respeito entre homens e mulheres de diferentes tradições religiosas – Quero repetir isso: promover a amizade e o respeito entre homens e mulheres de diferentes tradições religiosas – também atestar o valioso trabalho realizado pelo Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso.

Remarks made by Pope Francis at St. Patrick’s Cathedral in Manhattan have sparked a firestorm of criticism from those that do not believe that Christians and
ENDOFTHEAMERICANDREAM.COM

Fonte: Dionei Vieira – Eu não tenho como traduzir todo o artigo agora,…

Gráficos da Velocidade do Dinheiro (M1, M2 e MZM) nos EUA desde 1959 até Abril de 2015

A velocidade do dinheiro é a freqüência com que uma unidade de moeda é utilizada para adquirir bens e serviços produzidos domesticamente – dentro de um determinado período de tempo. Em outras palavras, é o número de vezes que um dólar é gasto para comprar bens e serviços por unidade de tempo. Se a velocidade do dinheiro está aumentando, em seguida, mais transações estão ocorrendo entre os indivíduos em uma economia.

A freqüência de troca de moeda pode ser usado para determinar a velocidade de um determinado componente da oferta de dinheiro, fornecendo algumas dicas sobre se os consumidores e as empresas que poupam ou gastam seu dinheiro. Existem vários componentes da oferta de moeda: M1, M2 e MZM (M3 não é monitorado pelo Federal Reserve); estes componentes são dispostos sobre um espectro mais amplo para um mais reduzido. Considere M1, o componente mais reduzido. M1 é a oferta de moeda da circulação monetária (notas e moedas, cheques de viagem [emissores não bancários], depósitos por demanda e depósitos à vista). A velocidade de diminuição da M1 pode indicar que menos transações de consumo de curto prazo estão ocorrendo. Podemos pensar em transações de mais curto prazo como o consumo que venham a ser feitos em uma base diária.

O componente mais abrangente M2 inclui o M1, aumentando o espectro para além de depósitos de poupança, certificados de depósito (menos de US$ 100.000), e depósitos no mercado monetário para os indivíduos. Comparando as velocidades do M1 e do M2, isso fornece alguns insights sobre a rapidez com que a economia está gastando e o quão rápido ela está poupando.

O MZM (dinheiro com maturidade zero) é o componente mais amplo e consiste na oferta de ativos financeiros resgatáveis ao seu pedido: Notas e moedas em circulação, cheques de viagem (emissores não bancários), depósitos de demanda, outros depósitos à vista, depósitos de poupança, e todos os fundos do mercado monetário. A velocidade de MZM ajuda a determinar quantas vezes os ativos financeiros estão mudando de mãos dentro da economia.

Observando essas informações e os gráficos compartilhados, você pode perceber que claramente os mesmos não denotam uma economia em “franca recuperação” como é tão propagandeado pela mídia, mas sim justamente o contrário. Os sinais já estão aparecendo, pois o mercado vem degradando desde o início de 2015 e muitos efeitos podems ser percebidos, como é o caso dos mais de 2000 pontos que o Dow Jones perdeu desde o seu pico, sem falar nas tendências recentes e perigosas observadas no S&P 500.

Fonte: Dionei Vieira – Gráficos da velocidade do dinheiro (M1, M2 e MZM)…