Ex-Analista Da CIA Admite Que O Presidente Obama É Um Inimigo “Radical Islâmico” Dos EUA

Meu Comentário: Esse artigo é de uma reportagem do ano passado, mas eu a publico porque parece que ainda hoje a maioria das pessoas está alheia ao que ela diz, parece que inconscientemente as pessoas o percebem, mas na hora de processar a informação e trazer à tona a conclusão, o sistema interno de muitos acaba “travando” e ficam por perder a importância dessa conclusão. Clare Lopez, citada na reportagem é uma ex-agente de alto nível e altamente reconhecida, como irá perceber pelos seus inúmeros vínculos em diversos órgãos e instituições. Foi através de uma palestra dela na Austrália que acabei tendo acesso aos documentos sobre o Cronograma de Dominação Islâmica (aqui) e sobre o documento do Projeto da Irmandade Muçulmana (aqui), nessa mesma palestra ela acabou por informar que, dentro do território americano, ela estava proibida de fazer as declarações que fez na Austrália, pois sofreria sérias consequências se o fizesse. Muitos fazem o vínculo de Obama com a esquerda socialista e eles tem razão sobre isso, mas pessoalmente acredito que ele o faz também pelo dano que as medidas de esquerda podem causar aos EUA como um todo e por isso ele segue essa agenda, mas sua essência e fidelidade está com os planos islâmicos e, se tiver de escolher entre uma dessas duas forças, acabará por se alinhar à última.

por Pamela Geller,

 

“Radical” é um adjetivo tão ridículo. É o puro Islã, o Islã autêntico – não há nada de radical ou não-islâmico sobre a jihad.

O pai de Obama era muçulmano, o que de fato faz dele um muçulmano, e ele é considerado muçulmano no mundo muçulmano. Tome-se, por exemplo, Meriam Ibrahim. Sua mãe era cristã e a criou como a um cristão. Ela se casou com um cristão, vive na América e tem crianças cristãs. Mas quando ela voltou para o Sudão para visitar a família, ela foi presa por “apostasia” – em outras palavras, por deixar o Islã. Ela estava grávida de nove meses e foi forçada a dar à luz com as pernas algemadas, deixando seu bebê deformado. Esta é a lei islâmica. Ela é considerada uma muçulmana, embora ela nunca tenha sido uma muçulmana, porque seu pai era um muçulmano.

Obama, por outro lado, foi criado como um muçulmano, e foi para a escola islâmica em um país islâmico (Indonésia), da idade dos seis aos onze anos. Ele foi o melhor aluno em sua classe sobre o Alcorão.

Obama foi “anteriormente bastante religioso no Islã“.

 

 

Ele é pró-jihad e é claro sobre isso na sua política externa.

Há uma razão para que ele atacar e punir Israel ao permitir que o Estado Islâmico cresça e conquiste.

É interessante que a agência de notícias Examiner esteja atualmente investigando essa história. Eles não vão publicar as minhas colunas ou qualquer um dos artigos que tenho que lhes forem apresentados ao longo dos anos. Você não ama o direito desses centros de publicações e de blogueiros (como Michelle Malkin) que têm evitado o meu trabalho e do Robert Spencer, mas quando a jihad irrompe todos eles são ferozes contra a jihad. A revista National Review, na verdade, tem uma proibição contra o estudioso Robert Spencer. Uma vergonha para eles e todos os outros impostores que estão escrevendo sobre isso agora sem fazer as ‘mea culpa’ adequadas.

“A ex-analista da CIA admite que o presidente Obama é um inimigo islâmico radical da América,” agência de notícias The Examiner, em 31 de agosto de 2014

É uma acusação explosiva, que praticamente acusa o presidente de traição.

Hoje, uma ex-agente da CIA, disse sem rodeios ao jornal, World Net Daily, que os Estados Unidos mudaram de lado na guerra contra o terror sob a presidência de Obama. Clare Lopez estava disposta a dizer o que alguns membros do Congresso têm dito em privado, mas que se recusam a dizer em frente as câmeras.

Clare M. Lopez é a vice-presidente de Pesquisa e Análise do Centro de Política de Segurança e um membro sênior do site Project Clarion, do Centro de Pesquisa de Políticas de Londres e do Instituto Meighen canadense. Desde 2013, ela atuou como membro da Comissão dos Cidadãos para Benghazi. Também como vice-presidente da Summit Intelligence, ela antigamente era uma oficial de operações de carreira na Agência Central de Inteligência (CIA), professora do Centro de Estudos de Segurança e de Contra-Inteligência, Diretora Executiva do Comitê de Política do Irã de 2005 a 2006, e serviu como consultora, analista de inteligência, e pesquisadora para uma variedade de empresas de defesa. Ela foi homenageada como uma Lincoln Fellow no Instituto Claremont em 2011.

Lopez disse que a guerra global contra o terror tinha sido um esforço para “ficarmos livre da sharia”, ou da lei islâmica repressiva, até que a administração Obama começou a se aliar com tais grupos jihadistas como a Irmandade Muçulmana e suas afiliadas. Lopez acredita que a Irmandade Muçulmana está completamente infiltrada na administração de Obama e de outros ramos do governo federal. Um dos mais ultrajantes desses compromissos é Mohamed Elibiary, um membro sênior do Departamento de Conselho Consultivo de Segurança Interna. De acordo com um relatório do Centro para a Política de Segurança, Elibiary suporta a intermediação de uma parceria dos EUA com o grupo terrorista da Irmandade Muçulmana. Dois meses atrás, um incêndio irrompeu online após Elibiary twittar que um “califado” é inevitável e comparou-o com a União Europeia.

A Sra. Lopez também acredita que Obama tinha, essencialmente, os mesmos objetivos no Oriente Médio como o falecido Osama bin Laden: “remover o poder e a influência americana, incluindo as forças militares, das terras islâmicas”. Na perspectiva da ex-agente da CIA sobre o que os EUA deve fazer sobre o exército de terror do ISIS, ela recomenda cautela e moderação.

Embora tenha havido um coro repentino de políticos e especialistas militares pedindo a eliminação imediata do exército terrorista depois que ele decapitou o jornalista americano James Foley, Lopez acredita que os EUA devem ter uma estratégia global no lugar antes de totalmente se re-engajarem em uma ação militar no Oriente Médio. Qualquer ação militar seria ainda mais complicada, disse ela ao WND, se não estiver claro de que lado os EUA está ligado, seja a curto prazo ou na guerra global contra o terror.

Lopez sentiu que era impossível entender por que o presidente e alguns de seus principais assessores nomeados, como diretor da CIA, John Brennan, que se acredita ser um muçulmano convertido, “consistentemente parecem pedir desculpas ao Islã, mesmo em face de tais atrocidades como a decapitação de Foley”, acrescentando que, “se esforçam para garantir ao mundo que não acham que seja, (ou que o Estado Islâmico, também chamado ISIS) ou qualquer agressor fosse ter alguma coisa a ver com o Islã. Como eles podem acreditar que realmente quando tudo que estes jihadistas fazem está diretamente ligado ao texto literal do Corão, dos hadiths e da Sharia?”.

“Em qualquer caso, e por qualquer motivações, não há dúvida que esta administração mudou de lado, no que costumava ser chamado de Guerra Global contra o Terror”, disse ela.

Eu imagino se aqueles que não querem dizer isso para as câmeras, vão finalmente falar.

 

* Artigo traduzido por mim, link do original aqui: EX-CIA employee admits President Obama is a “radical Islamic” enemy of America

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