Por que uma Coroa de Espinhos?!

Você já se perguntou alguma vez o porquê de escolherem tecer e colocar uma coroa de espinhos sobre a cabeça de Jesus?! É claro que o texto por si somente já elucida o motivo mais óbvio … chacota, escárnio …

… tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e, na mão direita, um caniço; e, ajoelhando-se diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, rei dos judeus!” (Mateus 27:29)

Não bastando isso, a narrativa de Mateus 27 segue e descreve também que tiraram dEle o caniço, o qual servia como uma espécie de sátira do “cetro real”, e com ele batiam-lhE a cabeça. O tempo imperfeito no grego do original desse texto indica pancadas repetidas e, devido a isso, provavelmente fez com que os espinhos pontiagudos entrassem ainda mais no crânio de jesus.

Mas, como muitos já perceberam, quanto mais mergulhamos nas Escrituras, mais ela nos revela. Portanto, vamos observar quando os espinhos aparecem pela primeira vez nos textos sagrados?! Veja aqui …

E a Adão disse: Visto que atendeste a voz de tua mulher e comeste da árvore que eu te ordenara não comesses, maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida. Ela produzirá também espinhos e ervas daninhas, e você terá que alimentar-se das plantas do campo.” (Gênesis 3:17,18)

A descrição no livro de Gênesis denota que até o homem cair, não haviam espinhos na terra, mas como a queda amaldiçoou a terra, a mesma começou a produzir espinhos e ervas daninhas. Sendo assim, os espinhos são uma concretização física da maldição que sobreveio à terra e à humanidade, é um produto direto da maldição. Dessa forma, quando os soldados teceram a coroa de espinhos, a qual foi provavelmente confeccionada com plantas espinhosas próprias da região do palácio, que poderiam ser ramos de espinheiras ou dos ramos flexíveis da acácia síria que tinham espinhos tão longos quanto um dedo, eles estavam criando um símbolo de realeza, de autoridade, pois coroas são próprias para reis … mas nesse caso, os soldados estavam insinuando, provavelmente sem o saber, que Jesus era também … “Rei da Maldição”.

Espinhos falam de dor e lágrimas, de modo que a coroa de espinhos significa que Ele agora irá suportar a dor e as lágrimas da maldição destinada ao homem. Espinhos também falam de laceração, e assim Ele será dilacerado. Espinhos estão ligados à maldição, e a maldição está ligada à morte; portanto, a coroa de espinhos implicava que o Messias iria morrer; que Ele iria carregar o peso da maldição sobre a sua cabeça. Ele então se torna o “Rei de Espinhos”, o “Rei da Maldição” …

Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” (Isaías 53:3-5)

Entretanto, é importante lembrar que uma coroa também representa autoridade, representa alguém que reina, que possui poder sobre o reino. Jesus, ao suportar todo o peso da maldição, tornou-se Rei sobre ela, assim Ele não está mais submetido à ela, a maldição, mas agora está reinando sobre ela, acima dela … Ele a venceu … dessa forma então, todos os que estão debaixo de maldição e sofrimento podem agora ir à Ele e encontrar redenção, pois Ele tem autoridade sobre essas coisas, Ele é Rei também sobre elas e assim possui agora autoridade para transformar o que eram espinhos, em flores … o que era tristeza, em alegria … o que era maldição, em benção …. o que era morte, em vida!

Mal sabiam os soldados que, ao colocar a coroa de espinhos sobre Jesus, eles estavam concretizando de forma física através dessa coroa de espinhos que Ele, o Messias, se tornaria maldito em nosso lugar … não apenas um outro maldito qualquer, mas o “Rei da Maldição”, o único capaz de suportar todo o peso da maldição a ponto de vence-la e se tornar não apenas Rei acima da maldição, mas Rei sobre todas as coisas … o Rei dos reis!!!

Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro), para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido.” (Gálatas 3:13,14)

Mistério de Isaías 53:9 … Na Sua MORTES (é plural mesmo?!)

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Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca.” (Isaías 53:9)

Existem belezas, mistérios e profundidades nos textos das Escrituras que você só os percebe quando lê os textos a partir do original em hebraico. Um exemplo é o descrito nesse trecho de Isaías 53 que fala do “Servo Sofredor”, o Messias, no versículo 9, onde o trecho traduzido como “na sua morte“, em hebraico “בְּמֹתָ֑יו“; na verdade não diz apenas isso, há uma perda quando se observam as traduções, pois o texto vai além, é algo ainda mais profundo.

O termo traduzido como “morte” (מות “maveth”), está no plural (você pode ver isso aqui); portanto uma tradução literal seria “na sua MORTES”, ou seja, é algo tão grande, tão cósmico, que é difícil para qualquer tradutor fazer justiça ao que a expressão busca colocar.

hebraico

Em hebraico, quando uma palavra deveria ser singular, mas ela está no plural, isso é frequentemente um sinal de que a realidade por trás desta palavra é tão único, tão intenso, tão extremo ou tão colossal que apenas uma palavra no singular não pode conter todo o seu significado (veja outro exemplo neste outro artigo que publiquei aqui).

Sendo assim, o que podemos entender é que a morte do Messias é uma realidade tão singular, uma realidade tão extrema, uma realidade tão intensa, e uma realidade tão colossal que a palavra morte no singular não pode nem mesmo começar a descrevê-la. O que aconteceu vai tão além do que podemos expressar com as nossas palavras ou com os nossos pensamentos para começar a entender a sua morte.

Mas o plural utilizado na palavra morte pode também realmente significar exatamente o seu plural?! Sim, além de expressar essa realidade única da morte do Messias, o uso do termo em plural também revela que o Messias não iria morrer apenas a sua própria morte, mas muitas mortes, ou seja, a minha, a sua … a de todos nós!!! Todas as mortes que eram definitivas devido a separação do homem para com Deus, a segunda morte que estava destinada aos homens, estão incluídas nesse plural utilizado no hebraico para a morte (mortes) do Messias. Quando você crê na obra da cruz realizada por Jesus, a morte que lhe havia sido destinada devido ao seu pecado, foi colocada sobre Ele no Calvário (leia João 3:16).

Toda a morte está contida dentro da palavra no plural. É o testemunho em preto e branco que a sua antiga vida e o seu julgamento foi realizado … “na sua mortes“. Por isso o apóstolo Paulo tão propriamente escreveu …

Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição, sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; porquanto quem morreu está justificado do pecado. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos, sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte já não tem domínio sobre ele. Pois, quanto a ter morrido, de uma vez para sempre morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus.” (Romanos 6:5-11)

Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.” (2 Coríntios 5:14,15)

Agradecimentos

500

 

Gostaria de deixar registrado o meu agradecimento a todos os que tem acessado ao meu blog e me dado o prazer e o privilégio de sua audiência! Quando eu comecei, eu já me consideraria realizado se, ao fim de pouco mais de 2 anos, conseguisse alcançar 10 mil acessos, que dizer então de mais de 500 mil acessos!!!

Até aqui foram 501 artigos publicados e eu fico imensamente contente em poder compartilhar, mesmo que um pouco, daquilo que eu considero relevante e do que o SENHOR me tem dado durante alguns estudos e pesquisas … afinal, se nos artigos publicados houver algo de bom e que possua algum valor, a glória e o louvor pertencem ao SENHOR, pois somente Ele é a fonte de tudo que possui verdadeiro valor!

Obrigado … muito, muito obrigado a todos! Deus lhes abençoe!!!

As Obras de Josefo

Josefo

Ao ler as obras de Josefo: Antiguidades Judaicas (ou História Antiga dos Judeus), A Guerra dos Judeus, Contra Apião e Autobiografia (ou Vida); é impossível não perceber a mão divina na história numa época tão importante e repleta de eventos únicos.

Para quem gosta de ver as “digitais” do SENHOR na história, é um deleite. Obviamente os inúmeros relatos de personagens históricos conhecidos e citados no Novo Testamento dão um “colorido” todo especial para quem está bem familiarizado com os relatos dos Evangelhos, do livro de Atos e de muitas Epístolas. Tudo isso com um rico descritivo de como era a vida e das forças que governavam aquela época.

As citações de Josefo sobre Jesus e João Batista são interessantes, até porque por ser uma fonte extra-bíblica, isso possui implicações apologéticas muito contundentes, apesar do ceticismo comum daqueles que buscam apenas distorcer tudo o que pode ser distorcido pelo prazer de contender ou de negar a história.

Os relatos no livro “A Guerra dos Judeus” dos eventos extraordinários ocorridos no Templo, tais como a luz intensa à nona hora da noite que brilhou em torno do altar e do Santuário, que dava a impressão de se estar em pleno dia e que durou por meia hora em 25 de abril de 66 dC; ou da abertura sozinha, numa sexta à noite, da Porta Oriental do pátio interior, que era de bronze e totalmente maciça, a qual precisava de vinte homens para a fechar a noite, e ainda com dificuldade, fixadas por meio de barras de madeira cercadas de ferro e que tinha ferrolhos profundamente presos ao chão e que consistia numa pedra de um único bloco; tal evento surpreendeu a muitos a ponto de ser registrado em seu livro; esses eventos citados, entre outros, já serviam como um presságio do que viria a ocorrer poucos anos depois com a destruição do Templo, mas como o próprio Josefo declara, apenas os mais doutos (sábios) souberam interpretar corretamente os sinais que ocorriam, pois a maioria acreditava que tais sinais eram presságios positivos, mas a história mostra a realidade dos mesmos.

Hoje vemos vários eventos e “presságios” ocorrendo, tal como houveram no tempos de Josefo ou como os descritos nos livros de Jeremias e Isaías, mas a maioria ainda não os sabe interpretar devidamente e nem perceber as “digitais” do SENHOR em tudo o que ocorre e para onde as coisas se dirigem … uma pena!

Aos que tiverem oportunidade e interesse nestes assuntos, recomendo a leitura destas obras, lhes será enriquecedor!

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Não desconsidere a Palavra de Deus, foi este o grande erro de Salomão …

Mesmo o homem considerado um grande sábio, pode tornar-se um completo tolo a partir do momento em que começa a desconsiderar o que dizem as Escrituras, veja o caso de Salomão por exemplo. O SENHOR já havia alertado previamente sobre o comportamento apropriado para reis, caso Israel viesse a decidir ter um, onde diz:

Porém este [rei] não multiplicará para si cavalos, nem fará voltar o povo ao Egito, para multiplicar cavalos; pois o SENHOR vos disse: Nunca mais voltareis por este caminho. Tampouco para si multiplicará mulheres, para que o seu coração se não desvie; nem multiplicará muito para si prata ou ouro.” (Deuteronômio 17:16-17)

Mesmo com essa evidente e notória advertência, conhecida na época pelo próprio Salomão e muitos dos seus conselheiros, Salomão decidiu ignorar a recomendação do SENHOR, como fica evidente nestes textos:

Os cavalos de Salomão vinham do Egito e da Cilícia; e comerciantes do rei os recebiam da Cilícia por certo preço.” (1 Reis 10:28)

Salomão possuía quatro mil estábulos para cavalos e carros e doze mil cavalos, dos quais mantinha uma parte nas guarnições de algumas cidades e a outra perto dele, em Jerusalém.” (2 Crônicas 9:25)

Ora, além da filha de Faraó, amou Salomão muitas mulheres estrangeiras: moabitas, amonitas, edomitas, sidônias e hetéias, mulheres das nações de que havia o SENHOR dito aos filhos de Israel: Não caseis com elas, nem casem elas convosco, pois vos perverteriam o coração, para seguirdes os seus deuses. A estas se apegou Salomão pelo amor. Tinha setecentas mulheres, princesas e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração. Sendo já velho, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses; e o seu coração não era de todo fiel para com o SENHOR, seu Deus, como fora o de Davi, seu pai.” (1 Reis 11:1-4)

O resultado para Salomão, o homem que já foi considerado o mais sábio em toda a Terra em sua época, foi ser reprovado pelo único a quem se deve buscar aprovação, o SENHOR, como está escrito:

Pelo que o SENHOR se indignou contra Salomão, pois desviara o seu coração do SENHOR, Deus de Israel, que duas vezes lhe aparecera. E acerca disso lhe tinha ordenado que não seguisse a outros deuses. Ele, porém, não guardou o que o SENHOR lhe ordenara. Por isso, disse o SENHOR a Salomão: Visto que assim procedeste e não guardaste a minha aliança, nem os meus estatutos que te mandei, tirarei de ti este reino e o darei a teu servo.” (1 Reis 11:9-11)

Este exemplo de como Salomão ignorou as recomendações do SENHOR, fizeram do homem mais sábio em um grande tolo, visto que, no decorrer de sua vida, ao ir contra a lei do SENHOR, acabou por perder a única coisa que interessa, por isso não é de admirar que no fim de sua vida, Salomão tenha chegado a essa conclusão:

De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más.” (Eclesiastes 12:13-14)

Recomendo que siga esse conselho de Salomão, pois ele conheceu as consequências de sua tolice ainda em vida quando experimentou o dissabor de ter o SENHOR como adversário e isso o quebrantou como se percebe nessa conclusão no livro de Eclesiastes.

Portanto, seja mais sábio do que foi Salomão, e siga ao SENHOR sem se desviar do Seu caminho nem para a direita e nem para a esquerda. Nós temos hoje a felicidade de poder contar com o Espírito do SENHOR para nos conduzir em tudo o que fizermos, como está escrito:

Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o Meu Espírito e farei que andeis nos Meus estatutos, guardeis os Meus juízos e os observeis.” (Ezequiel 36:26-27)

Vínculos Subjetivos e Curiosos do Islã com as Escrituras

Eu tenho publicado muitos posts no Facebook e artigos neste meu blog sobre toda a questão do Islã nos tempos atuais e as suas estratégias, crenças e implicações para o nosso tempo. Nesse post vou fazer um compêndio de textos bíblicos que possuem conotações muito subjetivas e indiretas sobre o Islã, portanto não estarei neste post fazendo afirmações diretas, apenas estou levantando “informações curiosas”.

Eu estou ciente dos diversos paradigmas bíblicos relacionados à escatologia, portanto, minha intenção não é entrar nesses meandros e nem fazer assertivas diretas sobre a minha abordagem, mas sim apenas mostrar essas curiosidades existentes nos textos que podem nos fazer pensar, pois devido à subjetividade levantada, não há como se fazer afirmações diretas. Mas eu suspeito, e essa é uma opinião pessoal, que o SENHOR possa ter deixado essas curiosidades nos textos originais de forma a dar mais pistas para quem as observa, mas volto a frisar, não posso afirmar isso de forma direta e plena.

Sabemos que o nome do “deus” islâmico é “allah” (em árabe, literalmente significa “o deus”, al ilāh), cujas raízes do Islã são provenientes da Arábia e do seu povo. Não deixa de ser interessante também observar a similaridade fonética de palavras hebraicas com o termo “alah” e a menção aos árabes (ערב `arab em aramaico) em textos proféticos significativos. Portanto, segue a relação dos versículos curiosos e colocarei em colchetes as palavras que merecem ênfase:

“Quanto ao que viste dos pés e dos dedos, em parte, de barro de oleiro e, em parte, de ferro, será esse um reino dividido; contudo, haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois que viste o ferro misturado [ערב `arab] com barro de lodo.” (Daniel 2:41)

“Quanto ao que viste do ferro misturado [ערב `arab] com barro de lodo, misturar-se-ão mediante casamento, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura [ערב `arab] com o barro.” (Daniel 2:43)

“O bode se engrandeceu sobremaneira; e, na sua força, quebrou-se-lhe o grande chifre, e em seu lugar saíram [עלה `alah] quatro chifres notáveis, para os quatro ventos do céu. De um dos chifres saiu um chifre pequeno e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa.” (Daniel 8:8-9)

“Apesar da aliança com ele, usará de engano; subirá [עלה `alah] e se tornará forte com pouca gente.” (Daniel 11:23)

“Na verdade, a terra está contaminada por seus habitantes, porque transgrediram as leis, violaram estatutos, quebraram a aliança eterna. Portanto, a maldição [אלה ‘alah] devora a terra, e aqueles que vivem nela são considerados culpados. Por isso, os habitantes da terra serão queimados, e poucos homens restarão.” (Isaías 24:5-6).

“Além disso, o Senhor teu Deus circuncidará o seu coração e o coração de seus descendentes, para amarem o Senhor teu Deus com todo o teu coração e com toda a tua alma, de modo que você possa viver. O Senhor, teu Deus, provocará todas essas maldições [אלה ‘alah] sobre os seus inimigos e sobre aqueles que te odeiam, que te perseguiram.” (Deuteronômio 30:6-7).

“Assim diz o SENHOR: Eis que trarei males sobre este lugar e sobre os seus moradores, a saber, todas as maldições [אלה ‘alah] escritas no livro que leram diante do rei de Judá.” (2 Crônicas 34:24)

“A boca, ele a tem cheia de maldição [אלה ‘alah], enganos e opressão; debaixo da língua, insulto e iniqüidade.” (Salmos 10:7)

“Pelo pecado de sua boca, pelas palavras dos seus lábios, na sua própria soberba sejam enredados e pela abominação [אלה ‘alah] e mentiras que proferem.” (Salmos 59:12)

“Então, me disse: Esta é a maldição [אלה ‘alah] que sai pela face de toda a terra, porque qualquer que furtar será expulso segundo a maldição, e qualquer que jurar falsamente será expulso também segundo a mesma.” (Zacarias 5:3)

“Porque veio [עלה `alah] um povo contra a minha terra, poderoso e inumerável; os seus dentes são dentes de leão, e ele tem os queixais de uma leoa.” (Joel 1:6)

“Mas o exército que vem do Norte, eu o removerei para longe de vós, lançá-lo-ei em uma terra seca e deserta; lançarei a sua vanguarda para o mar oriental, e a sua retaguarda, para o mar ocidental; subirá [עלה `alah] o seu mau cheiro, e subirá [עלה `alah] a sua podridão; porque agiu poderosamente.” (Joel 2:20)

“Virás, pois, do teu lugar, dos lados do Norte, tu e muitos povos contigo, montados todos a cavalo, grande multidão e poderoso exército; e subirás [עלה `alah] contra o meu povo de Israel, como nuvem, para cobrir a terra. Nos últimos dias, hei de trazer-te contra a minha terra, para que as nações me conheçam a mim, quando eu tiver vindicado a minha santidade em ti, ó Gogue, perante elas.” (Ezequiel 38:15-16)

“Eis aí que sobe [עלה `alah] o destruidor como nuvens; os seus carros, como tempestade; os seus cavalos são mais ligeiros do que as águias. Ai de nós! Estamos arruinados! Lava o teu coração da malícia, ó Jerusalém, para que sejas salva! Até quando hospedarás contigo os teus maus pensamentos?” (Jeremias 4:13-14)

“Porque a morte subiu [עלה `alah] pelas nossas janelas e entrou em nossos palácios; exterminou das ruas as crianças e os jovens, das praças.” (Jeremias 9:21)

 

Nova Análise Sobre a Situação Atual do Preço do Petróleo

A guerra econômica baseada no preço do petróleo está em andamento e causando um grande estrago em várias economias pelo mundo e não é mais segredo que todo esse movimento partiu da Arábia Saudita no ano passado quando ainda em setembro começaram a forçar os preços para baixo de forma deliberada ( aqui: http://dcvcorp.com.br/?p=692 ), e hoje estamos vivenciando isso em níveis que muitos jamais imaginariam. Mas em dezembro de 2014 ( aqui: http://dcvcorp.com.br/?p=985 ) eu avisei através de um artigo publicado em meu blog que os Sauditas tinham por meta que os preços do barril poderiam chegar a US$ 20, se necessário, e não custa lembrar que no cronograma de dominação islâmica, criado na década de 90, há uma fase específica que detalha uma guerra econômica contra os EUA através do uso do preço do petróleo para tal, coincidência?! Nos atos vistos do mundo islâmico atual, não existem coincidências, tudo faz parte do jogo, basta conhecer como ele é jogado para perceber o que acontece.

Por exemplo, durante o ano de 2015 os bancos estimavam que a Arábia Saudita tivesse um déficit de 20% ou superior devido as perdas com o preço do petróleo, mas recentemente a Arábia Saudita informou que o esperado é um déficit de cerca de apenas 15% em 2015 e na faixa de 13% para 2016, ou seja, a Arábia Saudita estava muito melhor preparada do que o mercado esperava. Sendo assim, a Arábia Saudita pode assim continuar a sua guerra econômica contra o complexo de xisto dos EUA por muito mais tempo sem afetar a sua própria economia como muitos imaginavam. Mas quem conhece o assunto mais profundamente já devia esperar que isso ocorresse, pois tudo se alinha ao plano desenhado há muito tempo.

Além disso, lembre-se que a Arábia Saudita entrou em 2015, com praticamente nenhuma dívida, o que significa que eles podem contrair empréstimos para compensar a queima de dinheiro. Por exemplo, com o barril a US$ 30, a Arábia Saudita poderia resistir por quase DOIS ANOS sem cortes de subsídios e MAIS DE 3 ANOS desde que financiassem 50% dos gastos no mercado de dívida. Agora que os cortes de subsídios são uma realidade, esses números sobem materialmente ainda mais. ( Veja o gráfico compartilhado abaixo ).

Essa guerra econômica veio para ficar e promete ficar ainda mais feia e pode, cedo ou tarde, migrar para uma guerra literal, fato esse que não seria nenhuma surpresa, pois o cronograma de dominação islâmica ( aqui: http://dcvcorp.com.br/?p=435 ) prevê uma guerra literal como parte de seu projeto e isso não está muito distante dos dias atuais, afinal são 7 fases e 5 já foram concluídas com quase 100% de sucesso e em 2016 entraremos na fase 6 … a fase 7, a da guerra literal, não está muito longe caso eles continuem tendo sucesso como tiveram nas outras 5 fases até aqui nestes 15 anos desde que o “relógio” deles foi iniciado … além disso, não apenas os EUA estão sendo afetados, mas a Rússia, o segundo maior produtor de petróleo no mundo, também tem sido muito afetada e não anda nada contente em ver preços tão baixos, pois a Rússia está com sérios problemas econômicos.

Lembre que a Rússia é aliada direta do Irã (xiita), que é inimigo da Arábia Saudita (sunita), então a coisa pode tomar uma proporção considerável nos próximos meses, ainda mais agora que a situação econômica da Rússia está se deteriorando e uma guerra de Xiitas contra Sunitas também é algo esperado para vir a ocorrer, inclusive isso é esperado por muitos islâmicos de ambos os lados e parece que o tempo disso também está se aproximando, os meses e os anos subsequentes nos mostrarão tudo isso com mais detalhes …

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Quando eu escrevi essa minha outra análise sobre a questão do petróleo, em dezembro de 2014 ( aqui: http://dcvcorp.com.br/?p=954 ), o preço do barril era mais do que o dobro do valor atual e a situação já era preocupante, então imagine agora!

Foto de Dionei Vieira.

Fonte: (3) Dionei Vieira – LEIA, IMPORTANTE PARA VOCÊ ENTENDER PARTE DO QUE…