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O Islã Hoje, no Coração Geográfico dos Antigos Impérios e das Profecias Bíblicas

Uma observação que eu considero pertinente aos que gostam de estudar as Escrituras, a história antiga e as profecias e geografia dos países mencionados em muitos profetas quando envolvem os eventos do tempo do fim desta era, olhando a partir de Jerusalem e Israel como base geográfica …

– Os países do antigo Império Egípcio são hoje muçulmanos (o SENHOR combate contra eles como descrito em Isaías 19).

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– Os países do antigo Império Assírio são hoje muçulmanos (o SENHOR combate contra eles como descrito em Miquéias 5, Isaías 14)

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– Os países do antigo Império Babilônico são hoje muçulmanos (o SENHOR combate contra eles como descrito em Jeremias 49-51)

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– Os países do antigo Império Persa são hoje muçulmanos (o SENHOR combate contra eles como descrito em Ezequiel 38 e 39)

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– Os países do antigo Império Grego, em sua maioria, são hoje muçulmanos (o SENHOR combate contra eles como descrito em Zacarias 9:13,14 e Ezequiel 38)

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– Os países do antigo Império Romano do Oriente (Bizantino), são hoje, em sua maioria, muçulmanos (o SENHOR combate contra eles como descrito em Zacarias 9:13,14 e Ezequiel 38)

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– Os países do antigo Império Romano do Ocidente, hoje estão sendo islamizados paulatinamente e, recentemente, de uma forma mais acelerada com as migrações de milhões de muçulmanos [vide imagem anterior e abaixo]. (não há citações diretas dos países europeus nas profecias bíblicas, como as que são observadas nas passagens anteriores citadas que geograficamente mencionavam tais regiões). ( Veja aqui o artigo da revista National Geographic ).

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Eu conheço os mais variados paradigmas escatológicos e sei que alguns alegam que o Islã seria exterminado antes dos eventos do tempo do fim, mas o que estamos vendo não corrobora com muitas dessas teses e paradigmas. Cada vez mais o Islã se mistura com o ocidente, o que me lembra que a palavra “misturado” de Daniel 2:43 é ערב “`arab” (em aramaico), que também está relacionada aos “árabes” (ao Islã). Observando a estátua de Nabucodonosor, o Islã hoje está presente tanto na perna [e pé] direita quanto na perna [e pé] esquerda (Império Romano do Ocidente e do Oriente) … e isso não é por mero “acaso” …

Quanto ao que viste do ferro misturado (ערב `arab) com barro de lodo, misturar-se-ão mediante casamento, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura (ערב `arab) com o barro.” (Daniel 2:43)

Também não é irrelevante o fato do Islã estar presente fisicamente no Monte do Templo com uma Mesquita e em sua doutrina pregar que Jesus não é filho de Deus e que ele não morreu numa cruz, tal como as Escrituras dizem acerca do espírito do Anticristo, o qual prega exatamente tais coisas.

Hoje existem cerca de 1,5 bilhão de muçulmanos e 57 países do mundo são regidos pela Lei Islâmica da Sharia. Gostem muitos ou não, o Islã está no centro, no coração geográfico de hoje com relação às profecias bíblicas, exceto aconteça algo extraordinário que elimine exatamente os 1,5 bilhões de muçulmanos e repovoe milagrosamente essas regiões imediatamente com outros indivíduos e crenças, é nítido que o Islã possui um papel central nas profecias do tempo do fim desta era, segundo relatam muitas profecias.

Reflexão Sobre o Juízo da Geração da Volta do Senhor

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Vou compartilhar uma meditação minha, ela está relacionada à última geração que irá presenciar os eventos do fim desta era, antes da próxima conforme os relatos bíblicos, e ao juízo relacionado a essa época.

Observando a nossa geração e o que ocorre nos dias atuais é natural você perceber que estamos fora dos caminhos do Eterno, exceto aos que pertencem ativamente da verdadeira igreja do Senhor, número este que não se tem como saber. Pensando nisso, eu me questionei sobre os juízos que a última geração antes da vinda do Senhor (que talvez seja a nossa), acabará por sofrer e por que tamanha severidade? Afinal serão eventos terríveis, nunca antes vistos até aqui, como está relatado nas Escrituras.

A resposta veio imediatamente ao meu coração: … esta geração, comparada às anteriores, nunca teve tanto acesso à informação e às evidências como tem hoje e, mesmo assim, eles não se arrependem, … mesmo grande parte dos ditos cristãos, permanecem indiferentes, alienados e egocêntricos.

Lembrei da passagem de Jonas 4:11, onde bastou um profeta ir à Nínive, mesmo que empurrado, para pregar o arrependimento ao povo e estes se converteram e mudaram os seus caminhos, baseados apenas na pregação de um único homem de Deus.

Também lembrei do texto em Mateus 10:5-15, onde Jesus ao instruir os seus discípulos para pregarem às cidades, alertou no fim que haveria menos rigor com Sodoma e Gomorra no dia do Juízo do que com a cidade que não recebesse a mensagem do evangelho pelos discípulos.

Bastou isso para inferir que hoje, com o volume de informação existente no mundo e a possibilidade de acesso ao evangelho, o qual está disponível até mesmo pelo celular através da Internet e, mesmo assim, o povo em geral (sempre há exceções), preferem buscar as coisas que não lhes acrescentam ou que não agradam ao SENHOR. É só observar o Facebook, até mesmo daqueles que se autodenominam cristãos, para perceber o porquê da apatia e da indiferença ao que ocorre em nosso tempo e ao verdadeiro caminho definido pelo Altíssimo.

As profecias e as suas evidências são, por si mesmas, acusadoras destes que se portam como se as mesmas não existissem ou não estivessem se cumprindo. Com isso, não foi difícil perceber o porquê de tamanho Juízo para a geração que irá presenciar os eventos da volta do Senhor e o tamanho de sua severidade.

Quem tem ouvidos, ouça a voz do Espírito!

Como Deus Promoveu o Retorno dos Judeus à Israel

Aos que gostam de história e de observar as digitais do SENHOR movimentando-a, seguem algumas informações:

A partir do século 18, o SENHOR começou a enriquecer muitos judeus para promover o seu retorno; em 1750, a Rússia decretou tolerância aos judeus; em 1753, a Inglaterra naturalizou os judeus residentes como cidadãos; o que também ocorreu em 1780 na Áustria e em 1788 na França; em 1806 a Rússia chamou os judeus de volta, banidos por Pedro, o Grande; também em 1806 a Itália emancipou os judeus e a Prússia, em 1813, reconheceu os seus direitos.

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Em 1838 e 39, o The Times, de Londres, publicou as idéias do Lord Shaftes Bury sobre o retorno de Israel à sua terra, apelando para a Rainha Vitória para interceder a favor de suas teses.

Em 1860, a Aliança Hebraica foi fundada para promover a liberdade dos judeus em todos os países e colonizar a terra prometida. Assim, vemos os gentios, mais uma vez, de uma maneira indireta, patrocinando o retorno de Israel.

De repente … em 1867 a Turquia permite o retorno dos judeus. Na mesma ocasião espalhou-se a notícia em Londres de que um industrial judeu, Sir Moses Montifiore, colocou uma fábrica de tecidos em Jerusalém, juntamente com um moinho de trigo e uma vila de casas, indo à falência logo após.

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Em 1878, houve o primeiro encontro de Conferências Proféticas em Nova Iorque, na Igreja de Santa Trindade, com a presença de 49 pastores presbiterianos, 23 batistas e os restantes entre episcopais, luteranos e metodistas, ao todo eram 122. Houve um compromisso solene entre eles de ensinar a Segunda Vinda de Cristo e a restauração de Israel. A expectação do retorno do Senhor e de Israel aumentaram nos arraiais evangélicos.

Em 1879, um judeu crente, Adolfo Saphir, presbiteriano, realizava uma série de conferências sobre o tema: Israel e a Bíblia, em Londres. Mais tarde fundou uma entidade de Evangelismo aos judeus – Testemunho Hebreu-Cristão para Israel. Em 1889, John Wilkinson publicou um livro chamado “Israel, minha Glória”, um clássico mundial. Wilkinson também foi fundador de uma Missão de evangelismo aos judeus em 1876, em Londres, cujos resultados se fizeram sentir na França, Europa oriental, norte da África e até no Brasil, com a presença de Salomão Ginsburg, convertido pelo trabalho missionário desta entidade.

Entre 1860 a 1899, o evangelista Moody ganhou centenas de almas ao difundir em seus temas, nos sermões evangelísticos, a volta de Cristo e o retorno de Israel.

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Em 5 de março de 1891, o metodista Blackstone, missionário aos judeus, publicou um manifesto juntamente com mais 550 assinaturas de clérigos, homens de negócios e editores; o manifesto apelava ao secretário de Estado do presidente Harrison dos EUA, pedindo a interferência do presidente junto às nações para que desse de volta a Palestina para os judeus. Blackstone viajou para Israel e relatou com detalhes minuciosos a condições favoráveis para tornar a florescer a nação de Israel.

Em 1908, Blackstone escreveu um livro chamado: “Jesus está voltando” que foi traduzido para o português, cujos exemplares são raros; ali o autor defende a restauração literal de Israel conforme as Escrituras.

Em 1897, Teodoro Herlz realiza o 1º Congresso Sionista, onde profere a famosa profecia de que os judeus voltariam a ter a sua terra num prazo de até 50 anos (1 jubileu), o que veio a se comprovar em novembro de 1947.

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Em 1917, Allemby conquista a Palestina dos Otomanos, entrando em Jerusalém, puxando o seu cavalo para não ser confundido com o Messias; Allemby, o general Inglês, se tornou o marco de retorno de Israel.

Em 2 de novembro de 1917, o governo Britânico reconhecia a necessidade do estabelecimento do Estado de Israel através da Declaração de Balfour.

Em 1920, o Reverendo Alfredo Borges Teixeira, da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil, movido por grande expectação quanto à Segunda Vinda de Cristo e ao retorno de Israel, publicou um clássico da literatura evangélica brasileira: “Maranata, o Senhor vem”; republicado 50 anos mais tarde (1970).

Em 1933, Samuel Schor, um judeu crente, publicou nos EUA um livro com o título: “A Eternidade da Nação e a Volta do Rei”, já falando de Israel como uma nação restaurada.

De repente … o nazismo, a II Guerra Mundial e o seu término e … em 29 de Novembro de 1947 foi aprovado um Plano de Partilha da Palestina pela Assembleia Geral das Nações Unidas, através da sua Resolução 181. Em 14 de maio de 1948, na ONU, Israel é proclamado como Estado independente.

Enfim, é muito interessante ver os movimentos progressivos ao se observar os eventos antecedentes que culminaram nos momentos históricos de 1947 e 1948, com relação à nação de Israel, sem esquecer todas as “ondas de imigração” (Aliyoth) de retorno dos judeus à sua terra antes desse tempo, conhecidas como “Aliyah”:

  • 1ª Aliyah (1882-1903) : 25.000 judeus vindos da Rússia; 1.000 judeus vindos do Iêmen.
  • 2ª Aliyah (1904-1914): 40.000 judeus, principalmente da Rússia, mas também da Polônia.
  • 3ª Aliyah (1919-1923): 35.000, principalmente da Rússia (53%), mas também da Lituânia e Romênia (36%). Os demais vieram do Leste Europeu, com exceção de 800 imigrantes provenientes da Europa Ocidental.
  • 4ª Aliyah (1924-1931): 80.000 da Polônia (50%) e da União Soviética, Lituânia e Romênia (50%).
  • 5ª Aliyah (1932-1938): sob o governo de Hitler, 250.000 judeus, principalmente fugitivos de Alemanha, Polônia e Europa Central.
  • 6ª Aliyah (1934-1947): os chamados imigrantes “ilegais”, antes, durante e após a II Guerra Mundial, apesar das barreiras britânicas.

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Fontepublicado originalmente aqui

Alemanha: Crimes Cometidos por Migrantes Disparam


por Soeren Kern

  • O verdadeiro número de crimes cometidos por migrantes em 2015 na Alemanha pode ultrapassar os 400.000.
  • O relatório não inclui dados dos crimes cometidos em Reno, Norte da Westphalia, o estado mais populoso da Alemanha e também o estado com o maior número de migrantes. Colônia é a maior cidade do Reno, Norte da Westphalia, onde na Passagem do Ano Novo centenas de mulheres alemãs foram violentadas por migrantes.
  • “Por anos a fio a política praticada foi a de deixar a população alemã no escuro no que tange a verdadeira situação da criminalidade… Os cidadãos estão sendo feitos de bobos. Em vez de dizer a verdade, as autoridades do governo estão fugindo da sua responsabilidade, jogando a culpa nos cidadãos e na polícia”. — André Schulz, diretor da Associação dos Peritos Criminais da Alemanha.
  • 10% dos migrantes que estão fugindo do caos que assola o Iraque e a Síria conseguiram chegar à Europa até agora: “oito a dez milhões de migrantes ainda estão a caminho”. — Gerd Müller, Ministro do Desenvolvimento.

De acordo com um relatório confidencial da polícia, que foi vazado para o jornal alemão Bild,migrantes cometeram 208.344 crimes em 2015. Essa cifra representa um salto de 80% em relação a 2014, se traduzindo em cerca de 570 crimes cometidos por migrantes a cada dia, ou seja, 23 crimes por hora, entre janeiro e dezembro de 2015.

No entanto, o verdadeiro número de crimes cometidos por migrantes é muito maior porque o relatório elaborado pelo Departamento Federal de Polícia Criminal (Bundeskriminalamt, BKA) abrange somente crimes esclarecidos (aufgeklärten Straftaten). De acordo com a Statista, a agência de estatística alemã, em média apenas cerca da metade de todos os crimes cometidos na Alemanha, em um dado ano, é solucionado (Aufklärungsquote). A implicação disso é que o verdadeiro número de crimes cometidos por migrantes em 2015 pode ultrapassar os 400.000.

Além disso, o relatório “Crime no Contexto da Imigração” (Kriminalität im Kontext von Zuwanderung), utiliza apenas dados de 13 dos 16 estados da federação alemã.

O relatório não inclui dados dos crimes cometidos em Reno, Norte da Westphalia, o estado mais populoso da Alemanha e também o estado com o maior número de migrantes. Colônia é a maior cidade do Reno, Norte da Westphalia, onde na Passagem do Ano Novo centenas de mulheres alemãs foram violentadas por migrantes. Ainda não está claro, a razão desses crimes não fazerem parte do relatório.

No relatório também não constam dados dos crimes cometidos em Hamburgo, a segunda maior cidade da Alemanha, e Bremen, a segunda cidade mais populosa do Norte da Alemanha.

E não para por aí, muitos crimes simplesmente não são denunciados ou são deliberadamente ignorados: líderes políticos em toda a Alemanha deram ordens à polícia para fazer vista grossa em face dos crimes cometidos por migrantes, aparentemente para evitar alimentar sentimentos anti-imigração.

De acordo com o relatório, a maioria dos crimes foi cometido por migrantes oriundos da: Síria (24%), Albânia (17%), Kosovo (14%), Sérvia (11%), Afeganistão (11%), Iraque (9%), Eritréia (4%), Macedônia (4%), Paquistão (4%) e Nigéria (2%).

A maioria dos crimes cometidos pelos migrantes envolvia roubo (Diebstahl): 85.035 incidentes em 2015, aproximadamente o dobro de 2014 (44.793). Em seguida vieram os crimes contra a propriedade e falsificação (Vermögens- und Fälschungsdelikte): 52.167 incidentes em 2015.

Além disso, em 2015 migrantes se envolveram em 36.010 casos registrados de agressão, lesão corporal e roubo (Rohheitsdelikte: Körperverletzung, Raub, räuberische Erpressung), em termos gerais o dobro dos casos registrados em 2014 (18.678). Também em 2015, houve 28.712 incidentes registrados de evasão de pagamento de passagens no sistema de transporte público (Beförderungserschleichung).

Também houve 1.688 abusos sexuais registrados, cometidos contra mulheres e crianças, incluindo 458 estupros ou atos de coerção sexual (Vergewaltigungen oder sexuelle Nötigungshandlungen).

Segundo o relatório, migrantes foram acusados de 240 tentativas de assassinato (Totschlagsversuch, em 2015, comparados a 127 em 2014. Em dois terços dos casos, os criminosos e as vítimas eram da mesma nacionalidade. Houve 28 assassinatos: migrantes assassinaram 27 migrantes, bem como um alemão.

Para completar, o relatório atesta que 266 indivíduos foram considerados suspeitos de serem jihadistas se passando por migrantes, foi constatado que 80 deles não eram jihadistas e 186 casos ainda estão sendo investigados. A infiltração de jihadistas no país, de acordo com o relatório, é “uma tendência crescente”.

O relatório deixa muito mais perguntas do que respostas. Continua sem resposta, por exemplo, como a polícia alemã define o termo “migrante” (Zuwanderer) ao compilar as estatísticas da criminalidade. O termo se refere somente aos migrantes que ingressaram na Alemanha em 2015 ou a todos aqueles com background de migrantes?

Se o relatório se refere apenas aos migrantes que ingressaram recentemente, a Alemanha acolheu um tanto acima de um milhão de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio em 2015, isso implicaria que no mínimo 20% dos migrantes que ingressaram na Alemanha em 2015 são criminosos. Por outro lado, se o número de crimes cometidos pelos migrantes for, na realidade, o dobro do que consta no relatório, então no mínimo 40% dos migrantes recém chegados são criminosos. No entanto o relatório garante: “a vasta maioria dos candidatos a asilo não está envolvida em atividades criminosas”.

Fora isso, por razões até agora não esclarecidas, o relatório não inclui crimes cometidos por norte-africanos, embora se saiba há muito tempo, serem eles os responsáveis pelo crescimento dos crimes nas cidades de toda a Alemanha.

Policiais em Bremen, Alemanha, detendo quatro jovens criminosos do Norte da África que estavam aterrorizando lojistas locais. (imagem: captura de tela de vídeo da ARD)

Em Hamburgo, a polícia disse estar impotente diante da disparada no número de crimes cometidos por jovens migrantes norte-africanos. Hamburgo já abriga mais de 1.000 dos assim chamados migrantes menores desacompanhados (minderjährige unbegleitete Flüchtlinge, MUFL), cuja maioria mora nas ruas e, ao que tudo indica, pratica todos os tipos de crimes.

Um relatório confidencial, vazado para o jornal Die Welt, revela que a polícia de Hamburgo efetivamente capitulou diante dos migrantes adolescentes que os superam de longe em número e os subjugam. O documento diz o seguinte:

“Até a questão mais sem importância pode rapidamente se transformar em confusão e distúrbio. Os jovens se reúnem em grupos para se defenderem mutuamente e também para se enfrentarem…”

“Ao lidarem com pessoas fora de seu meio, os jovens se comportam de forma grosseira, mostrando total falta de respeito pelos valores e normas locais. Os jovens se reúnem principalmente na região central da cidade, onde eles podem ser vistos praticamente todos os dias. Na maioria das vezes, durante o dia, eles rondam no bairro de São George, ao cair da noite porém, eles começam a entrar em ação em Binnenalster, Flora e Sternschanzenpark e São Pauli (todas localizadas na região central de Hamburgo). Eles normalmente aparecem em grupos, já foram observados cerca de 30 jovens nas noites de finais de semana em São Pauli. O comportamento desses jovens em relação à polícia pode ser descrito como de extrema delinquência, caracterizado como agressivo, desrespeitoso e prepotente. Eles estão sinalizando que não se importam com as providências da polícia…”

“Esses jovens logo se comportam de maneira ostensiva, principalmente como batedores de carteiras e roubos nas ruas. Eles também arrombam casas e veículos, mas esses crimes em muitos casos são reportados como transgressões ou vandalismo porque os jovens estão apenas procurando um lugar para dormir. Furtos de alimentos em lojas já é coisa do dia a dia. Quando são detidos, eles resistem e agridem os policiais. Esses jovens não respeitam as instituições do estado”.

O jornal relata que as autoridades alemãs relutam em deportar os jovens para os seus países de origem porque eles são menores de idade. Como consequência, à medida que mais e mais menores desacompanhados chegam em Hamburgo a cada dia que passa, os crimes não só persistem como continuam a crescer.

Enquanto isso, na tentativa de salvar a indústria do turismo da cidade, a polícia de Hamburgo começou a tomar severas medidas repressivas contra batedores de carteiras e bolsas. Mais de 20.000 bolsas, cerca de 55 por dia, são roubadas na cidade a cada ano. Segundo Norman Großmann, diretor do gabinete do inspetor da polícia federal de Hamburgo, 90% das bolsas são roubadas por jovens do sexo masculino com idades entre 20 e 30 anos oriundos do norte da África e dos Bálcãs.

Em Stuttgart a polícia está travando uma batalha perdida contra gangues de migrantes do Norte da África que se dedicam à fina arte de bater carteiras.

Em Dresden, migrantes da Argélia, Marrocos e Tunísia tomaram o controle, de fato, da icônica Wiener Platz, uma grande praça pública em frente a estação central de trens. Lá (na Wiener Platz) eles vendem drogas e batem as carteiras dos transeuntes, normalmente ficam impunes. As batidas policiais na região da praça se transformaram em um jogo de “whack a mole”, ou seja: um número infindável de migrantes sempre substituindo aqueles que foram detidos.

As autoridades alemãs estão sendo acusadas, repetidas vezes, de informar parcialmente o verdadeiro nível da questão criminosa no país. Por exemplo, de acordo com o chefe da Associação dos Peritos Criminais (Bund Deutscher Kriminalbeamter, BDK), André Schulz, pode chegar a 90% o número de crimes sexuais cometidos na Alemanha em 2014 que não aparecem nas estatísticas oficiais. Ele ressalta:

“Por anos a fio a política praticada foi a de deixar a população alemã no escuro no que tange a verdadeira situação da criminalidade… Os cidadãos estão sendo feitos de bobos. Em vez de dizer a verdade, as autoridades do governo estão fugindo da sua responsabilidade, jogando a culpa nos cidadãos e na polícia”.

Em um aparente esforço para acalmar as tensões políticas, o Gabinete Federal para a Migração e Refugiados da Alemanha (Bundesamt für Migration und Flüchtlinge, BAMF) emitiu um comunicado em 16 de fevereiro ressaltando que estava esperando a chegada de apenas500.000 novos migrantes no país em 2016. Em dezembro de 2015, contudo, Frank-Jürgen Weise, diretor da BAMF assinalou ao jornal Bild que “esse número “500.000” só está sendo usado para fins de planejamento de recursos, porque nesse momento não temos condições de afirmar quantas pessoas virão em 2016″.

Em 1º de janeiro o FMI – Fundo Monetário Internacional estimava que 1,3 milhões de candidatos a asilo entrarão na União Européia anualmente em 2016 e 2017.

Em uma entrevista concedida em 9 de janeiro ao jornal Bild, o Ministro do Desenvolvimento Gerd Müller alertou que os maiores fluxos de refugiados ainda estão por vir. Ele ressaltou que apenas 10% dos migrantes que estão fugindo do caos que assola o Iraque e a Síria conseguiram chegar à Europa até agora: “oito a dez milhões de migrantes ainda estão a caminho”.

Aumentando a incerteza: em 18 de fevereiro, altos funcionários das agências de segurança da Áustria, Croácia, Macedônia, Sérvia e Eslovênia, todos pertencentes a assim chamada Rota dos Bálcãs, que centenas de milhares de migrantes estão usando para entrar na União Européia, concordaram em coordenar o transporte comum de migrantes da fronteira da Macedônia/Grécia até a Áustria, de onde serão enviados para a Alemanha.

Fonte: Alemanha: Crimes Cometidos por Migrantes Disparam

Por que estão destruindo carros de luxo nas ruas de Berlim

Por: Ubiratan Leal

 

O que? Na última semana, 28 carros foram destruídos nas ruas de Berlim. Dois Mercedes e dois BMWs foram queimados, enquanto os demais foram vandalizados. Um dia depois, outros 20 veículos foram atacados. A quantidade de automóveis destruídos em 24 horas chamou a atenção, mas ver carros queimados na rua se tornou estranhamente comum na capital alemã, em uma prática que já misturou protesto social com oportunismo de vândalos.

Bandeja de papel alumínio e carvão

Klaus-Jürgen Rattay era um dos milhares de jovens da Berlim Ocidental que, insatisfeitos com o aumento de preços dos imóveis na cidade, passaram a ocupar edifícios abandonados. Em setembro de 1981, a polícia berlinense fez uma ação coletiva de desocupação desses imóveis, muitos deles indústrias desativadas. Protestos se espalharam pela cidade e, durante uma investida dos policiais, Rattay foi fatalmente atropelado por um ônibus. Tinha 18 anos.

Mais de 34 anos depois, seu nome volta a aparecer com força nos debates sobre moradia em Berlim, já uma cidade unificada. Na semana do Carnaval, 48 veículos (28 no sábado e outros 20 no domingo) foram destruídos pelo grupo de extrema-esquerda Comando da Bicicleta da Social Democracia Popular, que assumiu a autoria em uma carta assinada (veja aqui, em alemão) pelo Comando Klaus-Jürgen Rattay. Protestavam contra a gentrificação de diversos bairros da cidade, que está se tornando inacessível a uma parcela cada vez maior da população. Um ataque violento, mas que está longe de ser inesperado pelas autoridades berlinenses.

No início do ano, o grupo havia prometido destruir € 1 milhão em propriedade privada a cada tentativa da polícia de desocupar algum imóvel invadido por sem-teto ou manifestantes. Entre 19 e 24 de janeiro, as autoridades realizaram diversas operações desse tipo, prendendo mais de cem pessoas. Então, era questão de tempo para aparecerem carros incendiados ou vandalizados. E o Comando atingiu seu objetivo, pois o prejuízo causado no Carnaval foi estimado em € 1,1 milhão.

A região atingida no sábado foi em torno da Potsdamer Platz, uma das mais importantes da cidade. Nos últimos anos, os imóveis da região valorizaram quase 500%, com o metro quadrado chegando a € 5,5 mil. O ataque do domingo ocorreu no bairro de Neukölln.

Para entender o ataque da última semana, é importante ressaltar que não se trata de uma prática incomum na relação entre manifestantes antigentrificação e as autoridades na capital alemã. Desde 2008, são mais de 200 veículos incendiados por ano. Só em 2011 foram 403. De acordo com a própria polícia, nem todos os casos têm motivação política. Para as autoridades, vândalos com diversas motivações se aproveitam da onda criada por manifestantes para atear fogo em mais automóveis e aumentar o caos.

 

Mapa indicado cada caso de carro incendiado em Berlim nos últimos anos (ver mapa completo em www.brennende-autos.de)

Mapa indicado cada caso de carro incendiado em Berlim nos últimos anos (ver mapa completo em Brennende-autos.de)

A natureza desses ataques dificulta seu combate. Os ativistas agem na madrugada, colocando bandejas de papel alumínio com carvão embebido em combustível sob os veículos. O carro demora alguns minutos a pegar fogo em relação ao momento em que o fogo é aceso. Isso dá ao incendiário tempo de sobra para deixar o local e ficar virtualmente impossível de ser identificado. Até porque a Alemanha é reticente em adotar a vigilância eletrônica nas ruas com a mesma intensidade de Reino Unido e Estados Unidos.

De qualquer forma, esses “protestos” estão longe de atingir seu objetivo. A opinião pública é favorável a medidas que controlem os altos e baixos do mercado imobiliário, mas tem sido pouco receptivas aos incêndios de carros em bairros nobres.

Fonte: Por que estão destruindo carros de luxo nas ruas de Berlim – Outra Cidade

Árabes de Israel: Uma História de Traição

por Khaled Abu Toameh

 

  • Nas duas décadas passadas, líderes e representantes eleitos da comunidade árabe-israelense se empenharam, com mais ardor, em favor dos palestinos da Cisjordânia e Faixa de Gaza do que em favor de seus eleitores israelenses.
  • Esses parlamentares concorreram em eleições com a promessa de trabalharem para melhorar as condições de vida dos árabes-israelenses e conquistar plena igualdade em todos os setores da sociedade. Entretanto, eles dedicam tempo e energia preciosos em prol de palestinos que não são cidadãos de Israel. Competem entre si para alcançar a projeção de provocador mais odiento contra seu próprio país.
  • Essas provocações tornam mais difíceis aos formandos universitários árabes a encontrarem empregos tanto no setor privado quanto no setor público israelenses.
  • Os maiores prejudicados são os cidadãos árabes de Israel, que foram lembrados mais uma vez, que seus representantes eleitos se interessam muito mais pelos palestinos não-israelenses do que por eles.

O alvoroço em torno de um encontro recente de três membros árabes-israelenses do Knesset (parlamento) com famílias dos palestinos que perpetraram ataques contra israelenses não constitui apenas a traição de seu país, Israel. Constitui também a traição de seus próprios eleitores: 1,5 milhões de cidadãos árabes de Israel.

Os membros do Knesset Haneen Zoabi, Basel Ghattas e Jamal Zahalka conseguiram atingir vários objetivos de uma só vez com esse encontro polêmico. Com toda certeza provocaram a ira de muitos judeus israelenses. Provavelmente também desrespeitaram o juramento que fizeram ao tomarem posse no parlamento: “Eu prometo obedecer ao Estado de Israel e suas leis e também prometo cumprir honestamente minhas obrigações no Knesset”.

Uma coisa porém eles, sem dúvida, levaram a termo, trabalhar contra os interesses dos árabes-israelenses.

Zoabi, Ghattas e Zahalka se encontraram com famílias palestinas que não são cidadãs israelenses e que portanto não votam em candidatos para o Knesset. Assim sendo, nenhuma dessas famílias votou nos três membros do Knesset ou no partido Lista Árabe Unida, do qual esses parlamentarem são membros. É óbvio que, como acontece em um governo democrático, qualquer membro do Knesset é livre para se encontrar com qualquer palestino da Cisjordânia, Faixa de Gaza ou Jerusalém.

Vale a pena frisar que não são todos os membros árabes do Knesset que estão envolvidos em retóricas incendiárias e ações polêmicas contra Israel. No entanto, há boas razões para se acreditar que alguns membros árabes do Knesset incorrem deliberadamente em determinadas ações e retóricas com o único propósito de enfurecer, não apenas o establishment israelense, mas também o povo judeu.

Esse encontro foi o último de uma série de atitudes de membros árabes do Knesset que causaram enorme dano às relações entre árabes e israelenses dentro de Israel. Tais atitudes tiveram um efeito expressivo: dano colossal aos esforços dos cidadãos árabes em prol da plena igualdade.

Nas duas décadas passadas, líderes e representantes da comunidade árabe se empenharam, com mais ardor, em favor dos palestinos da Cisjordânia e Faixa de Gaza do que em favor de seus eleitores israelenses.

Esses parlamentares concorreram em eleições com a promessa de trabalharem para melhorar as condições de vida dos eleitores árabes-israelenses e conquistar plena igualdade em todos os setores da sociedade. Entretanto, eles dedicam tempo e energia preciosos em prol de palestinos que não são cidadãos de Israel. Seu tempo disponível é gasto em competições para alcançar a projeção de provocador mais odiento contra seu próprio país.

Em vez de atuarem contra os interesses dos palestinos, fazendo de conta que são membros de um parlamento palestino e não do Knesset, eles poderiam atuar em cenários alternativos. Esses membros árabes do Knesset poderiam servir de ponte entre Israel e os palestinos que vivem sob a jurisdição do Hamas na Faixa de Gaza e da Autoridade Palestina na Cisjordânia.

Decisões como a de embarcar em um navio da flotilha de “ajuda” em direção à Faixa de Gaza, que mais representou furar os olhos de Israel do que ajudar os palestinos, movem a população israelense contra a população árabe-israelense, que por sua vez passa a ser vista como “quinta coluna” e “inimiga interna”.

Essas provocações tornam mais difíceis aos formandos universitários árabes a encontrarem empregos tanto no setor privado quanto no setor público israelenses. As ações e a retórica desses membros do Knesset garantiram a continuidade do hiato entre árabes e judeus dentro de Israel.

Graças a certos membros árabes do Knesset, muitos judeus não veem mais nenhuma diferença entre o cidadão árabe leal a Israel, e o palestino radical da Faixa de Gaza ou da Cisjordânia que procura destruir Israel.

É claro que membros árabes do Knesset têm o direito de criticar as políticas e as ações do governo israelense. Tais críticas devem ser proferidas do pódio do Knesset e não de Ramala, Gaza ou a bordo de um navio repleto de ativistas e inimigos de Israel.

Só para deixar claro: isso não é uma reivindicação para proibir membros árabes do Knesset de se encontrarem com seus irmãos palestinos da Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém. Melhor dizendo, é um chamamento aos membros do Knesset para que avaliem cuidadosamente seus objetivos e o tom em que são proferidos.

O recente encontro em pauta teve início com um minuto de silêncio em homenagem a determinados mortos, ou seja: os algozes palestinos que assassinaram e feriram várias pessoas. Judeus israelenses provavelmente terão sensações especiais em relação a esse tipo de abertura do encontro.

Membros árabes-israelenses do Knesset Jamal Zahalka, Haneen Zoabi e Basel Ghattas (no centro da mesa, diante da câmera) em um encontro recente com familiares de terroristas que atacaram e assassinaram israelenses. O encontro teve início com um minuto de silêncio em homenagem aos algozes mortos. (imagem: Palestinian Media Watch)

As coisas podiam ser bem diferentes. Os membros árabes do Knesset poderiam ter usado o encontro para emitir um chamamento pedindo o fim da atual onda de esfaqueamentos, atropelamentos e tiroteios que começou em outubro de 2015. Eles bem que poderiam ter exigido que líderes, facções e veículos de mídia palestinos parassem com a lavagem cerebral de garotas e rapazes que os exortam a matarem judeus, qualquer judeu.

As famílias palestinas que se encontraram com os três membros árabes do Knesset não têm nada a perder. Nem as outras famílias de palestinos que vivem na Cisjordânia e Faixa de Gaza. Para eles, esses membros do Knesset estão provavelmente fazendo mais, representando-os, do que a Autoridade Palestina ou o Hamas.

Os maiores prejudicados são os cidadãos árabes de Israel, que foram lembrados mais uma vez, que seus representantes eleitos se interessam muito mais pelos palestinos não-israelenses do que por eles.

Até agora, somente as vozes de meia dúzia de gatos pingados árabes tiveram a coragem de criticar seus representantes no Knesset. Entrementes, são exatamente esses cidadãos que devem punir esses inúteis membros do Knesset e não o governo israelense ou uma comissão parlamentar ou um tribunal. Com toda certeza o poder está em suas mãos.

Se a maioria dos árabes-israelenses continuar indecisa, permitindo que seus líderes façam o que bem entenderem, os membros árabes do Knesset não os conduzirão a lugar algum.

Fonte: Árabes de Israel: Uma História de Traição

Mais evidências de que uma sociedade sem dinheiro físico está vindo rapidamente

MUITO IMPORTANTE: Mais coisas estão acontecendo mostrando que o desejo de uma sociedade global sem dinheiro físico está no topo da lista de desejos da elite mundial … e querem isso rápido!!!!

Com os bancos centrais perdendo credibilidade, a próxima grande questão é, quando será que os legisladores dos bancos centrais ao redor do mundo “tirarão o véu” para uma sociedade sem dinheiro físico, que é uma condição necessária e suficiente para um regime global de taxas de juros negativas?!

Nos últimos dias temos visto editoriais por ambos veículos importantes da mídia econômica global, Bloomberg e Financial Times, pedindo a proibição do dinheiro físico ( veja o editorial da Bloomberg traduzido aqui: http://dcvcorp.com.br/?p=2441 e o do Financial Times aqui: http://dcvcorp.com.br/?p=1917 ), mas o desenvolvimento recente mais perturbador para uma sociedade sem dinheiro físico veio num slide em uma apresentação do banco Morgan Stanley, onde Huw van Steenis, assinalou o seguinte, tradução minha (vide a imagem abaixo):

“ Nós devemos nos mover rapidamente para uma economia sem dinheiro físico para que possamos introduzir taxas de juros negativas abaixo de 1%”, criador de políticas ‘O que eu aprendi em Davos’ ”

… e Huw van Steenis acrescentou isso:

“Um dos comentários mais surpreendentes deste ano veio de uma sessão fechada na FinTech onde eu estava sentado ao lado de alguém dos círculos políticos que argumentou que devemos avançar rapidamente para uma economia sem dinheiro para que pudéssemos apresentar taxas negativas bem abaixo de 1% – à medida em que estavam preocupados que a estagnação secular de Larry Summers estava realmente ocorrendo e que ficariam presos com taxas negativas por uma década na Europa. Eles sentiram que a queda abaixo de 1,5% iria fazer os depositantes começarem a acumular notas, levando a ainda mais complexidades para a política monetária.”

Considere este fato o mais recente e o mais alto alerta sobre o caminho para uma servidão a partir do dinheiro digital.

Foto de Dionei Vieira.

Fonte: Dionei Vieira – MUITO IMPORTANTE: Mais coisas estão acontecendo…