O “Projeto” da Irmandade Muçulmana

Meu Comentário: Em 2001, um manifesto discreto agora conhecido como “O Projeto” foi recuperado durante uma incursão na Suíça. Um manifesto que acabou por ser mostrar um roteiro muçulmano para se infiltrar e derrotar o Ocidente. Hoje, os arquivos relacionados a um julgamento contendo provas do maior financiamento do terror na história dos EUA, que incluem detalhes sobre “O Projeto”, estão sendo retidos pelo Departamento de Justiça Americano. Eu cheguei a esse documento observando a “dica” dada por Clare Lopez, uma ex-analista da CIA para o Oriente Médio, onde ela fez referências a esse documento, o qual está traduzido abaixo, e a outros documentos que repercutem muito pouco pela mídia, por razões óbvias, afinal não há interesse nisso. Ao ler e traduzir o documento, lembrei imediatamente das estratégias socialistas para se infiltrarem na sociedade e destruirem-na a partir de dentro, como pode-se ver no meu artigo sobre o livro “O Comunista Nu” (aqui). Eu publiquei outro artigo sobre o Cronograma Islâmico de Dominação Global até 2020 (aqui) que também se relaciona a este, mas o é posterior. Este documento escrito em 1982, é um documento de “Projeto da Irmandade Muçulmana”, um plano estratégico de cerca de 100 anos para o Islã. Isso que vou relatar agora não está no documento, é uma opinião pessoal baseado no que conheço da cultura Islâmica, mas acredito que o motivo de começar o plano na década de 80 e buscar alcançar um período tão longo, deve-se a escatologia Islâmica, pois eles acreditam que o Messias islâmico (Mahdi) viria entre o ano 1400 e 1500 do calendário Islâmico e dezembro de 1982 (data do documento) era o ano 1403 e 2076 é o ano 1500 desse calendário. Como na escatologia islâmica, o Mahdi iria instituir o domínio mundial do Islã, vejo que o objetivo e estratégias do documento visam esse objetivo, fazer cumprir-se essa escatologia criando os meios para tal, mesmo que artificialmente. Você perceberá ao lê-lo que existem muitas referências à jihad, a criação de um Estado Islâmico e a manutenção estratégica até o fim do problema da questão Palestina. Veja por si:

 

A seguinte tradução do “Projeto” foi elaborado por Scott Burgess (da versão em Inglês, que pode ser acessada aqui e também está o original em árabe), foi publicado em forma de série pelo The Daily Ablution em dezembro de 2005 (Partes I, II, III, IV, V e a Conclusão). Ele é baseado no texto francês do “Projeto” publicado em Sylvain Besson, La Conquête de l’Occident: Le projet segredo des Islamistes (Paris: Le Seuil, 2005), pp. 193-205.

 

Em nome de Alá, o Clemente e Misericordioso

S/5/100 – Relatório

01/12/1982

Rumo a uma estratégia mundial para a política islâmica

(Pontos de partida, elementos, Procedimentos e Missões)

 

Este relatório apresenta uma visão global de uma estratégia mundial para a política islâmica [ou o “Islã político”]. As políticas islâmicas locais serão redigidas nas diferentes regiões em conformidade com as suas orientações. Ela atua, em primeiro lugar, para definir os pontos de partida desta política, depois configurar os componentes e os procedimentos mais importantes ligados a cada ponto de partida; finalmente, sugerimos várias missões, a título de exemplo apenas, que Alá nos proteja.

A seguir estão os principais pontos de partida desta política:

Ponto de Partida 1: Conhecer o terreno e adotar uma metodologia científica para seu planejamento e execução.

Ponto de Partida 2: Demonstrar pondo a prova a seriedade do trabalho.

Ponto de Partida 3: Reconciliar um compromisso internacional com flexibilidade até um nível local.

Ponto de Partida 4: Conciliar o engajamento político e a necessidade de se evitar o isolamento de um lado e com a educação permanente e a ação institucional do outro.

Ponto de Partida 5: Ser usado para estabelecer um Estado islâmico; paralelamente, fazer esforços progressivos e orientados para controlar os centros locais de poder através de ação institucional.

Ponto de Partida 6: Trabalhar com lealdade ao lado de grupos islâmicos e instituições em várias áreas para chegar a um acordo sobre um terreno comum, a fim de “cooperar nos pontos de concordância e deixar de lado os pontos de desacordo”.

Ponto de Partida 7: Aceitar o princípio da cooperação temporária entre os movimentos islâmicos e os movimentos nacionalistas em uma esfera ampla e sobre um terreno comum, como a luta contra o colonialismo, a pregação e o estado judaico, sem no entanto ter que formar alianças. Isto vai exigir, por outro lado, contatos limitados entre certos líderes, caso a caso, desde que estes contatos não violem a Lei da Sharia. No entanto, não se deve dar-lhes fidelidade ou colocar-los em confiança, tendo em conta que o movimento islâmico deve ser a origem das ações e orientações tomadas.

Ponto de Partida 8: Para dominar a arte do possível, numa base temporária sem abusar dos princípios básicos, tendo em conta que os ensinamentos de Alá sempre se aplicam. Deve-se pedir o que for conveniente e proibir o que não for, sempre proporcionando uma opinião documentada. Mas não devemos olhar para o confronto com os nossos adversários, em escala local ou global, o que seria desproporcionado e poderia levar a ataques contra o Dawa (nome dado ao trabalho de divulgação do Islã no mundo e é uma obrigação de todo muçulmano no mundo) ou a seus discípulos.

Ponto de Partida 9: Construir uma força permanente da Dawa islâmica e movimentos de apoio envolvidos na jihad em todo o mundo muçulmano, em vários níveis e na medida do possível.

 Ponto de Partida 10: Usar os diversos e variados sistemas de vigilância, em vários lugares, para reunir informações e adotar um único sistema de alerta eficaz a serviço do movimento islâmico em todo o mundo. Na verdade, a vigilância, as decisões políticas e a comunicação eficaz se complementam.

Ponto de Partida 11: Adotar a causa palestina como parte de um plano islâmico global, com o plano político e por meio de jihad, uma vez que atua como a pedra angular do renascimento do mundo árabe hoje.

Ponto de Partida 12: Saber como transformar a autocrítica e permanente avaliação da política islâmica em todo o mundo e os seus objectivos, seu conteúdo e procedimentos, de modo a aperfeiçoá-lo. Este é um dever e uma necessidade de acordo com a preceitos da Sharia.

 

O Primeiro Ponto de Partida:

Conhecer o terreno e adotar uma metodologia científica para o planejamento [do projeto] e sua execução.

a) Elementos:

  • Conhecer os fatores influentes no mundo, se eles agem como forças islâmicas, forças adversas, ou forças neutras.
  • Utilizar os meios científicos e técnicos necessários para o planejamento, organização, execução e acompanhamento.

b) Procedimentos:

  • Criar centros de observação, a fim de coletar e armazenar informações para todos propósitos úteis, se necessário contar com métodos tecnológicos modernos.
  • Criar centros de estudo e pesquisa e produzir estudos sobre a dimensão política do movimento islâmico.

c) Missões Sugeridas:

  • Elaborar um mapa das doutrinas [religiosas e ideológicas] no mundo para ter uma visão global de 100 anos atrás até a nossa era e analisar a situação atual à luz desta configuração, tendo em conta as mudanças tanto as em andamento como as preditas.
  • Elaborar um mapa das doutrinas do mundo muçulmano.
  • Elaborar um mapa dos movimentos islâmicos no mundo muçulmano.
  • Realizar sucessivos estudos políticos e científicos em diferentes áreas islâmicas, aqueles que se aplicam mais especificamente aos eventos atuais.
  • Realizar um estudo científico que aborda a história dos movimentos islâmicos contemporâneos, e usá-los.

 

 

O Segundo Ponto de Partida:

Demonstrar pondo a prova a seriedade do trabalho.

a) Elementos:

  • Clareza dos principais objetivos do Dawa, aos olhos de todos, bem como a clareza dos objetivos temporários, necessidade de exploração, canalização e orientação das energias.
  • Dedicar esforços suficientes para o serviço dos trabalhadores [de Alá] e coordenar seus esforços para um mesmo e único objetivo.
  • Dedicar tempo suficiente.
  • Gastar dinheiro na medida do possível.

b) Procedimentos:

  • Explorar todas as energias dos trabalhadores ao serviço do Dawa, cada um em seu nível (o critério de eficiência, uma vez que cada um deve ser dedicado à tarefa para a qual ele está atribuído).
  • Mobilizar o maior número possível de apoiadores e funcionários.
  • Recolher o dinheiro de forma eficiente, controlar as despesas e investir no interesse geral.

c) Missões Sugeridas:

  • Realizar um levantamento de trabalhadores (homens adequados e local apropriado).
  • Estabeleça agendas com as horas dos trabalhadores e especialistas, usar seu esforços com bom senso e em tempo (esforço adequado no momento certo).
  • Um compromisso com as instituições econômicas adequadas para apoiar a causa financeiramente.

 

O Terceiro Ponto de Partida:

Reconciliar o compromisso internacional com flexibilidade em um nível local.

a) Elementos:

  • Definir as diretrizes que todos [mundialmente] devem seguir.
  • Deixar uma margem que proporciona flexibilidade suficiente a nível local para as questões que não entrem em conflito com as linhas gerais da política islâmica global.

b) Procedimentos:

  • O Movimento, em nível global, irá definir o domínio islâmico e as questões de uma maneira geral que irão exigir o envolvimento de todos de acordo com a prioridades definidas anteriormente.
  • A liderança local definirá as questões locais que estão dentro de sua prerrogativa, de acordo com o princípio de flexibilidade e de acordo com as prioridades definidas anteriormente.

c) Missões Sugeridas:

  • Engajamento islâmico em todo o mundo para a libertação total da Palestina e a criação de um Estado islâmico é a missão que cai para a liderança global.
  • Estabelecer um diálogo a nível local, com aqueles que trabalham para a causa de acordo com as linhas políticas globais do Movimento. Cabe a liderança local definir a forma desse diálogo.

 

O Quarto Ponto de Partida:

Conciliar o compromisso político com a necessidade de evitar o isolamento, de um lado, com a educação permanente e de trabalho institucional do outro.

a) Elementos:

  • Liberdade de funcionar politicamente em cada país de acordo com as circunstâncias locais, sem no entanto participar no processo que toma uma decisão, a qual poderia ser contrária aos textos de Sharia.
  • Para convidar a todos para participarem no parlamento, conselhos municipais, sindicatos e em outras instituições nas quais a associação é escolhida pelo povo no interesse do Islã e dos muçulmanos.
  • Continuar a educar os indivíduos e gerações e garantir a formação de especialistas em diversas áreas, de acordo com um plano previamente elaborado.
  • Construir, instituições científicas e de saúde social, econômica e penetrar no domínio dos serviços sociais, a fim de estar em contato com as pessoas e para atendê-las por meio de instituições islâmicas.

b) Procedimentos:

  • Estudar os ambientes políticos variados e as probabilidades de sucesso em cada país.
  • Planejar missões de estudo especializados que se concentram em áreas úteis tais como comunicação, história do Islã, etc.
  • Realizar estudos de viabilidade sobre diversas instituições e criá-los de acordo com as prioridades estabelecidas em cada país.

c) Missões Sugeridas:

  • Conduzir estudos relacionados com as experiências do Islã político e tirar lições deles.
  • Dar uma perspectiva política islâmica sobre as questões prementes do dia.
  • Manter as questões de importância local, como as questões relativas aos trabalhadores, sindicatos, etc dentro de uma estrutura islâmica.
  • Criar um certo número de cuidados de saúde, social, econômica e instituições educacionais, utilizando os meios disponíveis, para servir ao povo dentro de um quadro islâmico.

 

O Quinto Ponto de Partida:

Dedicar-se à criação de um Estado islâmico, em paralelo com esforços graduais no sentido de obter o controle dos centros de poder locais através de uma ação institucional.

a) Elementos:

  • Canalizar o pensamento, educação e ação, a fim de estabelecer um poder [governo] islâmico sobre a terra.
  • Influenciar os centros de poder locais e em todo o mundo para o serviço do Islã.

b) Procedimentos:

  • Preparar um estudo científico sobre a possibilidade de estabelecer o reino de Alá em todo o mundo de acordo com as prioridades estabelecidas.
  • Estudar os centros de poder, tanto locais como em todo o mundo, e as possibilidades de colocá-los sob influência.
  • Realizar um estudo moderno no conceito de apoio ao Dawa e à Lei Islâmica e, mais particularmente, sobre os homens de influência no Estado e no país.

c) Missões Sugeridas:

  • Elaborar uma Constituição islâmica em função dos esforços implementados até agora.
  • Elaborar as leis islâmicas, leis civis, etc.
  • Trabalhar dentro de várias instituições influentes e usá-las a serviço do Islã.
  • Utilizar o trabalho das instituições econômicas, sociais e outras instituições islâmicas especializadas.

 

O Sexto Ponto de Partida:

Trabalhar lealmente ao lado de grupos islâmicos e instituições em diversas áreas e em acordo sobre um terreno comum, a fim de “cooperar em pontos de acordo e colocar de lado os pontos de discórdia”.

a) Elementos:

  • Coordenar o trabalho islâmico em uma única direção de modo a permitir a colocação dos fundamentos do crescimento da sociedade muçulmana e dedicação ao poder de Alá na Terra.
  • Cada um trabalhar de acordo com as suas capacidades em seu campo escolhido e dominá-lo, com lealdade e coordenação de esforços.

b) Procedimentos:

  • Estudar a verdadeira natureza dos movimentos islâmicos, para avaliar as suas experiências e elaborar planos para iniciar a colaboração entre eles.
  • Evitar a criação de novos movimentos islâmicos em um país que já tem um; haverá apenas um movimento, sério e completo.

c) Missões Sugeridas:

  • Coordenar os esforços de todos aqueles que trabalham para o Islã, em cada país e para estabelecer um bom contato com eles, independente se eles trabalham como indivíduos ou em grupos.
  • Reduzir as diferenças que existem entre os trabalhadores para o Islã e resolver os seus conflitos de acordo com a Sharia.

 

O Sétimo Ponto de Partida:

Aceitar o princípio da cooperação temporária entre os movimentos islâmicos e movimentos nacionalistas em uma esfera ampla e em um terreno comum, tais como a luta contra o colonialismo, a pregação e o Estado judeu, sem no entanto ter de formar alianças. Isso exigirá, por outro lado, contatos limitados entre certos líderes, em uma base caso a caso, desde que esses contactos não violem a Lei da Sharia. No entanto, não se deve dar-lhes fidelidade ou colocar-los em confiança, tendo em conta que o movimento islâmico deve ser a origem das iniciativas e orientações tomadas.

a) Elementos:

  • Combinar todos os esforços contra as forças supremas do mal, de acordo com o princípio de que é preciso “batalhar o mal com um mal menor”.
  • Limitar a colaboração para a liderança ou para um número limitado de indivíduos, a fim de maximizar os benefícios e minimizar os possíveis inconvenientes.
  • Trabalhar a partir da perspectiva dos objetivos previamente definidos para o Dawa.

b) Procedimentos:

  • Fazer um estudo para avaliar as áreas com o objetivo de assistência mútua entre os islâmicos e outros movimentos e tirar lições a partir disso.
  • Estudar as áreas que permitem a cooperação, e definir os limites.
  • Estudar a filosofia e os planos de outros movimentos.

c) Missões Sugeridas:

  • Cada país deve estudar a possibilidade de, no futuro, fortalecer a colaboração interna.

 

O Oitavo Ponto de Partida:

Dominar a arte do possível, numa base temporária, sem abusar dos princípios básicos, tendo em conta que os ensinamentos de Alá sempre se aplicam. Deve-se pedir o que é conveniente e proibir o que não é, sempre dando uma opinião documentada [de acordo a sharia]. Mas não devemos procurar o confronto com os nossos adversários, em escala local ou global, o que seria desproporcional e poderia levar a ataques contra o Dawa ou a seus discípulos.

a) Elementos:

  • Avaliar a educação dos indivíduos e, não excessivamente, usar a típica educação moderna, que não corresponde à realidade, que é desprovido de flexibilidade e pode ter consequências graves, como o conflito entre indivíduos por um simples comentário ou uma falha simples.
  • Dar uma visão documentada e científica, na forma de discursos, comunicados e livros, que levem a eventos importantes para a Ummah (é um termo que no islã se refere à comunidade constituída por todos os muçulmanos do mundo, unida pela crença em Alá, no profeta Maomé, nos profetas que o antecederam, nos anjos, na chegada do dia do Juízo Final e na predestinação divina).
  • Evitar que o movimento fira-se com grandes confrontos, o que poderia incentivar aos seus adversários a lhe darem um golpe fatal.

b) Procedimentos:

  • Levar a cabo um estudo para avaliar as experiências dos movimentos islâmicos a fim de evitar que erros fatais.
  • Desenvolver métodos de ensino que são, ao mesmo tempo exemplares, realistas e fiéis aos nossos princípios, a fim de dar uma flexibilidade suficiente para permitir o enfrentamento da realidade.

c) Missões Sugeridas:

  • Desenvolver programas de iniciação para os fiéis e prosseguir com sensibilidade para o fundamento da experiência passada.
  • Preparar os indivíduos de acordo com métodos de ensino modernos.

 

O Nono Ponto de Partida:

Construir uma força permanente de Dawa e apoiar os movimentos islâmicos envolvidos na jihad em todo o mundo muçulmano, em diferentes graus, e na medida do possível.

a) Elementos:

  • Proteger o dawa com a força necessária para garantir a sua segurança nos níveis locais e internacionais.
  • Entrar em contato com todos os novos movimentos engajados na jihad, em todos os lugares no planeta e com as minorias muçulmanas para criar ligações conforme necessário para estabelecer e apoiar a colaboração.
  • Manter a jihad e a despertar através da Ummah.

b) Procedimentos:

  • Formar uma força de segurança autônoma para proteger o Dawa e seus discípulos a nível local e mundial.
  • Estudar os movimentos envolvidos na jihad no mundo muçulmano, assim como entre as minorias muçulmanas, para compreendê-las melhor.

c) Missões Sugeridas:

  • Construir pontes entre movimentos engajados na jihad no mundo muçulmano e entre as minorias muçulmanas, apoiá-los na medida do possível dentro um quadro de colaboração.

 

O Décimo Ponto de Partida:

Usar os diversos e variados sistemas de vigilância, em vários lugares, para reunir informações e adotar um único sistema de alerta eficaz servindo a todo o mundo do movimento islâmico. Na verdade, a vigilância, as decisões políticas e a comunicação eficaz se complementam.

a) Elementos:

  • Fazer com que a política de decisões colete informações importantes e precisas.
  • Difundir a política islâmica de modo que seja em grande parte e de forma eficiente coberta pela mídia.

b) Procedimentos:

  • Criar um sistema de vigilância moderna por meio de tecnologia avançada (possivelmente criado para os centros de pesquisa mencionados anteriormente).
  • Criar um centro de mídia eficaz e sério.

c) Missões Sugeridas:

  • Alertar aos muçulmanos sobre os perigos que os ameaçam e as conspirações internacionais dirigidas a eles.
  • Dar as nossas opiniões sobre os eventos atuais e questões futuras.

 

O Décimo Primeiro Ponto de Partida:

Adotar a causa palestina como parte de um plano islâmico em todo o mundo, com um plano político e por meio de jihad, uma vez que ela atua como a pedra angular do renascimento do árabe mundo de hoje.

a) Elementos:

  • Fornecer uma visão islâmica em todas as áreas, problemas e soluções relativos à Questão Palestina, com base nos preceitos do Islã.
  • Preparar a comunidade de crentes para a jihad para a libertação da Palestina. [Pode-se levar a Ummah para perceber os planos do movimento islâmico acima de todos, se a vitória é nossa], se Alá quiser.
  • Criar um núcleo modesto de jihad na Palestina, e alimentá-la, a fim de manter a chama que iluminará o caminho para a libertação da Palestina, tendo em vista que a causa palestina perdurará até o momento da libertação.

b) Procedimentos:

  • Coletar fundos suficientes para a perpetuação da jihad.
  • Realizar um estudo sobre a situação dos muçulmanos e do inimigo no território ocupado da Palestina.

c) Missões Sugeridas:

  • Realizar de estudos sobre os judeus, os inimigos dos muçulmanos, e na opressão infligida por esses inimigos em nossos irmãos na Palestina ocupada, além da pregação e publicações.
  • Lutar contra o sentimento de capitulação entre a Ummah, recusar soluções derrotistas e para mostrar que a conciliação com os judeus minará nosso movimento e sua história.
  • Realizar estudos comparativos sobre as Cruzadas e Israel, e [a vitória que será a do Islã].
  • Criar células jihadistas na Palestina e apoiá-los para que eles cubram todos na Palestina ocupada.
  • Criar uma ligação entre o moujahadin na Palestina e aqueles em todo o Mundo islâmico.
  • Nutrir um sentimento de rancor em relação aos judeus e recusar toda coexistência.

 

O Décimo Segundo Ponto de Partida:

Saber como transformar a autocrítica e avaliação permanente da política islâmica em todo o mundo e os seus objetivos, seu conteúdo e os seus procedimentos, a fim de melhorá-los. Este é um dever e uma necessidade de acordo com os preceitos da sharia.

a) Elementos:

  • Realizar autocrítica construtiva, a fim de evitar as armadilhas.
  • Efetuar a avaliação constante, com uma base científica, para permitir uma maior construção de políticas.
  • Melhorar as políticas islâmicas e tirar proveito das experiências do passado deve ser um objetivo claro e essencial.

b) Procedimentos:

  • Avaliar as práticas correntes e os ganhos de experiências passadas.
  • Pedir aos funcionários nos vários países para darem as suas opiniões sobre direção, métodos e resultados.

c) Missões Sugeridas:

  • Produzir um documento oficial sobre a política islâmica global.
  • Fazer com que os países, as autoridades e as pessoas fiquem conscientes de nossa política.
  • Começar a aplicar a política, para avaliá-la anualmente e para melhorá-la, se necessário for.

 

4 thoughts to “O “Projeto” da Irmandade Muçulmana”

  1. Como são extremamente organizados em seus objetivos diabólicos de implantação da sharia no mundo e a médio prazo, 20 anos. De 2000 a 2020. E se estão 2 anos antecipados, então é 2018. Meu Deus, é assustador. Estamos em abril de 2017. Faltam meses pra janeiro de 2018. Deus nos proteja e espero que ocorra o arrebatamento antes disto.

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