Escatologia – Onde estamos? (Profecias cumpridas de Israel) – Parte 2/2

Para concluir o post anterior (veja aqui), vamos ver mais detalhes sobre as profecias relacionadas a Israel nos tempos recentes e atuais. Como o número de eventos importantes é grande, vou procurar me ater a alguns mais interessantes e relevantes para os cenários futuros que vou abordar em posts posteriores.

Na primeira parte deste post, escrevi sobre as várias “Aliá” (ondas de imigração) do povo judeu para Israel vindos de todas as partes do mundo, conforme descrito nos versículos bíblicos relacionados, são movimentos vindos dos quatro cantos da terra (norte, sul, leste e oeste) que podem ser vistos na lista de profecias apresentadas no post anterior. Entre os diversos relatos interessantes sobre esses movimentos imigratórios de retorno a Israel, vou me deter a alguns interessantes a seguir ( adaptados do recomendado livro do Dr. Roger Liebi,  “Estamos vivendo no Fim dos Tempos?” ):

 

Retorno em navios

Para o retorno dos judeus, vindos de todo o mundo, os navios desempenharam um papel muito importante. Centenas de milhares de judeus viajaram sobre o Mar Mediterrâneo até o porto da Terra Prometida, vindos principalmente da África e da Europa. O Salmo 107 faz um resumo da história do povo de Israel, desde a saída do Egito até o Reino Messiânico e os versículos 25-32 descrevem o futuro retorno como uma viagem dramática para o lar, através do mar:

25 Pois ele falou e fez levantar o vento tempestuoso, que elevou as ondas do mar
26 Subiram até aos céus, desceram até aos abismos; no meio destas angústias, desfalecia-lhes a alma.
27 Andaram, e cambalearam como ébrios, e perderam todo tino.
28 Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações.
29 Fez cessar a tormenta, e as ondas se acalmaram.
30 Então, se alegraram com a bonança; e, assim, os levou ao desejado porto.
31 Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!
32 Exaltem-no também na assembleia do povo e o glorifiquem no conselho dos anciãos“.

 

Retorno por via aérea

Não foi somente através de navios que os judeus retornaram à terra de Israel. Outros milhares vieram de todo o mundo, trazidos para casa por aviões. Nesse aspecto merece destaque a “Operação Asas de Águia”, na qual toda uma comunidade de quase 50.000 judeus foi evacuada do Iêmen, no outono de 1949. De aspecto dramático semelhante foi a “Operação Babilônia” na qual foram retirados mais de 100.000 judeus do Iraque por via aérea.

A profecia do Antigo Testamento também indicava a volta para casa com aviões. No contexto de Isaías 60 lemos sobre o futuro de Israel no vindouro Reino do Messias e sobre o retorno dos judeus vindos de todo o mundo. No versículo 8 temos a pergunta usando figuras “Quem são estes que vêm voando como nuvens e como pombas, ao seu pombal?“. No Judaísmo essa passagem era conhecida desde a antiguidade. Sabia-se que, ao tempo do Messias, se voltaria à terra de Israel voando pelos ares. Acreditava-se que haveria um milagre para o cumprimento da profecia de Isaías 60. Não foi necessário, no entanto, que houvesse um milagre sobrenatural. O retorno pelos ares dos judeus, nos séculos 20 e 21, seria um acontecimento natural.

Sobre esse fato do retorno por via aérea, cabe uma curiosidade, Isaac Newton (1642-1727) foi um conhecido e profundo estudioso da Bíblia e de suas profecias com várias interpretações suas publicadas. Newton acreditava que os judeus voltariam a Israel em breve e escreveu sobre isso, ele interpretou Naum 2.4, como uma previsão de que os homens se deslocariam rapidamente em um futuro próximo com velocidades acima de 40 milhas por hora, em uma de suas interpretações das profecias ele descreve que os judeus voltariam voando para Israel nos tempos do fim, o que na época seria considerado loucura, tanto que Voltaire, um cientista de sua época, inimigo do cristianismo, o criticou severamente por declarações como essas alegando que Newton estava ficando louco por estudar tanto a fé cristã e seus textos sagrados. Voltaire escreveu: “Veja o que o cristianismo tolo faz com homens outrora brilhantes, tal como Sir Isaac Newton! Será que ele não sabe que se um homem viajar a mais de quarenta milhas por hora, esse homem sufocaria e seu coração iria parar?“. Fico me perguntando, quem seria o tolo nessa história?! Não é o que muitos cientistas dizem dos cristãos ainda hoje? A história se repete nos dias atuais, mas acredito que não são os cristãos os tolos da história também em nossa época.

Abrindo um parênteses, considerando essa questão das aeronaves, cabe lembrarmos de Isaías 31.5 “Como pairam as aves, assim o SENHOR dos Exércitos amparará a Jerusalém; protegê-la-á e salvá-la-á, poupá-la-á e livrá-la-á“, o que nos faz lembrar do papel da força aérea israelense na defesa da nação de Israel.

 

A ressurreição do idioma hebraico (1881 – 1922)

Há 2.000 anos, o hebraico, um dialeto cananeu, era uma língua viva em Israel. Com a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. e o previsível desaparecimento do Estado judeu, após a brutal derrota na segunda revolta dos judeus no ano de 135 d.C., a língua hebraica caiu paulatinamente em desuso. Ela ainda era utilizada para a leitura do Antigo Testamento nos cultos das sinagogas e para recitar textos bíblicos. Na cultura dos rabinos o hebraico também continuou sendo utilizado, assim como aconteceu com o latim, na Idade Média. O destino do hebraico foi tornar-se uma língua morta, a exemplo do que aconteceu com tantas outras no mundo.

No período de 1881 a 1922, no entanto, após decorridos 1.600 anos, o idioma hebraico foi novamente reavivado, graças aos esforços de Elieser Ben-Jehuda. Isso foi algo inédito para a história da humanidade! Nunca antes um idioma, que estivera desaparecido por mais de 1.000 anos, foi outra vez plenamente reativado como língua nacional. Isso, no entanto, era necessário para que Isaías 19.18 fosse cumprido:

Naquele dia, haverá cinco cidades na terra do Egito que falarão a língua de Canaã…

O capítulo 19 de Isaías traz uma profecia sobre o Egito, no fim dos tempos. No versículo 18, é predito que a “língua de Canaã“, uma outra denominação para o hebraico, seria falada em 5 cidades do Egito. Através dessa passagem, podia-se saber durante todo o período em que a língua hebraica estava desaparecida que, no fim dos tempos, o hebraico seria novamente um idioma Vivo!

 

 

A União dos inimigos: a Liga Árabe

No dia 22 de março de 1945, foi fundada a Liga Árabe, uma organização internacional formada pelos Estados árabes, cujos países membros fundadores foram: Egito, Iraque, Jordânia, Líbano, Iêmen do Norte, Arábia Saudita e Síria.

Esses países estavam em estreita ligação com a Palestina governada pelo Mandato Britânico e o principal objetivo era apoiar os árabes palestinos nos seus esforços de evitar, a qualquer preço, a criação do Estado judeu naquele território. Como, apesar da ferrenha oposição exercida pelos árabes, o Estado judeu foi proclamado em 1948, o objetivo inicial foi alterado quando esses países uniram suas forças para apagar o Estado recém formado e aniquilar os cidadãos judeus.

O termo Liga tem origem no verbo latino “ligare“, que significa atar ou unir. O Dicionário de Duden define a palavra Liga como aliança ou acordo. O Salmo 83.5 fala sobre isso, que os inimigos de Israel fazem um acordo, ou uma aliança, para tentar extinguir Israel totalmente.

Pois tramam concordemente e firmam aliança contra ti as tendas de Edom e os ismaelitas, Moabe e os hagarenos, Gebal, Amam e Amaleque, a Filístia como os habitantes de Tiro; também a Assíria se alia com eles, e se constituem braço forte aos filhos de Ló” (Salmo 83. 5-8).

Hoje a Liga Árabe é composta de 22 membros: o Egito (1945; de 1979 até 1989 suspendeu a participação em virtude do acordo de paz celebrado com Israel); Argélia (1962); Barein (1971); Djibuti (1977); Iraque (1945); Iêmen (Iêmen do Norte: 1945; Iêmen do Sul: I967-1990, desde 1990 ambos estão unificados); Jordânia (1945); Qatar (1971); Comores ( 1971); Kuwait (1961); Líbano (1945); Líbia (1953); Marrocos (1958); Mauritânia (1973); Omã (1971); Autoridade Palestina (1976, através da OLP); Arábia Saudita (1945); Somália (1974); Sudão (1956); Síria (1945); Tunísia (1958); Emirados Árabes Unidos (1971). Observadores: Turquia; Irã; Venezuela; Paquistão; Índia e Eritreia.

A passagem do Salmo 83.5-8 enumera os nomes dos membros desse acordo contra Israel. Asafe, o compositor desse salmo, utilizou os nomes de povos e cidades conhecidos à sua época, isto é, por volta de 1000 a.C.. Cada leitor pode orientar-se geograficamente com a utilização de algum Atlas bíblico para conhecer essas regiões nos tempos atuais, vou citá-los, pois o conhecimento desses povos e suas regiões serão importantes para os cenários dos tempos do fim que iremos estudar em posts futuros (observe o Salmo 83.5-8 citado anteriormente).

Jordânia

  • Edom era uma região do sul da atual Jordânia. Ali moravam os descendentes de Esaú, irmão de Jacó.
  • Moabe representava a região central da atual Jordânia, principalmente na outra margem do Mar Vermelho. As origens dos moabitas remontam aos tempos de Ló, o sobrinho de Abraão. Moabe, o filho de Ló, fruto de uma relação incestuosa, é o patriarca desse povo.
  • Amom é a região onde habitavam os outros descendentes do outro filho de Ló, Ben-Ami. Ela se localiza ao norte de Moabe. O nome Aman, de sua capital, é derivado do nome do povo amonita. O Salmo 83.8 refere-se novamente a Amon e Moabe quando menciona os “filhos de Ló“.

Vemos que os três nomes usados poeticamente no Salmo 83 como Edom, Moabe e Amom indicam a região da atual Jordânia e este país. É um dos fundadores da Liga Árabe, desempenhou um papel preponderante na primeira guerra de extinção contra Israel, em 1948.

Arábia Saudita e Iêmen do Norte

Os ismaelitas mencionados no Salmo 83.6 são os descendentes de Ismael, o filho de Abraão e Agar, sua serva (ver Gn 16; 17.18). Ismael teve doze filhos: Nebaiote, Quedar, Abdeel, Mibsão, Misma, Dumá, Massá, Hadade, Tema, Jetur, Nafis e Quedemá. De acordo com o historiador judeu Flávio Josefo (Séc. 1 d.C.), as tribos dos ismaelitas habitaram na península saudita, entre o Rio Eufrates e o Mar Vermelho. Flávio esclarece ainda que os ismaelitas influenciaram nominalmente os árabes por causa de seu domínio sobre eles. A miscigenação das tribos ismaelitas com os outros povos nômades do deserto resultou em que Maomé e os árabes muçulmanos em geral adotassem Ismael como seu patriarca. O Salmo 83, assim, nos indica o território da península saudita. Tanto a Arábia Saudita como o Iêmen do Norte foram membros fundadores da Liga Árabe em 1945.

Síria

Também são mencionados os hagarenos no Salmo 83.6. Trata-se de uma tribo que tinha sua habitação ao leste de Gileade, de acordo 1 Crônicas 5.10. Ao norte, estavam limitados pelas terras dos gaditas, desde Basã até Salca, no sul, pela Síria (1 Cr 5.11). Em uma inscrição de Tiglate-Pereser III (Séc. 8 a.C.) eles são mencionados em conjunto com os arameus (sírios). Assim, os hagarenos nos encaminham à região da atual Síria, bem ao estilo poético do “pars pro toto” (a parte representa o todo). A Síria também foi um dos fundadores da Liga Árabe.

Líbano

No Salmo 83.7 são mencionadas duas cidades: Gebal (do árabe Jibail) e Tiro. Também este é um caso de “pars pro toto“. As duas localidades representam o Líbano, sendo Tiro para o sul e Gebal para o norte. Líbano igualmente foi um dos membros fundadores da Liga Árabe.

Egito

Amaleque, mencionado no Salmo 83.7, se refere a um povo que morava na região desértica da península egípcia do Sinai. Em 1 Samuel 15.7, lemos que eles habitavam na região que se estendia desde Sur até Havilá. Sur está no oeste da península. Imediatamente após ter saído do Egito, o povo de Israel chegou ao deserto de Sur (Êx 15.22) e logo teve um duro combate contra o povo de Amaleque (Êx 17). A menção de Amaleque no Salmo 83 nos remete à Península do Sinai e, com isso, ao território atual do Egito. Egito também é um dos sete membros fundadores da Liga Árabe.

Autoridade Palestina

A Filístia (hebraico: pelesheth) indica terra dos filisteus. Desde a antiguidade, o reduto dos filisteus era a atual Faixa de Gaza e seus arredores. O Antigo Testamento menciona as cinco cidades principais dos filisteus: Gaza, Asquelom, Gate, Ecrom e Asdode (1 Sm 6.17). Com a expressão Filístia do Salmo 83.7 temos uma clara referência à atual faixa de Gaza e, em sentido mais amplo, às demais áreas sob governo dos palestinos. A propósito: Já nos tempos do Antigo Testamento, os filisteus haviam expandido seus domínios nas terras de Israel durante um certo período. Na época do Rei Saul (Séc. 11 a.C.) encontramos os filisteus dominando áreas que pertencem ao atual território de Israel e à hoje denominada Cisjordânia. Desde 1976, mediante representação da OLP, os palestinos são membros da Liga Árabe. É interessante observar que os nomes palestino e filisteu têm semelhanças entre si. Em latim a palavra “filisteus” foi interpretada como “palestini”, (Bíblia Vulgata – latim, Gn 26.14). Ainda podemos notar que na língua árabe, filisteus recebe a palavra praticamente igual (na Bíblia árabe): philastini.

Iraque

A Assíria também é mencionada no Salmo 83.8 que, à época dos reis de Israel assumiu dimensões de potência mundial. O seu território pátrio, no entanto, com as significativas cidades de Nínive, Assur e Kalach se localizava na região norte do atual Iraque. Dessa maneira, Asafe, o autor do Salmo 83, ao mencionar a Assíria, nos leva à região do atual Iraque, este que também foi um dos membros fundadores da Liga Árabe. Na guerra arrasadora contra Israel, de 1947-1949, a Jordânia desempenhou um papel preponderante. O Iraque deu sua contribuição em apoio à Jordânia. Exatamente isso é o que diz Salmo 83.8 “… também a Assíria se alia com eles e se constituem braço forte aos filhos de Ló“.

 

É impressionante observar como essa junção de países da Liga Árabe se cumpriu à risca como previsto a milhares de anos!

 

Vinhas, Pomares e Flores

Amós 9.14-15 contém ainda uma profecia sobre a implantação de vinhas na terra de Israel como prova da mudança do destino dos judeus no futuro. Ela diz: “Mudarei a sorte do meu povo de Israel; reedificarão as cidades assoladas e nelas habitarão, plantarão vinhas e beberão o seu vinho, farão pomares e lhes comerão o fruto. Plantá-los-ei na sua terra, e, dessa terra que lhes dei, já não serão arrancados, diz o SENHOR, teu Deus“.

A viticultura era uma importante atividade agrícola em Israel, por isso temos tantas referências na Bíblia sobre videiras, vinhas, plantações de vinhas, assim como vinha em flor, colheita, uvas, lagar, mel de uvas, suco de uvas, vinho, etc. Após a conquista da terra santa pelos Islâmicos, após 636 d.C., a viticultura ficou desaparecida por mais de 1.200 anos. Somente após 1882, os judeus que retornaram da primeira Aliá receberam apoio financeiro para produzirem vinhos Bordeaux. Inicialmente as dificuldades foram imensas, solo com pedregulho e muito arenoso, os brotos das videiras não suportavam o calor do sol, as primeiras vinhas foram dizimadas pela praga da mosca Filoxera. No ano de 1900, o vinho do Carmelo foi distinguido com medalha de ouro na feira mundial de Paris. Após a década de 1960 ocorreu uma verdadeira revolução na área da vinicultura e os vinhos israelenses receberam a distinção com uma série de medalhas de ouro internacionais. A moderna viticultura de Israel progrediu somente após terem sido introduzidas mudas de variedades estrangeiras, cumprindo literalmente a profecia feita a 2.700 anos: Isaías 17.10 “… vocês cultivem as melhores plantas, videiras importadas” (NVI).

Ainda lembrando de Amós 9.14, o texto fala sobre pomares e nas últimas décadas, o desenvolvimento agrícola de Israel alcançou um nível entre os melhores do mundo. Desde a declaração do novo estado de Israel, as áreas de cultivo foram triplicadas enquanto a produtividade foi aumentada em dezesseis vezes. É uma variedade enorme de frutas , desde laranjas, mandarinas, toranjas; até produtos exóticos para a região como mangas, bananas, caquis, kiwis, entre muitas outras.

Na última parte do livro de Ezequiel (capítulos 33-48), o profeta descreve como, ao final de um processo de várias etapas, o povo e a terra de Israel seriam completamente restaurados. Em Ezequiel 36.34-35 “Lavrar-se-á a terra deserta, em vez de estar desolada aos olhos de todos os que passam. Dir-se-á: Esta terra desolada ficou como o jardim do Éden; as cidades desertas, desoladas e em ruínas estão fortificadas e habitadas.“, o profeta ilustra o jardim do Éden como descritivo da terra, hoje a produção de flores soma cerca de 1,4 bilhões de plantas por ano e uma parte significativa delas é exportada para todo o mundo. As flores respondem por 30% de toda produção agrícola exportada.

 

Prosperidade Intelectual e Financeira

É muito difícil observar o que ocorre com Israel, que tem pouco mais de 60 anos desde sua reintegração e comparar com países como o Brasil, um exemplo da prosperidade intelectual de Israel é observando a quantidade de prêmios Nobel de cada país, Israel tem oficialmente cerca de 12 prêmios recebidos (não vou nem comparar com o Brasil), isso sem contar as centenas de laureados que tinham ascendência judia, nomes famosos, como Albert Einstein, Sigmund Freud, Richard Feynman. Embora representem menos de 0,5% da população mundial, os judeus receberam 20% de todos os prêmios Nobel.

Na Idade Média, os judeus europeus foram proibidos de exercer ofícios “nobres”, como a exploração da terra e as campanhas militares. Confinados em guetos e sujeitos a impostos pesados durante mais de 1.000 anos, tiveram de desenvolver a habilidade intelectual necessária para se dedicar ao comércio e aos serviços. “O patrimônio intelectual dos judeus era a única coisa que ninguém poderia lhes tirar”, afirma Robert Chazan, professor de estudos judaicos na Universidade de New York. Quando os portões dos guetos começaram a se abrir no século XVIII, muitos judeus abandonaram a prática da religião, mas mantiveram a tradicional ênfase no aprendizado. Investir na formação das futuras gerações era o único modo de garantir a continuidade dos valores e do povo judeu, daí por que ao longo de vários séculos tantas famílias não pouparam esforços em educar suas crianças. Semearam educação, colhem prêmios Nobel.

Você sabia que dentre os 20 melhores violinistas da História, 15 são judeus? Hoje, Israel tem o maior número de engenheiros per capita do mundo, 140 por 10 mil habitantes. É mais que o dobro de EUA e Japão, segundo e terceiro colocados.” Palavras de Augusto Lopez-Claros, economista-chefe do programa de competitividade global do Fórum Econômico Mundial. Estranhamente, não existe o Nobel de Matemática. Por isso foi criado uma premiação especial para preencher essa lamentável lacuna. A Medalha Fields é um prémio quadrianual atribuído pela União Internacional de Matemática (IMU), no decurso do Congresso Internacional de Matemáticos (IMC), concedido a, no máximo, quatro matemáticos. A condecoração foi criada com o legado do matemático canadense John Fields, em 1936. É geralmente considerada como a maior distinção no ramo da matemática, considerada como um Nobel de Matemática. Até agora, OS JUDEUS SÃO 27% DOS GANHADORES DA MEDALHA FIELDS.

Tudo isso mostra como se cumpre a profecia de Isaías 61.6; 60.16: “Mas vós sereis chamados sacerdotes do SENHOR, e vos chamarão ministros de nosso Deus; comereis as riquezas das nações e na sua glória vos gloriareis.“; “Mamarás o leite das nações e te alimentarás ao peito dos reis; saberás que eu sou o SENHOR, o teu Salvador, o teu Redentor, o Poderoso de Jacó.“. As profecias referentes a exaltação dos judeus entre as nações só serão cumpridas integralmente quando Jesus Cristo estiver reinando na terra e os judeus se voltarem para Deus. O que está acontecendo hoje é apenas uma fraca amostra (uma AMOSTRA GRÁTIS), pois apesar de grandemente abençoados, a maioria dos judeus é incrédula e rebelde contra Deus.

 

Em um post futuro vou tratar questões mais recentes da história de Israel, devido ao seu impacto profético e abordar o crescimento do antissemitismo (mesmo de pessoas que se dizem cristãs) no mundo. A seguir vou deixar alguns vídeos sobre os incríveis milagres que ocorreram com os exércitos de Israel durante as guerras que sofreu desde sua formação em 1948. São declarações incríveis, sobre anjos nas colinas, mãos gigantes fazendo tanques pararem entre tantos outros relatos magníficos, o que mostra o quanto Deus está comprometido em cumprir sua palavra. Ainda me surpreendo ao descobrir que alguns cristãos não amam Israel e Jerusalém, seria como dizer que não aprovam a escolha de Deus sobre este povo!

Também coloco abaixo a relação das profecias cumpridas de número 46 ao 120, fechando a lista já apresentada no post anterior, lembrando que o livro do Dr. Roger Liebi apresenta mais de 175 profecias cumpridas, ou seja, mais de 50 além das que mostro aqui.

Que Deus lhe abençoe e ilumine seu rosto sobre você!

Vídeo:  O Eterno caminha ao lado de Israel

 

Profecias de 46 a 62
Profecias de 46 a 62
Profecias de 63 a 70
Profecias de 63 a 70
Profecias de 71 a 82
Profecias de 71 a 82
Profecias de 83 a 97
Profecias de 83 a 97
Profecias de 98 a 111
Profecias de 98 a 111
Profecias de 112 a 120
Profecias de 112 a 120

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