O Enigma do Setenta

Este artigo foi publicado no site “Assuntos Polêmicos da Bíblia” (veja aqui) e o reproduzo na íntegra abaixo:

 

 

Estou postando um assunto que por sua natureza mostra como a Bíblia é um Livro Enigmático;

Deus através dos Seus Enigmas (Números 12:8) tem estabelecido e executado o Seu Plano de Redenção da Humanidade;

O ENIGMA DO SETENTA:

– Começou com um homem (Abraão) quando este nasceu e seu Pai de nome Terá, tinha 70 anos de idade (Gênesis 11:26);

– Da descendência de Abraão formou um povo através de uma família (Jacó e seus 12 (doze) filhos) e mais uma multidão que somava 70 pessoas, quando entraram no Egito (Gênesis 46:27);

– Quando Jacó morreu os Egípcios o choraram por 70 dias (Gênesis 50:3);

– Quando saíram do Egito chefiados por Moisés, e Deus os transformou numa Nação, no deserto, por 40 anos, onde lhes deu um Governo e Leis e mandou que Moisés encolhesse 70 homens para o auxiliar no Governo (Números 11:16, 24, 25);

– Num ponto do deserto chamado Elin encontraram 12 (doze) fontes de água e 70 palmeiras – 12 (doze) é o número das doze Tribos de Israel (Êxodo 15:27);

– Deus os colocou na Terra Prometida, mas eles O tentaram sistematicamente e foram levados em cativeiro para a Babilônia, por 70 anos. (Daniel 9:2) (Jeremias 25:11; 29:10).

No cativeiro da Babilônia, Deus, através de Daniel revelou as 70 semanas proféticas de 7 (sete) anos cada, onde mostrou os acontecimentos futuros envolvendo Israel e o Mundo. (Daniel 9:24 a 27);

Jesus, o Messias, misteriosamente, manda 70 discípulos em missão de evangelização, durante (mais…)

Quem vai montar o cavalo branco?

Meu Comentário: Muitos já leram sobre as cores dos cavalos, mas poucos sabem que o cavalo “amarelo”, também pode ser traduzido como “verde”, inclusive é a primeira opção no Strong para o grego Chloros, termo esse que deriva a palavra clorofila associado às plantas, [χλωρος, chloros – 1) verde 2) amarelado]. Isso é interessante e pode ser muito importante, pois Rodrigo Silva, autor do livro The Coming Bible Prophecy Reformation” (o qual pode ser adquirido na Amazon, aqui), já levantou uma curiosidade interessante sobre as cores das bandeiras dos países envolvidos e descritos nas batalhas do fim desta era conforme apontado geograficamente pelas escrituras. Veja o que quero dizer na imagem abaixo e observe a curiosa predominância das cores branca, vermelha, preta e verde nas bandeiras dos países islâmicos, principalmente na região dos inimigos de Israel segundo as escrituras:

 

b_islaa

 

Também é interessante enfatizar que no versículo “Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares;” (Mateus 24:7), a palavra grega para “nação” é “εθνος, ethnos” e a palavra grega para “reino” é “βασιλεια, basileia“, ou seja, olhando esse detalhe o mais correto é vermos etnias se levantando contra etnias e guerras entre “reinos religiosos”. Curiosamente, tudo isso está muito ligado ao que vemos nos dias atuais, principalmente no mundo islâmico com suas divisões entre sunitas e xiitas, não?! Bem, feito esses “adendos”, segue o artigo.

 

por Nelson Walters,

 

Há centenas de teorias sobre quem vai montar o cavalo branco do Apocalipse capítulo 6. Billy Graham afirma que será o Anticristo, alguns dizem que ele já foi montado e seu cavaleiro era Saddam Hussein, Maomé ou Hitler, Irineu pensava que seria Jesus, alguns tem retratado Obama naquele cavalo, os muçulmanos atribuem esta passagem ao Mahdi, o Hindu enxerga Krishna, e alguns consideram como sendo um cavaleiro impessoal, uma “peste” montaria o cavalo. Mas podemos (mais…)

Análise: Obama pode cortar laços diretos com Netanyahu

Meu Comentário: Observando o recente e belo discurso de Netanyahu no Congresso, criticando dura e firmemente as negociações da Casa Branca com o Irã, em minha humilde visão o fez de forma correta e necessária diga-se, tudo isso à revelia do que desejava Obama, o choque entre a Casa Branca e o Primeiro Ministro já era evidente, ainda mais com Obama promovendo seu comitê eleitoral para dar apoio ao candidato adversário de Netanyahu, Herzog. Para tornar tudo ainda mais complicado, na véspera das eleições Netanyahu enfatizou que sob sua gestão não haveria um Estado Palestino, algo desejado fortemente pela Casa Branca; foi a cereja do bolo, com todo esse movimento, assumiu-se que com a vitória de Netanyahu não haveria mais espaço para negociações restando ao povo árabe apenas soluções por meio da força e à Casa Branca a ruptura política. Olhando todo esse cenário é que Netanyahu voltou atrás em sua declaração sobre o Estado Palestino abrindo assim novamente caminhos para uma negociação, mas é interessante ressaltar que Netanyahu apoia a solução de dois Estados se determinadas circunstâncias forem atendidas. Mesmo com toda esse jogo político o fato é que as relações entre os EUA e Israel estão duramente comprometidas, principalmente por parte de Obama, o qual parece ter uma agenda própria que visa ir contra Israel, eu diria até que a agenda de Obama é antissemita em essência. Estamos no limiar de ver Israel ficar como há muito profetizado nas Escrituras, só, isolada e dependente do Eterno, tendo contra si todo um grupo de poder de nações que a buscam eliminar. Mas como já publiquei em meus posts no Facebook: “Quem quer que esteja com o Eterno ao seu lado é maioria, independente do número dos opositores“.

 

por Pamela Geller,

 

A Jihad de Obama contra os judeus acaba de se tornar a política oficial.

Sobre isto eu avisei no meu livro: “The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America” [Tradução livre: A Presidência Pós-Americana: A Guerra da Administração Obama contra a América].

O presidente Obama está considerando cortar todos os laços com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, (mais…)

10 Gráficos Que Mostram Que Os EUA Estão Em Situação Muito Pior Do Que Antes Da Última Crise Econômica

por Michael Snyder,

 

Se você acredita que a ignorância é uma benção, então você pode não querer ler este artigo. Vou dissipar a noção de que tenha havido qualquer tipo de “recuperação econômica”, e eu vou mostrar que os EUA estão em situação muito pior do que um pouco antes da última crise econômica. Se você voltar para 2007, as pessoas estavam se sentindo muito bem sobre as coisas. Casas estavam sendo compradas como nunca, o mercado acionário estava crescendo e o desemprego era relativamente baixo. Mas depois que a crise financeira de 2008 atingiu os EUA, por um tempo parecia que o mundo estava chegando ao fim. Claro que não chegou ao fim – foi apenas a primeira onda dos problemas. As ondas que vêm a seguir vão ser as que realmente nos eliminarão. Infelizmente, porque se tem experimentado alguns anos de relativa estabilidade, muitos norte-americanos tornaram-se convencidos de que Barack Obama, Janet Yellen e o resto das pessoas em Washington DC tem corrigido os problemas causados ​​pela última crise. Mesmo que todos os números estão gritando de uma forma diferente, há milhões e milhões de pessoas lá fora que realmente acreditam que tudo vai ficar bem de alguma forma. Parece que nunca aprenderam com o passado, e quando esta próxima crise econômica nos atingir, ela vai fazer uma incrível quantidade de danos, porque já estamos em um estado significativamente enfraquecido desde a última.

Para cada um dos gráficos que eu estou prestes a compartilhar com você, eu quero que você se concentre na última barra cinza sombreado em cada gráfico que representa a última recessão. Como você vai ver, os problemas econômicos nos EUA são significativamente piores do que eram pouco antes da crise financeira de 2008. Isso significa que os EUA estão muito menos equipados para lidarem com uma grande crise econômica do que da última vez.

 

#1 A Dívida Nacional dos EUA

Pouco antes da última recessão, a dívida nacional dos EUA estava um pouco acima de 9 trilhões de dólares. Desde aquela época, ela quase dobrou. Então, isso os faz estarem melhor ou pior? A resposta, é claro, é evidente. E mesmo que Barack Obama prometa que “os défices estão sob controle”, mais de um trilhão de dólares foram adicionados à dívida nacional no ano fiscal de 2014. O que estão fazendo para as gerações futuras, sobrecarregá-los com tanta dívida, é algo além de criminoso. E então o que Barack Obama quer fazer agora? Ele quer aumentar os gastos do governo e aumentar a dívida ainda mais rápido.

 

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#2 Dívida Total

Nos últimos 40 anos, o montante total da dívida dos Estados Unidos tem subido à alturas astronômicas. (mais…)

10 Anos de Recessão Se Aproximam

por Dionei Vieira,

 

 
Este relatório da Empiricus vem a se alinhar ao que venho escrevendo há muito tempo. É claro que grande parte do relatório tem um tom propagandista da própria consultoria, mas os dados por eles divulgados neste vídeo são bem reais, na verdade, os dados são bem piores, pois tenho outros dados de vários mercados e, alguns já publiquei aqui e no meu Facebook, que aludem a números ainda piores.

No Brasil a situação já está bem deteriorada, mas com tudo isso a única certeza que se pode ter é a de que as coisas irão deteriorar ainda muito mais. Mas ficará ainda pior quando a situação global começar a transparecer de forma clara os seus problemas econômicos e as suas tensões militares, pois a crise econômica virá acompanhada de guerras. Antes eu acreditava que isso seria mais visível apenas a partir do segundo semestre, mas com os andamentos globais das últimas semanas, isso já pode ocorrer antes disso, o que denota apenas uma coisa, que o segundo semestre será ainda pior do que já se imaginava, se é que isso é possível, pois as previsões anteriores já estouravam todas as escalas conhecidas. Dessa vez a raíz do problema está na insolvência dos próprios Bancos Centrais. Todo esse caos deverá causar muita convulsão social como nunca foi visto antes … globalmente.

Já fiz vários posts com recomendações diversas do que fazer, agora o tempo é curto e já estamos entrando naquela tempestade da qual avisei (mais…)

Gestor de fundos de Hedge: É um “momento verdadeiramente assustador”

Meu ComentárioE este ano Shemitáh (2014/2015), assim como os dois anteriores (2000/2001 e 2007/2008), também está a cada dia mostrando que uma grande possibilidade de um novo colapso econômico se aproxima. Como já postei várias e várias vezes, desde o ano passado antes do início deste ano Shemitáh, um colapso econômico de proporções gigantescas está previsto e eu não sou o único a dizer isso, tenho postado, aqui no blog e no meu Facebook, análises de grandes Executivos, renomados Economistas, Analistas Financeiros diversos e até gestores financeiros de várias partes do mundo, a exemplo deste do artigo agora publicado. Quem puder que se prepare, diminua seus gastos, fuja das dívidas e guarde o que puder. Veja abaixo a tradução desse artigo recente da CNBC.

 

por Lawrence Delevingne,

 

Um gestor de fundo de Hedge, que já alertou sobre a última crise financeira, está vendo paralelos com o que ocorre no mercado hoje.

“Eu acho que é um momento verdadeiramente assustador”, disse Andy Redleaf, CEO de fundos de 4.2 bilhões de dólares de hedge e de fundos mútuos, em um memorando interno, domingo à noite e obtido pela CNBC.com.

Redleaf escreveu que o estímulo utilizado para colocar dinheiro novo nos mercados poderia acabar mal, assim como os padrões de crédito ocorridos no mercado imobiliário antes de 2007 colapsar (mais…)

EUA Pedem Aos Aliados Que Pensem Duas Vezes Antes De Se Juntarem Ao Banco Liderado Pela China

Meu Comentário: Há muito tenho escrito sobre o avanço da China no intuito de alcançar a hegemonia econômica mundial, desbancando os EUA e ao dólar. Parece que as coisas continuam caminhando nesse sentido conforme reportagem abaixo. Grandes mudanças econômicas estão cada vez mais próximas.

 

por MATTHIAS SOBOLEWSKI e JASON LANGE,

 

 
(Reuters) – Os Estados Unidos pediu aos países aliados nesta terça-feira para pensarem duas vezes antes de se inscreverem em um novo banco de desenvolvimento asiático liderado pela China, o qual Washington vê como um rival para o Banco Mundial, depois de a Alemanha, França e Itália seguirem a Grã-Bretanha em dizer que iriam entrar.

O movimento concertado por parte de aliados dos Estados Unidos para participarem no projeto de extensão econômica de Pequim é um golpe diplomático para os Estados Unidos e aos seus esforços para combater o rápido crescimento da influência econômica e diplomática da China.

A participação da Europa reflete a ânsia por fazerem parceria com a economia em rápido crescimento da China, a segunda maior do mundo, e acontece em meio as negociações comerciais espinhosas entre Bruxelas e Washington.

A União Europeia e os governos asiáticos estão frustrados que o Congresso dos Estados Unidos realizou uma reforma dos direitos de voto no Fundo Monetário Internacional que dariam a China e a outras potências emergentes mais voz na governança (mais…)