Alianças dos EUA com Nações de Terror e Organizações Terroristas para Lutar contra Nações de Terror e Organizações Terroristas

por Ben Barrack em 22 de setembro de 2014 – Destaque Geral

 

A idéia dos EUA ajudarem a Síria de Bashar al-Assad a lutarem contra o ISIS viria com uma admissão majoritariamente embaraçosa por parte da administração Obama que optou por apoiar “o bonde” errado na Síria, especialmente com todas essas linhas vermelhas. Voltando a Junho, quando o Irã e a Turquia estavam colaborando em Ancara, houve realmente uma conversa dos EUA com o Irã para se alinharem na luta contra o ISIS também. Isso não se coaduna com quase ninguém, visto que a maioria dos especialistas políticos veem o Irã como a maior ameaça para os EUA. Agora, o New York Times está relatando sobre uma entrevista que teve com um conselheiro próximo do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah. O que foi revelado é que os EUA estão realmente lutando sua própria guerra na região ao armar o Exército libanês, que trabalha com … PASMEM… o Hezbollah:

“BEIRUTE, Líbano – Eles são inimigos declarados que insistem que eles nunca irão trabalhar em conjunto, mas, na prática, o Hezbollah e os Estados Unidos já estão trabalhando – separadamente – em um objetivo comum: parar o Estado islâmico extremista de se mover para o Líbano, onde o Hezbollah é a força militar mais poderosa e um personagem político, e atualmente divide com Washington o interesse na “estabilidade”.

Semanas depois que o Hezbollah, o grupo militante xiita e partido político, ajudou a repelir um ataque do Estado islâmico na cidade de Arsal na fronteira com a Síria, novas armas americanas estão fluindo para ajudar o Exército libanês – que coordena com o Hezbollah – para proteger a fronteira. A Inteligência americana compartilhou com (mais…)

O Cronograma para Dominação Global do Islamismo até 2020

Meu Comentário:  hoje, ao falar em Estado Islâmico e Califado, você não veria mais as pessoas duvidando desse fato ou o observando como algo histórico apenas, isso porque o Estado Islâmico está nos jornais e mídias de todo o mundo e sabemos do que ele se constitui. Mas agora volte para 2005, quando Bush ainda governava os EUA e o Iraque ainda era uma região dominada pelos americanos e você dissesse exatamente isso, que seria criado um Estado Islâmico na região, você pode imaginar do que lhe chamariam??! Pois é, é por isso que coloco abaixo uma tradução de uma reportagem da agência de notícias SPIEGEL ONLINE, de 2005, que trata exatamente do cronograma do mundo islâmico para a dominação global, constituído de sete fases que terminam em 2020, com o que eles chamam de “a vitória definitiva”. Detalhe, você irá perceber que a quinta fase, onde seria a criação do Estado Islâmico, já foi realizado com 2 anos de antecedência, então podemos ter as fases 6 e 7 acontecendo também com 2 anos de antecedência. Eu mantive na tradução a linguagem da época, por isso certos eventos futuros, já conhecidos nossos com outros termos, como a Primavera Árabe, eu os mantive com os nomes originais dados na fase 4 e outras, segundo o plano originalmente escrito do grupo islâmico. É interessante observar que a análise da época considerava loucura esse plano, mas parece que até os dias atuais ainda estamos mantendo o péssimo hábito de subestimar o Islã e os seus objetivos, os quais eles continuam a propagar por toda Internet. Esse cronograma já era conhecido e de domínio público dos Serviços de Inteligência desde 2005, pelo menos, mas nada foi feito para detê-lo, ao contrário, os EUA, desde a época Bush, passando por Obama, acabaram criando todos os meios necessários para que isso florescesse e viesse à realidade. É importante notar também que, para a quarta fase estava previsto um ataque econômico e cibernético contra os EUA com o objetivo de enfraquecer o governo americano e para isso eles planejavam fazer a queima de vários poços de petróleo, só que não se imaginava à época que os EUA teriam acesso à tecnologia de Petróleo de Xisto em grande quantidade, o que de certa forma, diminuiu a dependência de importação de petróleo pelos EUA, sendo assim, acredito que os gastos exorbitantes na economia americana dos últimos 6 anos tiveram muito a ver com essa questão, apenas foi uma mudança na forma do “ataque econômico”, o que deu uma sobrevida aos EUA na guerra econômica, ao invés dela culminar em 2013 como estava previsto. Bem, vamos à reportagem e ao cronograma. O link original estará no fim do artigo.

 

O Futuro do Terrorismo: O Que A Al-Qaeda Realmente Deseja

12/08/2005

Se existe alguém que pode, eventualmente, ter uma idéia sobre o que a Al-Qaeda está fazendo, é o jornalista jordaniano Fouad Hussein. Ele não só passou um tempo na prisão com al-Zarqawi, mas também conseguiu fazer contato com muitos dos líderes da rede. Com base em correspondência com estas fontes, ele já trouxe um livro que detalha o plano diretor da organização.

 

Deve haver algo de particularmente confiável ​​sobre o jornalista jordaniano Fouad Hussein. Afinal de contas, ele conseguiu fazer com que alguns dos terroristas mais procurados viessem a se abrir com ele. Talvez o que ajudou é que eles passaram um tempo juntos na prisão, há muitos anos atrás – quando Hussein era um prisioneiro político, ele negociou (mais…)

Finalmente revelado: O que o embaixador dos EUA em Benghazi estava realmente fazendo

Operando sob ordens de Obama e Hillary Clinton em missão secreta

 

A missão especial dos Estados Unidos em Benghazi e o anexo da CIA nas proximidades eram utilizados em parte para coordenar os embarques de armas para os rebeldes jihadistas que combatem o regime sírio, com o embaixador Christopher Stevens desempenhando um papel central, é o que documenta um novo livro explosivo lançado hoje.

As atividades, que incluíram um esforço independente de coleta de armas multimilionário e sem precedentes das milícias líbias que não queriam desistir de suas armas, pode ter desencadeado o ataque de 11 de setembro de 2012, é o que acusa o novo livro.

As descobertas e mais, são revelados no novo trabalho do apresentador de rádio e repórter do site WND, Aaron Klein, “A História REAL de Benghazi: O que a Casa Branca e Hillary não querem que você saiba”.
Klein afirma que o esquema de armas para os rebeldes que operou em Benghazi “pode constituir o Velozes e Furiosos (Fast and Furious, referência ao escândalo de operação dos EUA de compra de armas no México por supostos traficantes) do Oriente Médio, o Irã-Contras da administração Obama”.

A questão-chave é que, até o final de abril de 2013, a Casa Branca havia negado repetidamente que estava envolvida em ajudar a armar os rebeldes sírios.

No entanto, o livro “A História REAL de Benghazi” cita evidências da transferência de armas ao longo do verão de 2012, que culmina com um grande carregamento da Líbia para (mais…)

Vociferando e Blefando no Báltico

Pat Buchanan acha loucura os EUA garantirem a defesa da Estônia contra a Rússia

Pat Buchanan

 

“Eu digo para as pessoas da Estônia e os povos dos países bálticos, hoje estamos ligados por nosso tratado de aliança… O artigo 5 é cristalino: Um ataque contra um é um ataque contra todos. Então, se… você perguntar novamente, ‘quem vai vir para ajudar?’, você vai saber a resposta — a aliança da OTAN, incluindo as forças armadas dos Estados Unidos da América”.

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Multiculturalismo: Letal aos Valores Ocidentais

Walter E. Williams pergunta se os americanos têm “a vontade de nos defender da aniquilação”

 

por Walter Williams,

 

A chanceler alemã, Angela Merkel, declarou que na Alemanha o multiculturalismo “fracassou totalmente”. Tanto o ex-Primeiro-Ministro John Howard da Austrália quanto o ex-Primeiro-Ministro José Maria Aznar da Espanha chegaram à essa mesma conclusão sobre o multiculturalismo em seus países. O Primeiro-Ministro britânico David Cameron, alertou que o multiculturalismo está fomentando a ideologia extremista e contribuindo diretamente para o crescimento local do terrorismo islâmico. O Líder do Partido Independente do Reino Unido, Nigel Farage, disse que o esforço do Reino Unido para o multiculturalismo não uniu os britânicos, mas os separou. Isso tem permitido ao Islã emergir, apesar da cultura judaico-cristã da Grã-Bretanha. O ex-Primeiro-Ministro britânico, Tony Blair, disse que as raízes do islamismo violento não são “superficiais, mas profundas” e podem ser encontradas “na minoria extremista que agora, em cada cidade europeia, prega o ódio ao Ocidente e ao nosso modo de vida”.

O ponto principal é que grande parte do mundo muçulmano está em guerra com a civilização ocidental. Não há dúvida de que o Ocidente tem o poder militar para impedir a agenda do Islã radical. A questão em jogo é se temos a inteligência para reconhecer o ataque e a vontade de nos defender da aniquilação.

O multiculturalismo está com com os pés dos islamitas na nossa porta. No coração do multiculturalismo está um ataque contra os valores ocidentais e cristãos. Muito deste ataque tem as suas raízes nos campus universitários, entre a elite intelectual que vê como sua missão doutrinar a juventude. Nas colunas anteriores, eu tenho documentado o ensino do ódio à América pelos acadêmicos, assim como o professor de economia da UCLA que disse à sua classe, “Os Estados Unidos da América, apoiado por fatos, é o país mais ganancioso e mais egoísta do mundo”. Uma professora de história disse à sua classe: “O capitalismo não é uma mentira dita de propósito. É apenas uma mentira”. Ela também disse: “Os (Capitalistas) são porcos. … Eles são pessoas bastardas”. Os alunos sentam-se entre as aulas (mais…)

Dica de Livro – Fome por Deus

O autor é amplamente conhecido no meio evangélico, John Piper em seu livro “Fome por Deus – Buscando Deus por meio do Jejum e Oração” (veja aqui) foi para mim uma surpresa agradável, não que eu imaginasse que seria ruim, absolutamente, pois pelo autor você já pode esperar um bom conteúdo. O que quero dizer é que a abordagem do tema feita por Piper foi além das minhas expectativas, que já eram boas.

Piper inicia fazendo uma boa análise sobre o jejum e oração tanto do antigo como do novo testamento, mas nos capítulos posteriores ele começa a contemporizar para os dias atuais estas práticas, expandindo o conceito além da simples abstinência do alimento, mas para muitas outras “fontes de alimento” que temos nos dias atuais, como TV, internet, entre outros. Uma reflexão salutar sobre a “Fome por Deus” dos dias atuais e as formas de colocar à prova se, realmente, estamos dispostos a buscar a Deus de todo nosso ser, independente se temos ou não benefícios por isso.

Ele aborda em dois capítulos temas que não vejo serem muito abordados atualmente, até porque (mais…)