Uma Interpretação Profética da Volta de Jesus em Josué

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Há pouco mais de um mês eu publiquei um artigo chamado “As medidas do Tabernáculo de Moisés e os seus significados proféticos” ( veja esse artigo aqui ) e, anteriormente à este, eu havia também publicado um outro artigo relacionado, em setembro de 2016, que fazia uma divagação a partir dos dias da criação chamado “Em Que Época Vivemos” ( veja esse artigo aqui ). O assunto que vou abordar hoje está, de certa forma, relacionado a estes dois anteriores pelo motivo de que as suas informações se harmonizam aos dados mencionados neles.

Como mencionei no artigo “Em Que Época Vivemos”, muitos Rabinos e estudiosos entendem que estão designados à humanidade 6.000 anos antes do milênio de descanso, o sétimo. A base para esse pensamento vem tanto da questão dos dias da criação, onde cada dia representa mil anos ( vide Salmo 90:4, “Pois mil anos, aos teus olhos, são como o dia de ontem que se foi e como a vigília da noite“ ), como também vem da interpretação dos 120 anos mencionados em Gênesis 6:3 ( “Por causa da perversidade do homem, meu Espírito não contenderá com ele para sempre; ele só viverá cento e vinte anos” ), onde os sábios interpretam que o SENHOR se referia a 120 anos “jubileu”, ou seja, 6.000 anos, sendo o sétimo milênio, um “sábado” de descanso … o Reino Milenar de Cristo. Existem outros textos e interpretações que também levam para essa mesma conclusão, mas não as vou abordar aqui.

Obviamente não há uma clareza quanto ao dia exato em que Jesus voltaria, e isso está bem claro nos textos dos evangelhos, mas ao contrário do que muitos pensam, podemos não saber a data, mas podemos saber a época, observando as Escrituras e aos sinais que nos foram dados, afinal nós somos filhos da luz e não deveríamos estar “no escuro” quanto a isso, como bem disse Paulo …

Irmãos, relativamente aos tempos ( χρονος chronos ) e às épocas ( καιρος kairos ), não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão. Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa; porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas. Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios.” (1 Tessalonicenses 5:1-6)

Tanto o SENHOR Deus definiu os tempos e as épocas com detalhes, que mesmo os demônios parecem saber sobre quando será essa época, e uma pista muito clara sobre isso pode ser lida nos evangelhos, aqui …

Tendo ele chegado à outra margem, à terra dos gadarenos, vieram-lhe ao encontro dois endemoninhados, saindo dentre os sepulcros, e a tal ponto furiosos, que ninguém podia passar por aquele caminho. E eis que gritaram: Que temos nós contigo, ó Filho de Deus! Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo ( καιρος kairos )?” (Mateus 8:28,29)

Perceba no texto que os demônios ficaram, de certa forma, surpresos … “Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo?” … veja que o termo não é o grego “chronos” ( χρονος ), mas “kairos” ( καιρος ) que representa uma época … veja aqui a definição dada pelo dicionário Strong sobre o termo “kairos“:

1) medida exata; 2) medida de tempo, maior ou menor porção de tempo; tempo fixo e definido, tempo em que as coisas são conduzidas a crise, a esperada época decisiva. … Ou seja, pelos termos utilizados, essa época não era a que Jesus veio em sua primeira vinda, mas o texto dá a entender de ser uma época futura e conhecida, tanto que os demônios parecem “surpresos”.

Eu acredito que existem muitos textos que apontam para essa época nas Escrituras, por isso citei esses dois artigos anteriores. Aqui eu vou mostrar mais um texto sobre essa mesma época, usando agora um trecho do livro de Josué, acompanhe comigo e eu colocarei a interpretação logo em seguida …

Sucedeu, ao fim de três dias, que os oficiais passaram pelo meio do arraial e ordenaram ao povo, dizendo: Quando virdes a arca da Aliança do SENHOR, vosso Deus, e que os levitas sacerdotes a levam, partireis vós também do vosso lugar e a seguireis. Contudo, haja a distância de cerca de dois mil côvados entre vós e ela. Não vos chegueis a ela, para que conheçais o caminho pelo qual haveis de ir, visto que, por tal caminho, nunca passastes antes.” (Josué 3:2-4)

Sabemos que o Antigo Testamento possui histórias e textos que representam “sombras” do que ocorreu no tempo de Jesus e profecias do fim dos tempos. Uma dessas “sombras” era a própria Arca da Aliança, que muitos teólogos e estudiosos interpretam como sendo uma figura, uma simbologia de Jesus, o Messias. O meu objetivo aqui não é ilustrar os mais variados motivos desta simbologia para não alongar demais esse artigo, mas é curioso o fato de que após 3 dias a Arca iria à frente do povo como um guia para a Terra Prometida, por um caminho pelo qual eles nunca haviam passado antes, conforme informa o texto de Josué. E o texto também menciona que o povo deveria ficar distante dela, da Arca, por cerca de 2.000 côvados.

Sabemos que o côvado era majoritariamente usado como medida de distância, mas poderia também o côvado ser usado como medida de tempo?! Bem, observando as próprias Escrituras … sim … Jesus mesmo faz uma aplicação desse tipo, apesar de não ser específico sobre o quanto de tempo a que se refere, mesmo assim a parte importante de sua aplicação é o uso do côvado também como unidade de tempo, como está escrito:

Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?” (Mateus 6:27)

Sendo assim, usando as simbologias e os dados do texto, vou inferir a seguinte interpretação do texto de Josué acima citado … após 3 dias ( “ao fim de 3 dias” ) quando Jesus ( “a arca da Aliança” ) ressuscitou, Ele subiu aos céus indo à frente de nós, o Seu povo, a Igreja, por um caminho que não conhecemos e que leva à “Terra Prometida”, ao mundo vindouro, mas nós somente iremos chegar nesse mesmo destino que Ele após cerca de 2.000 anos depois de Jesus ( “haja a distância de cerca de dois mil côvados entre vós e ela” ).

Muitas vezes esse número ( cerca de 2.000 anos ) aparece nos textos das Escrituras, como eu já mencionei nos artigos referenciados anteriormente e também, para relembrar, em alguns textos que se tornam emblemáticos quando usamos o Salmo 90:4 como “chave” para interpretação ( “Pois mil anos, aos Teus olhos, são como o dia de ontem que se foi e como a vigília da noite” ) …

Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque Ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará. Depois de dois dias, nos revigorará; ao terceiro dia [milênio], nos levantará, e viveremos diante dEle. Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia [ a chuva da colheita ] que rega a terra.” (Oséias 6:1-3)
 
Bem-aventurados aqueles servos a quem o SENHOR, quando vier, os encontre vigilantes; em verdade vos afirmo que Ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá. Quer Ele venha na segunda vigília, quer na terceira, bem-aventurados serão eles, se assim os achar.” (Lucas 12:37-38)
 
Estamos vivendo em uma época muito interessante, pois já fazem pouco mais de 2.000 anos que Jesus nasceu e logo fará 2.000 anos de Sua morte e ressurreição … não há uma data certa ou dia que possamos afirmar com certeza, mas se a interpretação dos cerca de 2.000 anos ( ou dois dias, vide Salmo 90:4, o qual vem de vários textos além deste de Josué ), for então uma interpretação correta, podemos afirmar que vivemos numa época muito, muito interessante, isso para dizer o mínimo, e que pode sim ser marcada com a volta do Senhor … afinal como filhos da luz e filhos do dia, não devemos ser pegos de surpresa, como bem colocou Paulo em Tessalonicenses 5:4,5 … a não ser que você não seja filho da luz ou não esteja interessado realmente na volta de Jesus … e esteja dormindo!
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Que o SENHOR abençoe grandemente o seu dia! 🙏❤️

As medidas do Tabernáculo de Moisés e os seus significados proféticos

As medidas do Tabernáculo nas Escrituras são dadas em côvados, mas poderia também o côvado ser usado como medida de tempo?! Observando as próprias Escrituras … sim … Jesus mesmo faz uma aplicação desse tipo, apesar dele não ser específico sobre o quanto de tempo se refere, a parte importante de sua aplicação é o uso do côvado também como unidade de tempo, como está escrito:

Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?” (Mateus 6:27)

Considerando isso, um aspecto adicional da verdade revelada no Tabernáculo diz respeito às suas medidas. As medidas para a construção do Tabernáculo foram dadas diretamente por Deus através do “modelo” fornecido a Moisés no monte Horebe. Certamente Deus tinha algo em mente, pois Ele nunca faz nada sem um propósito. Toda palavra que procede da Sua boca é uma revelação da verdade divina, do mesmo modo que cada palavra que Ele falou a Moisés tinha uma porção especial de revelação.

O Tabernáculo em si contém muitos aspectos, não apenas nos revela verdades proféticas com relação a Cristo e à Igreja, como também pode ser interpretado em relação aos períodos de tempo relativos ao plano de redenção. A Bíblia menciona as medidas de três lugares: o pátio, o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo.

1. A dispensação da Lei – o pátio

O pátio, com as suas paredes de cortinas de linho, deveria medir, de acordo as medidas expressas em Êxodo 26:9-19:

O lado norte – 100 côvados de comprimento
O lado sul – 100 côvados de comprimento
O lado oeste – 50 côvados de largura
O lado leste – 50 côvados de largura

Total: 300 côvados de perímetro

A cortina de linho que incluía o muro ao redor do pátio deveria ter cinco côvados de altura. A entrada do pátio também deveria ter cinco côvados de altura. Para determinar a área total das cortinas que cercavam o pátio temos que multiplicar 300 x 5. A área limitada pelas cortinas de linho (incluindo a entrada) era de 1.500 côvados quadrados.

Esse é um número profético dos cerca de 1.500 anos da dispensação da Lei, de Moisés até Jesus ou do Êxodo de Israel do Egito até a crucificação de Jesus Cristo no Calvário. É nesta parte que nós vemos as 60 colunas nas bases de bronze, com um topo revestido de prata e ligaduras também de prata. Isso representa os 60 homens da genealogia de Adão até o Messias registradas nos evangelhos de Mateus e Lucas.

2. A dispensação da Igreja – o Lugar Santo

O Lugar Santo do Tabernáculo media 20 côvados de comprimento, 10 côvados de largura e 10 côvados de altura, totalizando 20 x 10 x 10 = 2.000 côvados cúbicos.

Os 2.000 côvados cúbicos do Lugar Santo são proféticos dos cerca de 2.000 anos da dispensação da Igreja ou da presente dispensação do Espírito Santo, da “Nova Aliança”, que teve início com a morte, sepultamento, ressurreição, ascensão, exaltação e glorificação do próprio Senhor Jesus Cristo, e o derramamento do Espírito no Pentecostes.

3. A dispensação ou era do Reino – o Lugar Santíssimo (Santo dos Santos)

O Lugar Santíssimo, ou Santo dos Santos, media 10 côvados de altura, 10 de largura e 10 de comprimento, sendo assim um lugar cúbico e quadrangular, formando um cubo com 1.000 côvados cúbicos (10 x 10 x 10). Nele havia apenas uma mobília, a arca da aliança. O Lugar Santíssimo era o próprio trono de Deus em Israel. Deus habitava entre o Seu povo nesse Lugar Santíssimo quadrangular.

Os 1.000 côvados cúbicos do Lugar Santíssimo tornam-se uma profecia do período do Milênio, no aspecto relativo à terra e ao plano de Deus na redenção (veja o que é relatado em Apocalipse 20:1-6). A arca da aliança representa o trono de Deus e do Cordeiro, que estará com os homens aqui na terra (veja Mateus 6:9,10; Jeremias 3:17; Apocalipse 22:1,2).

Resumindo … das medidas proféticas do Tabernáculo, nós temos:

1. Os 1.500 anos da dispensação da Lei – de Moisés até Jesus
2. Os 2.000 anos da dispensação da Igreja – da primeira até a segunda vinda de Cristo
3. Os 1.000 anos da dispensação do Reino (milênio) – da segunda vinda até os novos céus e nova terra

É interessante se observar que as medidas do Lugar Santo e do Santíssimo são aproximadas, pois não há um texto descrevendo exatamente a distância da separação do Lugar Santo com o Santíssimo, portanto essa medida é inferida pelas outras informações dadas sobre o Tabernáculo, ou seja, em essência, dadas as medidas calculadas, seria mais correto dizer que o resultado é por volta de 2.000 no Lugar Santo e por volta de 1.000 no Santíssimo.

Compare essa medida de tempo de por volta de 2.000 anos e a sua conformidade com os seguintes textos abaixo, usando como chave o Salmo 90:4 que diz: “Pois mil anos, aos Teus olhos, são como o dia de ontem que se foi e como a vigília da noite” …

Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque Ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará. Depois de dois dias, nos revigorará; ao terceiro dia, nos levantará, e viveremos diante dEle [ milênio ]. Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra.” (Oséias 6:1-3)

Cingido esteja o vosso corpo, e acesas, as vossas candeias. Sede vós semelhantes a homens que esperam pelo seu Senhor, ao voltar Ele das festas de casamento; para que, quando vier e bater à porta, logo lha abram. Bem-aventurados aqueles servos a quem o Senhor, quando vier, os encontre vigilantes; em verdade vos afirmo que Ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá. Quer Ele venha na segunda vigília, quer na terceira, bem-aventurados serão eles, se assim os achar.” (Lucas 12:35-38)

 

* Adaptado com material de Kevin J. Conner

O Islã Hoje, no Coração Geográfico dos Antigos Impérios e das Profecias Bíblicas

Uma observação que eu considero pertinente aos que gostam de estudar as Escrituras, a história antiga e as profecias e geografia dos países mencionados em muitos profetas quando envolvem os eventos do tempo do fim desta era, olhando a partir de Jerusalem e Israel como base geográfica …

– Os países do antigo Império Egípcio são hoje muçulmanos (o SENHOR combate contra eles como descrito em Isaías 19).

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– Os países do antigo Império Assírio são hoje muçulmanos (o SENHOR combate contra eles como descrito em Miquéias 5, Isaías 14)

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– Os países do antigo Império Babilônico são hoje muçulmanos (o SENHOR combate contra eles como descrito em Jeremias 49-51)

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– Os países do antigo Império Persa são hoje muçulmanos (o SENHOR combate contra eles como descrito em Ezequiel 38 e 39)

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– Os países do antigo Império Grego, em sua maioria, são hoje muçulmanos (o SENHOR combate contra eles como descrito em Zacarias 9:13,14 e Ezequiel 38)

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– Os países do antigo Império Romano do Oriente (Bizantino), são hoje, em sua maioria, muçulmanos (o SENHOR combate contra eles como descrito em Zacarias 9:13,14 e Ezequiel 38)

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– Os países do antigo Império Romano do Ocidente, hoje estão sendo islamizados paulatinamente e, recentemente, de uma forma mais acelerada com as migrações de milhões de muçulmanos [vide imagem anterior e abaixo]. (não há citações diretas dos países europeus nas profecias bíblicas, como as que são observadas nas passagens anteriores citadas que geograficamente mencionavam tais regiões). ( Veja aqui o artigo da revista National Geographic ).

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Eu conheço os mais variados paradigmas escatológicos e sei que alguns alegam que o Islã seria exterminado antes dos eventos do tempo do fim, mas o que estamos vendo não corrobora com muitas dessas teses e paradigmas. Cada vez mais o Islã se mistura com o ocidente, o que me lembra que a palavra “misturado” de Daniel 2:43 é ערב “`arab” (em aramaico), que também está relacionada aos “árabes” (ao Islã). Observando a estátua de Nabucodonosor, o Islã hoje está presente tanto na perna [e pé] direita quanto na perna [e pé] esquerda (Império Romano do Ocidente e do Oriente) … e isso não é por mero “acaso” …

Quanto ao que viste do ferro misturado (ערב `arab) com barro de lodo, misturar-se-ão mediante casamento, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura (ערב `arab) com o barro.” (Daniel 2:43)

Também não é irrelevante o fato do Islã estar presente fisicamente no Monte do Templo com uma Mesquita e em sua doutrina pregar que Jesus não é filho de Deus e que ele não morreu numa cruz, tal como as Escrituras dizem acerca do espírito do Anticristo, o qual prega exatamente tais coisas.

Hoje existem cerca de 1,5 bilhão de muçulmanos e 57 países do mundo são regidos pela Lei Islâmica da Sharia. Gostem muitos ou não, o Islã está no centro, no coração geográfico de hoje com relação às profecias bíblicas, exceto aconteça algo extraordinário que elimine exatamente os 1,5 bilhões de muçulmanos e repovoe milagrosamente essas regiões imediatamente com outros indivíduos e crenças, é nítido que o Islã possui um papel central nas profecias do tempo do fim desta era, segundo relatam muitas profecias.

Virá ao seu templo o Senhor …

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Eis que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim; de repente, virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o Anjo da Aliança, a quem vós desejais; eis que ele vem, diz o SENHOR dos Exércitos. Mas quem poderá suportar o dia da sua vinda? E quem poderá subsistir quando ele aparecer? Porque ele é como o fogo do ourives e como a potassa dos lavandeiros. … Então, a oferta de Judá e de Jerusalém será agradável ao SENHOR, como nos dias antigos e como nos primeiros anos. Chegar-me-ei a vós outros para juízo; serei testemunha veloz contra os feiticeiros, e contra os adúlteros, e contra os que juram falsamente, e contra os que defraudam o salário do jornaleiro, e oprimem a viúva e o órfão, e torcem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o SENHOR dos Exércitos.” (Malaquias 3:1-2,4-5)


Note a distinção entre “Senhor” (אדני ‘adown) e “SENHOR” (יהוה Y@hovah) – uma alusão ao Cordeiro, o Messias, e ao que se assenta no Trono – no texto acima … observe também o trecho “… de repente, virá [בוא bow’ … entrará, ser colocado] ao seu templo o Senhor …”, ou seja, virá surpreendentemente, repentinamente, num instante. Perceba também o uso da palavra “templo” (היכל heykal … templo, arca, nave, santuário, etc) em minúsculo, sinal de que o Senhor (veio e virá novamente) no seu “templo”, no seu corpo, por isso os anjos disseram em Atos: “Esse [mesmo] Jesus (corpo) … “

E, estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto Jesus subia, eis que dois varões vestidos de branco se puseram ao lado deles e lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir.” (Atos 1:10-11)

O trecho “Mas quem poderá suportar o dia da sua vinda?” encontra eco em Apocalipse 6:17, “porque chegou o grande Dia da ira deles [o que se assenta no trono e o Cordeiro]; e quem é que pode suster-se?” …

… quanto ao “Anjo da Aliança” é importante observar as referências a seguir …

Eis aí vêm dias, diz o SENHOR, em que firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá. … Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o SENHOR: Na mente, lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.” (Jeremias 31:31,33)

Semelhantemente, depois de cear, [Jesus] tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós.” (Lucas 22:20)

Por isso mesmo, Ele [Jesus] é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados.” (Hebreus 9:15)

Reflexão Sobre o Juízo da Geração da Volta do Senhor

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Vou compartilhar uma meditação minha, ela está relacionada à última geração que irá presenciar os eventos do fim desta era, antes da próxima conforme os relatos bíblicos, e ao juízo relacionado a essa época.

Observando a nossa geração e o que ocorre nos dias atuais é natural você perceber que estamos fora dos caminhos do Eterno, exceto aos que pertencem ativamente da verdadeira igreja do Senhor, número este que não se tem como saber. Pensando nisso, eu me questionei sobre os juízos que a última geração antes da vinda do Senhor (que talvez seja a nossa), acabará por sofrer e por que tamanha severidade? Afinal serão eventos terríveis, nunca antes vistos até aqui, como está relatado nas Escrituras.

A resposta veio imediatamente ao meu coração: … esta geração, comparada às anteriores, nunca teve tanto acesso à informação e às evidências como tem hoje e, mesmo assim, eles não se arrependem, … mesmo grande parte dos ditos cristãos, permanecem indiferentes, alienados e egocêntricos.

Lembrei da passagem de Jonas 4:11, onde bastou um profeta ir à Nínive, mesmo que empurrado, para pregar o arrependimento ao povo e estes se converteram e mudaram os seus caminhos, baseados apenas na pregação de um único homem de Deus.

Também lembrei do texto em Mateus 10:5-15, onde Jesus ao instruir os seus discípulos para pregarem às cidades, alertou no fim que haveria menos rigor com Sodoma e Gomorra no dia do Juízo do que com a cidade que não recebesse a mensagem do evangelho pelos discípulos.

Bastou isso para inferir que hoje, com o volume de informação existente no mundo e a possibilidade de acesso ao evangelho, o qual está disponível até mesmo pelo celular através da Internet e, mesmo assim, o povo em geral (sempre há exceções), preferem buscar as coisas que não lhes acrescentam ou que não agradam ao SENHOR. É só observar o Facebook, até mesmo daqueles que se autodenominam cristãos, para perceber o porquê da apatia e da indiferença ao que ocorre em nosso tempo e ao verdadeiro caminho definido pelo Altíssimo.

As profecias e as suas evidências são, por si mesmas, acusadoras destes que se portam como se as mesmas não existissem ou não estivessem se cumprindo. Com isso, não foi difícil perceber o porquê de tamanho Juízo para a geração que irá presenciar os eventos da volta do Senhor e o tamanho de sua severidade.

Quem tem ouvidos, ouça a voz do Espírito!

Em Que Época Vivemos?

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Eu vou fazer a seguir uma interpretação “diferente” sobre certos pontos e questões bíblicas, então adianto que posso estar errado em minha interpretação, mas cada um entenda como desejar … não estou escrevendo isso “em pedra”, estou apenas compartilhando idéias e pensamentos! Vou buscar ser sucinto e não ir muito profundo como poderia …
 
Muitos Rabinos e estudiosos entendem que estão designados à humanidade 6.000 anos antes do milênio de descanso, o sétimo. A base para esse pensamento vem tanto da questão dos dias da criação, onde cada dia representa mil anos (vide Salmo 90:4, “Pois mil anos, aos teus olhos, são como o dia de ontem que se foi e como a vigília da noite.“), como também vem da interpretação dos 120 anos mencionados em Gênesis 6:3 (“Por causa da perversidade do homem, meu Espírito não contenderá com ele para sempre; ele só viverá cento e vinte anos.”), onde os sábios interpretam que o SENHOR se referia a 120 anos “jubileu”, ou seja, 6.000 anos, sendo o sétimo milênio o de descanso … o Reino Milenar de Cristo.
 
Observando isso, a pergunta é: em que época veio Jesus e quando se completariam os 6.000 anos? Pelo calendário judaico, estamos no ano 5776, mas sabe-se que essa contagem não é acurada, então como saber? Talvez a “dica” esteja no quarto dia da criação, pois no quarto dia, dizem as Escrituras, Deus fez os “luzeiros”, em especial o Sol e a Lua. Observando isso, é o mesmo que dizer que o quarto dia equivale ao período do quarto milênio da humanidade dentro dos seis milênios designados. E quando veio Jesus? Vamos lembrar alguns textos interessantes …
 

Mas para vós outros que temeis o meu nome nascerá o sol da justiça (o Messias), trazendo salvação (cura) nas suas asas (nas orlas de suas vestes); saireis e saltareis como bezerros soltos da estrebaria.” (Malaquias 4:2)

O julgamento é este: que a luz (o luzeiro) veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más.” (João 3:19)

De novo, lhes falava Jesus, dizendo: Eu sou a luz do mundo (o luzeiro); quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida.” (João 8:12)

Poderia ainda citar mais alguns textos, mas acredito que meu ponto está colocado, principalmente quando se observa que Malaquias 4:2 é um texto que se refere ao Messias, ao Cristo! Isso coloca o nascimento do Messias no período do quarto milênio da humanidade (por volta do ano 4.000). Sendo assim, cerca de 2 outros dias já se passaram, o que nos coloca dentro ou próximo do fim do sexto dia e no início para o sétimo, o Reino Milenar. O que também me lembra de mais dois outros trechos das Escrituras que são interessantes quando se utiliza o Salmo 90:4 como “chave” (“Pois mil anos, aos Teus olhos, são como o dia de ontem que se foi e como a vigília da noite.”) …

Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque Ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará. Depois de dois dias, nos revigorará; ao terceiro dia, nos levantará, e viveremos diante dEle. Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra.” (Oséias 6:1-3)
 
Bem-aventurados aqueles servos a quem o SENHOR, quando vier, os encontre vigilantes; em verdade vos afirmo que Ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá. Quer Ele venha na segunda vigília, quer na terceira, bem-aventurados serão eles, se assim os achar.” (Lucas 12:37-38)
 
Observando tudo o que coloquei aqui e o que vemos ocorrendo pelo mundo nos tempos atuais, parece que estamos “às portas” de uma mudança magnífica … estamos próximos ou já vivenciando um tempo de transição que será muito difícil, mas que irá marcar o mundo mais uma vez como já ocorreu há cerca de 2.000 anos, só que desta vez de uma forma diferente … Fique alerta!!!!

Os Passos do Messias Podem ser Ouvidos …

passos

O nosso mundo parece, em muitas maneiras e formas, estar buscando inclinar-se em direção a um colapso … muitos de nós estão preocupados, e alguns até assustados. A corrupção e a decadência estão ao nosso redor e, em muitos aspectos, o mundo parece sem sentido ou direção …. Não podemos confiar em nossos políticos e líderes mundiais. Banqueiros e grandes corporações estão se posicionando contra os valores judaico-cristãos, outrora colunas da sociedade ocidental. O mundo atual vive em contínuo risco de entrar nas vias de fato de um grande conflito entre forças globais, parece que nos últimos anos os líderes mundiais pisam em gelo fino, fugindo o máximo que podem para evitar conflitos, mas sem conseguir se desvencilhar das situações que continuamente os levam à eles. Parece não haver nenhum líder genuíno em quem podemos confiar; apesar de toda tecnologia, cada dia é mais difícil de se obter boas informações para se tomar decisões de qualidade; vivemos no limiar de se estar fora de controle … e toda essa insegurança gera em muitos um stress estafante, depressivo. Muitos cristãos “dormem” em meio a tudo o que vem ocorrendo e vários “pensadores cristãos” encontram-se alienados … ensimesmados …. a voz profética, em muitos ambientes, parece que foi reprimida e fechada em guetos … e como reiteram as Escrituras: “sem profecia o povo perece” (Pv 29:18); ficam confusos, perplexos e sentem-se ameaçados … como que às cordas num ringue. Ainda assim, isso é exatamente o que o “sistema mundial” quer que você se sinta: “confuso, perplexo e ameaçado”, porque, desta forma, eles podem promover os seus planos de engenharia social e de controle, sem riscos de séria dissidência …

Entretanto, apesar de tudo isso e de todo esse cenário, está claro pelas Escrituras que “no amor de Deus, o perfeito amor, não há nenhum medo” (1 João 4:18,19), especialmente porque sabemos que não há nenhum poder real além do SENHOR (isto é, Ele é o único verdadeiro poder no universo, apesar das ameaças que a humanidade rotineiramente coloca uns sobre os outros) …. O SENHOR, o Deus de Israel, está no controle de todas as coisas. Na verdade, Jesus (Yeshua) é chamado de “o Soberano dos reis da terra” (Apocalipse 1:5) – e isso significa que, no fim, todos vão responder e estar sujeitos a Ele. O SENHOR Deus Todo-Poderoso reina, e nós não necessitamos de ficar sujeitos ao medo do homem ou de seus dispositivos. Invoque o nome do SENHOR e caminhe com fé!

Nesse artigo eu vou abordar algumas curiosidades observadas na tradição escatológica do judaísmo ortodoxo ( o qual não reconhece Jesus como o Messias ), que é o período de tempo imediatamente antes da chegada do Messias e que é, às vezes, chamado ikvot meshicha (עִקְּבוֹת מְשִׁיחַ), o momento em que os “passos do Messias” podem ser ouvidos. Este é o tempo designado por Deus para a redenção messiânica final e o encerramento da época atual, segundo o judaísmo ortodoxo. Para os cristãos, isto refere-se ao tempo pouco antes da segunda vinda de Jesus para julgar as nações e estabelecer o Seu reino em Jerusalém. Aqui está como a Mishná, a tradição oral judaica, descreve esse tempo:

Com os passos do Messias a soberba deve aumentar e a escassez chegar à sua medida . . . A sabedoria dos escribas se tornará insípida e os que evitam o pecado serão considerados desprezíveis, e a verdade em nenhuma parte será encontrada. Crianças devem envergonhar os anciãos, e os anciãos se levantarão diante dos filhos, pois “o filho desonra o pai, a filha se levanta contra a sua mãe, a nora contra a sogra: os inimigos do homem são os homens da sua própria casa”. A face desta geração é como a face de um cão, um filho não vai sentir vergonha diante de seu pai. (Sotah 9:15b).

De acordo com fontes judaicas ortodoxas tradicionais (Pesachim 54b; Midrash Tehilim 9:2), ninguém sabe o momento em que o Messias aparecerá – embora existam algumas “dicas”. Deus criou o mundo em seis dias, onde cada um dos quais representa mil anos. O sétimo dia é o início do grande sábado de descanso messiânico e, portanto, essa era não pode durar para além de 6.000 anos, interpretação essa que vem muito antes dos tempos de Cristo nas escolas rabínicas antigas … alguns estudiosos rabinos atribuem essa interpretação como vindo desde os tempos da escola do profeta Elias … outros, de antes, dos tempos de Enoque. De acordo com o calendário judaico tradicional estamos vivendo perto do fim do sexto milênio, o “Erev Shabbat” do mundo. Estamos nos aproximando, em outras palavras, do profetizado Fim dos Dias desta era e do aparecimento do Messias (para nós cristãos, da segunda vinda de Cristo)!

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De acordo com os sábios judeus até o ano 6.000 o Messias tem que chegar, podendo chegar antes. Isso está de acordo também com os ensinamentos de Jesus e de Suas testemunhas apostólicas (Mateus 24:36-44; 1 Tessalonicenses 5:1-3; 2Pedro 3:10; Apocalipse 3:3). A condição do mundo durante o “acharit Hayamim” (o “fim dos dias”) será grosseiramente má (2 Pedro 3:3; 2 Tessalonicenses 2:3-4, 2 Timóteo 3:1-5). Segundo o entendimento escatológico do judaísmo Ortodoxo, o mundo vai sofrer várias formas de tribulação, chamado “chevlei Mashiach” – as “dores de parto do Messias” (Sanhedrin 98a; Ketubot, Bereshit Rabá 42:4, Mateus 24:8). Às vezes, as dores de parto se dizem que são para durar uma geração, com os últimos 7 anos como sendo o mais intenso período de tribulação – o “tempo da angústia de Jacó” (Jeremias 30:7). A primeira onda de problemas vieram de Edom (isto é, de “Roma/Europa”), na forma do Holocausto; a segunda onda é proveniente de Ismael (isto é, os países árabes) na forma do conflito árabe-israelense. Isso está de acordo com os ensinamentos de Jesus no Sermão do Monte (Mateus 24-25). Para os sábios judeus, alguns dos “sinais” deste período incluem o surgimento de vários falsos profetas, numerosas guerras e “rumores de guerras” (incluindo a ascensão de Magog), fome, terremotos, a apostasia em todo o mundo a partir da fé, perseguição e uma espécie globalizada de impiedade que é revelada no egoísmo desenfreado, avidez, ousadia (audácia), falta de vergonha e uma falta geral de gratidão. O maior sinal, no entanto, é que Israel existirá mais uma vez como uma nação soberana, apesar do exílio profetizado entre as nações (Deuteronômio 4:27-31; Jeremias 30:1-3).

De acordo com alguns dos sábios entre os judeus ortodoxos, o trabalho de Pirkei D’Rabbi Eliezer, do século 9, prediz que pouco antes da vinda do Messias, “Ismael” (leia-se, islâmicos) vai crescer e emergir em poder para aterrorizar o mundo. De acordo com o Yalkut Shimoni (uma compilação comentada de livros da Bíblia Hebraica, escrita por volta do século 13 aproximadamente), o rei da Pérsia (Irã) vai “ter uma arma que vai aterrorizar o mundo”. A vinda do “Messias do Mal” (nome de código Armilus) em seguida iria aparecer no palco do mundo para oferecer um tratado de paz para Israel e o Oriente Médio”, mas que, “quando disserem: ‘paz e segurança’ (aliança confirmada), em seguida, sobrevirá repentina destruição sobre eles, como as dores de parto que vem sobre uma mulher grávida (o tempo da angústia de Jacó), e eles não vão escapar” (veja 1 Tessalonicenses 5:3).

Armilus (em hebraico ארמילוס) (também escrito Armilos e Armilius) é uma figura anti-messias na escatologia judaica medieval, comparável à interpretações medievais do Anticristo cristão e do Dajjal islâmico, que vai conquistar Jerusalém e perseguir os judeus até a sua derrota final nas mãos de Deus ou do verdadeiro Messias. Sua inevitável destruição simboliza a vitória final do bem sobre o mal na era messiânica. O Sefer (livro) Zorobabel é provavelmente do século 7. Armilus é imaginado talvez como sendo um criptograma para Heráclio e pensa-se que os eventos descritos no Sefer (livro) Zorobabel coincidem com a revolta judaica contra Heráclio. O Midrash Vayosha do século 11, que descreve Armilus, foi publicado em Constantinopla em 1519.

De acordo com a Enciclopédia Judaica, Armilus é “um rei que irá surgir no final do tempo contra o Messias, e será conquistado por ele depois de ter trazido muita angústia sobre Israel”. Ele é mencionado no Midrash Vayosha, Sefer (livro) Zorobabel e outros textos. Ele é um adversário semelhante a Gog e Magog. No Sefer (livro) Zorobabel ele toma o lugar de Magog e derrota o Messias “ben Joseph” (filho de José). A origem desta figura, que dizem ser a prole de Satanás e uma virgem, ou de Satanás e uma estátua (ou “pedra”), é considerado como questionável pela Enciclopédia Judaica, devido à variação e uma relação clara (se não paródia) da doutrina cristã, lendas e escrituras.

Este é o significado dos extraordinários acontecimentos mundiais cataclísmicos que estamos presenciando neste tempo … Finalmente, o período da Grande Tribulação é redentor e de cura (chamado yissurei ahavah, “os problemas do amor”). Os profetas escreveram que Sião vai passar por trabalho de parto e, em seguida, dará à luz filhos (Isaías 66:8). Assim, o rabino Vilna Gaon (1720-1797), escreveu que a “geulah” (a redenção nacional) é algo como o renascimento da nação de Israel. Isso está de acordo com o cumprimento profético do Yom Kippur como o dia do juízo e o tempo de conversão nacional de Israel. Vilna Gaon também proferiu uma profecia curiosa no século XVIII que diz: “Quando você ouvir que os russos capturaram a Criméia, você deve saber que os tempos do Messias já começaram, e que seus passos estão sendo ouvidos. E quando você ouvir que os russos tenham atingido a cidade de Constantinopla (a Istambul de hoje), você deve colocar a sua roupa de Shabat e não tirá-las, porque isso significa que o Messias está prestes a chegar a qualquer minuto”. No verso do profeta Jeremias sobre o “tempo de dores de Jacó”, isso é vital para se ver o objetivo em mente de que ele, Jacó (Israel), será livre dela (da angústia)”. Os sábios observam que o parto é um momento de transição radical e de luta para o bebê – a partir do tempo de uma existência relativamente pacífica dentro do útero para a dura luz do dia – e, portanto, uma transição semelhante entre este mundo e o mundo messiânico por vir que está prestes a ter lugar ….

É interessante observar essas interpretações escatológicas de muitos judeus ortodoxos quando comparados à luz da escatologia cristã, fica perceptível as muitas similaridades. Certamente, podemos olhar para o Senhor, bendito seja o Seu nome, para revelar o cumprimento da redenção em breve! Maranata Yeshua!

Porque a visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-O, porque, certamente, virá, não tardará.” (Habacuque 2:3)

Que o SENHOR lhe abençoe de forma abundante! 🙏❤️

* adaptado e com acréscimos feitos por mim do artigo original de John J. Parsons, aqui.