Maior Líder Cristão no Oriente Médio: Não Há Primavera Árabe, Está Tudo Acabado, Morte e devastação, Tudo Vai Voltar ao Islã

Meu Comentário: Desde que encontrei e traduzi o artigo do “Cronograma de Dominação Mundial do Islã até 2020” (recomendo a leitura, veja aqui), que muitos fatos que ocorrem no Oriente Médio tornaram-se mais claros e se percebe que, pelo menos nos últimos 15 anos das ações das Jihads Islâmicas, a maioria delas foram completamente planejadas e executadas à risca em todo esse período. Por esse documento é que sabemos que, o que o Ocidente chamou de “Primavera Árabe” era, na verdade, chamado de “Quarta Fase” (num total de sete, estamos na quinta segundo esse cronograma). Essa fase tinha o objetivo de provocar o colapso dos governos árabes odiados que impediam a implantação da Lei da Sharia, a lei islâmica, nestes países. Dessa forma, sabemos que o objetivo era derrubar esses governos e implementar um outro que fosse adepto da Sharia, o que consequentemente causaria essa perseguição aos Cristãos e a todos não-muçulmanos residentes nessas regiões. Quem já conhecia o plano da Irmandade Muçulmana, o qual começou há quase 30 anos atrás, já podia esperar por isso. O mais triste é que o plano deles para a sexta e sétima fase é ainda mais sanguinário e terrível e isso pode começar já no ano que vem, caso os governos do mundo continuem a colaborar com o Islã. O mundo percebeu pela primeira vez o tamanho do problema após o ataque de 11/09 nos EUA, chamado de “O Despertar” no plano Islâmico, o que vimos anos depois como a “Primavera Árabe”, o “Estado Islâmico” e outras ações do mundo Islâmico, nada mais são que passos desse plano maior para fazer grande parte do mundo ficar sob a lei da Sharia, dessa forma, relatos como o do Arcebispo Cristão abaixo, irão acabar sendo comuns em muitos países, além dos que estão citados abaixo … infelizmente.

 

Por Theodore Shoebat

O Arcebispo Católico Caldeu Thomas Meram de Urmia, disse que não há “Primavera Árabe”, apenas morte e destruição, massacres e devastação:

Eu não acho que seja uma Primavera Árabe – eu diria que é um Inverno Árabe – não há Primavera. Tudo é fogo, massacre, bombardeio, da Líbia para a Síria, para o Iraque, para o Iêmen, para a Arábia Saudita, para o Bahrain … não é uma Primavera. Vai voltar 1.400 anos atrás (às origens do Islã)“. Leia Mais

Hezbollah Opta por Renovar as Hostilidades Contra Israel Enquanto as Forças de Defesa de Israel Abrem Fogo Contra Infiltrados do Norte

por Dave Bender

 

Enquanto outro incidente de tiroteio esquenta a fronteira de Israel com o Líbano na segunda-feira, um jornal afiliado ao Hezbollah, o al-Akhbar, informou que o grupo terrorista xiita resolveu renovar as operações militares ostensivas contra Israel.

De acordo com os relatos iniciais, soldados israelenses do batalhão de infantaria Horev abriram fogo contra o que o site de notícias israelense “0404” chamou de “três figuras suspeitas”, que tinham entrado numa zona proibida, junto a um posto do exército em Har Dov, ao longo do lado norte do Monte Hermon.

 

Área das Fazendas de Shabaa, próximas à tríplice fronteira de Israel, Líbano e Síria. Wikipedia.

 

As tropas relataram que abriram fogo a fim de espantar os intrusos, quando avistaram o que eles acreditavam serem cargas explosivas na estrada, sendo carregadas pelos indivíduos. Não houve relato de prejuízo para ambos os lados no confronto.

O trio fugiu de volta ao território libanês e o exército está vasculhando a área, de acordo com o relatório.

O incidente vem na esteira de uma série de encontros hostis entre a IDF (Forças de Defesa de Israel) e o Hezbollah nas últimas semanas.

O chefe do Hezbollah, Hassan Nasrallah, disse em 14 de outubro, Leia Mais

Entrevista com James Rickards: O plano da China de substituir o dólar

Meu Comentário: Recentemente publiquei um artigo sobre os movimentos mundiais e as teses de vários analistas e organizações sobre o mercado do ouro e sua efervescência mundial (veja aqui), este artigo é uma entrevista de outro renomado economista que tem uma visão mais pragmática sobre os efeitos de uma guerra econômica entre as potências mundiais e seu possível desenrolar futuro, tanto que possui dois livros escritos sobre esse tema. Sua visão é particularmente interessante do ponto-de-vista econômico e nos apresenta uma interpretação de alguns dos fatos que vemos nos noticiários de hoje em dia, inclusive sobre os planos da China e sua obsessão crescente pelas reservas de ouro, vale a leitura.

Autor do livro best-seller “Currency Wars” e do recente livro “The Death of Money” onde fala sobre como a China usa o ouro e o FMI para remover o dólar como moeda de reserva

 
Por Valentin Schmid,

 

James Rickards é advogado, economista, banqueiro de investimento e autor do best-seller “Currency Wars” (Cortesia de James Rickards)

 

Parte 1

Epoch Times: Sr. Rickards, o que ocorreu no ano passado com o chamado ‘afunilamento’, o aperto monetário do Federal Reserve [ou ‘Fed’, é o Banco Central dos EUA], reduzindo as compras de títulos?

James Rickards: Eu esperei durante todo o verão de 2013 que o Fed não afunilasse dos títulos da dívida em setembro, mas a maioria dos participantes do mercado e analistas tinha certeza que eles fariam isso.

Quando eles não afunilaram, aquilo não foi uma surpresa para mim. Mas, em seguida, em dezembro, eu pensei que o Fed poderia não restringir os títulos, no entando, eles fizeram isso.

Em ambos os casos, eu acreditei na palavra do Fed. Não é que eu tivesse uma bola de cristal. O Fed disse várias vezes que tinha certas metas econômicas em mente no que diz respeito ao crescimento, desemprego, inflação e outras métricas e eu não vi essas metas sendo satisfeitas. Assim, a minha visão era que eles não afunilariam.

[‘Afunilar’ aqui significa readquirir ou comprar os títulos da dívida americana, o que é feito por meio da impressão de moeda, Leia Mais

Brian Houston da Hillsong sobre o Casamento Gay: ‘Eu acredito que os escritos de Paulo são claros sobre este assunto’

Meu Comentário: Ontem publiquei uma reportagem traduzida (veja aqui) do jornal The New York Times sobre a conferência de imprensa feita pelos pastores da Hillsong e sobre as declarações dadas pelo Pastor Brian Houston, no qual o jornal interpretou como um mudança de tom na visão do Pastor sobre o casamento gay. Imediatamente após a repercussão da reportagem, houveram mais desmembramentos e uma busca do Pastor Brian Houston de elucidar melhor os fatos reportados, ação esta que acabou resultando neste artigo do The Christian Post. Como não sou leviano, não posso deixar de publicar também esse artigo, segue abaixo segundo a reportagem do site The Christian Post, leia e tire suas próprias conclusões. 

por Nicola Menzie em 18/10/2014

 

Pastor Brian Houston aparece no palco durante a conferência de 2014 da Hillsong em Nova Iorque no anfiteatro do Madison Square Garden.

 

O Pastor Brian Houston da igreja Hillsong emitiu uma declaração especificando a sua posição sobre o casamento e a homossexualidade depois de um canal de notícias relatar que ele “não iria tomar uma posição pública sobre as questões LGBT”.

A notícia veio depois que Houston trouxe os temas da homossexualidade e do casamento gay na coletiva de imprensa realizada nesta última quinta-feira (16/10) com a mídia da cidade de Nova Iorque, por ocasião da Conferência da Hillsong que está sendo realizado no Madison Square Garden.

Eu encorajo as pessoas a não assumirem que uma manchete da mídia representa com precisão o que eu disse em uma recente conferência de imprensa“, disse Houston em um comunicado enviado por email Leia Mais

Pastor da Mega Igreja Hillsong Dá Sinais de Mudança de Tom Sobre o Casamento Gay

por Michael Paulson em 17/10/2014

O pastor de uma das mega igrejas mundiais mais influentes declarou que sua igreja está com “uma conversa em andamento” sobre o casamento de mesmo sexo – dizendo que é adequado considerar as palavras da Bíblia junto com a mudança de cultura e da experiência das pessoas nos bancos.

Brian Houston é pastor sênior da Igreja Hillsong, que tem igrejas em uma dúzia de grandes cidades, incluindo Nova York

 

Os comentários de Brian Houston, pastor sênior da Hillsong, imediatamente atrairam uma preocupação da direita e aplausos da esquerda, com tantas denominações e congregações cristãs que estão fazendo um grande esforço em buscar uma forma de como responder à rápida expansão dos direitos dos homossexuais e da legalização do casamento homossexual.

A igreja do Sr. Houston, que está sediada na Austrália, é conhecida em grande parte como uma potência musical por causa da popularidade de suas gravações de músicas contemporâneas de adoração cristã, mas a sua congregação de jovens é grande – cerca de 100 mil adoradores semanais vão às igrejas em uma dezena de grandes cidades, incluindo Leia Mais

Islamismo – 1400 Anos de Medo

Como padecemos por não conhecermos a história, seja de nosso próprio país, seja do mundo como um todo. A falta de leitura e estudo tem nos tornado cegos para diversas coisas e dessa forma os erros do passado se repetem, de geração a geração. Segue um exemplo histórico e que também permanece sendo um problema atual:

Ao longo de 1400 anos de história do Islamismo, a estimativa de mortos pelas Jihads não deixam dúvidas:

Cristãos – 60 Milhões
Budistas – 10 Milhões
Hindus – 80 Milhões
Africanos – 120 Milhões

Total de 270 Milhões de mortos

Uma média de aproximadamente 193.000 mortes por ano através das Jihads.

(Apenas para comparar números, pois as guerras em si não se podem comparar, na I e II Grande Guerra Mundial somadas, o total estimado de mortos foi de cerca de 81,1 Milhões, onde 28,5 Milhões foram de soldados e 52,6 Milhões foram de civis).

Em 1400 anos da história do Islamismo, houveram apenas 12 décadas sem ocorrências de Jihads, ou seja, o Islã é, Leia Mais

A Guerra Aérea Contra o ISIS Não é Séria

Na campanha contra a Sérvia, em 1999, as incursões aéreas eram numa média de 138 ataques diariamente. Contra o Estado Islâmico no Iraque e na Síria: a média é de apenas 7

Por Mark Gunzinger e John Stillion

 

Desde que os aviões norte-americanos começaram a atacar os alvos no Iraque em 08 de agosto, um debate tem sido travado sobre a eficácia da campanha aérea da administração Obama contra o Estado islâmico. A guerra de palavras tem-se centrado na necessidade de colocar tropas americanas em solo para fornecerem informações exatas e possivelmente forçar os combatentes do ISIS a defenderem as infra-estruturas fundamentais que tomaram, como as instalações petrolíferas. Mas o debate está começando agora a se concentrar no aparente fracasso dos ataques aéreos para impedir os avanços do grupo terrorista no Iraque e na Síria – especialmente a possível captura pelo Estado Islâmico de Kobani na fronteira com da Síria com a Turquia.

Embora ainda seja muito cedo para proclamar que a campanha aérea contra o Estado Islâmico seja um fracasso, pode ser instrutivo compará-lo com outras campanhas realizadas pelas forças armadas dos Estados Unidos desde o fim da Guerra Fria, onde foram considerados sucessos. Por exemplo, durante os 43 dias da operação Tempestade no Deserto, a campanha aérea contra as forças Leia Mais